in Câmara Municipal de Lisboa
A pobreza não é indolor © Paulo Pimenta
A pobreza não tem barreiras © Rui Farinha
A pobreza não tem só uma face © Sérgio Aires
A pobreza não é cor de rosa © Adriano Miranda
A pobreza não vive no nevoeiro © Lara Jacinto
Assinalando o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, 17 de outubro, a EAPN Portugal (Rede Europeia Anti-Pobreza), está a promover uma campanha de sensibilização de âmbito nacional sobre o combate à pobreza.
A Campanha Pobreza não pretende ativar a responsabilidade social de cada cidadão, bem como a responsabilidade coletiva para a necessidade de construirmos uma sociedade inclusiva, livre de pobreza e que assegure a dignidade e o respeito pelos Direitos Humanos.
A Campanha Pobreza não conta com a colaboração de fotógrafos/fotojornalistas, que cederam as suas fotografias, e consiste em cartazes alusivos aos temas: combate à discriminação; envelhecimento; pobreza infantil e desemprego e serão colocados em 120 concelhos em parceria com as autarquias.
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27.10.15
21.10.15
“A Pobreza Não” assinala Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza
Gerson Ingrês, In Local
VIZELA – Como forma de comemorar o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, que se assinala a 17 de outubro, a Câmara Municipal de Vizela associa-se à campanha nacional “A Pobreza Não”, promovida pela EAPN – Rede Europeia Anti-Pobreza Portugal.
Trata-se de uma campanha publicitária de sensibilização, de âmbito nacional, sobre a Pobreza e que pretende ativar a responsabilidade social de cada cidadão, bem como a responsabilidade coletiva para a necessidade de construirmos uma sociedade inclusiva, livre de pobreza e que assegure a dignidade e o respeito pelos Direitos Humanos.
A campanha estará presente em mais de 125 concelhos aderentes, através da afixação de cartazes com imagens e mensagens de sensibilização para a situação de pobreza em que vivem muitas famílias e pessoas.
As imagens da Campanha foram cedidas por fotógrafos de renome nacional – Adriano Miranda, Lara Jacinto, Rui Farinha, Sérgio Aires e Paulo Pimenta – que colaboram com a EAPN pro bono e a parte criativa de produção das mensagens é da autoria de Miguel Januário, um dos grafitters mais conceituados do panorama nacional.
VIZELA – Como forma de comemorar o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, que se assinala a 17 de outubro, a Câmara Municipal de Vizela associa-se à campanha nacional “A Pobreza Não”, promovida pela EAPN – Rede Europeia Anti-Pobreza Portugal.
Trata-se de uma campanha publicitária de sensibilização, de âmbito nacional, sobre a Pobreza e que pretende ativar a responsabilidade social de cada cidadão, bem como a responsabilidade coletiva para a necessidade de construirmos uma sociedade inclusiva, livre de pobreza e que assegure a dignidade e o respeito pelos Direitos Humanos.
A campanha estará presente em mais de 125 concelhos aderentes, através da afixação de cartazes com imagens e mensagens de sensibilização para a situação de pobreza em que vivem muitas famílias e pessoas.
As imagens da Campanha foram cedidas por fotógrafos de renome nacional – Adriano Miranda, Lara Jacinto, Rui Farinha, Sérgio Aires e Paulo Pimenta – que colaboram com a EAPN pro bono e a parte criativa de produção das mensagens é da autoria de Miguel Januário, um dos grafitters mais conceituados do panorama nacional.
“A Pobreza Não” assinala Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza
por Gerson Ingrês, in Local.pt
VIZELA – Como forma de comemorar o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, que se assinala a 17 de outubro, a Câmara Municipal de Vizela associa-se à campanha nacional “A Pobreza Não”, promovida pela EAPN – Rede Europeia Anti-Pobreza Portugal.
Trata-se de uma campanha publicitária de sensibilização, de âmbito nacional, sobre a Pobreza e que pretende ativar a responsabilidade social de cada cidadão, bem como a responsabilidade coletiva para a necessidade de construirmos uma sociedade inclusiva, livre de pobreza e que assegure a dignidade e o respeito pelos Direitos Humanos.
A campanha estará presente em mais de 125 concelhos aderentes, através da afixação de cartazes com imagens e mensagens de sensibilização para a situação de pobreza em que vivem muitas famílias e pessoas.
As imagens da Campanha foram cedidas por fotógrafos de renome nacional – Adriano Miranda, Lara Jacinto, Rui Farinha, Sérgio Aires e Paulo Pimenta – que colaboram com a EAPN pro bono e a parte criativa de produção das mensagens é da autoria de Miguel Januário, um dos grafitters mais conceituados do panorama nacional.
VIZELA – Como forma de comemorar o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, que se assinala a 17 de outubro, a Câmara Municipal de Vizela associa-se à campanha nacional “A Pobreza Não”, promovida pela EAPN – Rede Europeia Anti-Pobreza Portugal.
Trata-se de uma campanha publicitária de sensibilização, de âmbito nacional, sobre a Pobreza e que pretende ativar a responsabilidade social de cada cidadão, bem como a responsabilidade coletiva para a necessidade de construirmos uma sociedade inclusiva, livre de pobreza e que assegure a dignidade e o respeito pelos Direitos Humanos.
A campanha estará presente em mais de 125 concelhos aderentes, através da afixação de cartazes com imagens e mensagens de sensibilização para a situação de pobreza em que vivem muitas famílias e pessoas.
As imagens da Campanha foram cedidas por fotógrafos de renome nacional – Adriano Miranda, Lara Jacinto, Rui Farinha, Sérgio Aires e Paulo Pimenta – que colaboram com a EAPN pro bono e a parte criativa de produção das mensagens é da autoria de Miguel Januário, um dos grafitters mais conceituados do panorama nacional.
Campanha pobreza não
Ana Elias de Freitas, in Rádio Voz da Planície
A EAPN está a promover uma campanha de sensibilização sobre as questões da pobreza, a que se associou o Núcleo Distrital de Beja.
A EAPN Portugal está a promover uma campanha de sensibilização, de âmbito nacional, sobre as questões da pobreza, e em conjunto com outros parceiros está a criar um conjunto de materiais/suportes no âmbito das comemorações do dia 17 de outubro – Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza.
João Martins, do Núcleo Distrital identificou as atividades agendadas para esta quinta-feira, no Bairro das Pedreiras, relativamente à campanha 0% Pobreza e entrega de livros infantis, assim como as que estão programadas para sábado.
Campanha 0% Pobreza, Feira do Livro Reutilizado e as exposições de fotografia “Olhar a pobreza no distrito de Beja” e de desenhos “Arte pela pobreza infantil” podem ser apreciadas na Loja Ponto Já do IPDJ de Beja podem ser apreciados até sábado, dia 17.
A EAPN está a promover uma campanha de sensibilização sobre as questões da pobreza, a que se associou o Núcleo Distrital de Beja.
A EAPN Portugal está a promover uma campanha de sensibilização, de âmbito nacional, sobre as questões da pobreza, e em conjunto com outros parceiros está a criar um conjunto de materiais/suportes no âmbito das comemorações do dia 17 de outubro – Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza.
João Martins, do Núcleo Distrital identificou as atividades agendadas para esta quinta-feira, no Bairro das Pedreiras, relativamente à campanha 0% Pobreza e entrega de livros infantis, assim como as que estão programadas para sábado.
Campanha 0% Pobreza, Feira do Livro Reutilizado e as exposições de fotografia “Olhar a pobreza no distrito de Beja” e de desenhos “Arte pela pobreza infantil” podem ser apreciadas na Loja Ponto Já do IPDJ de Beja podem ser apreciados até sábado, dia 17.
“A Pobreza Não” assinala Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza
in Local.pt
VIZELA – Como forma de comemorar o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, que se assinala a 17 de outubro, a Câmara Municipal de Vizela associa-se à campanha nacional “A Pobreza Não”, promovida pela EAPN – Rede Europeia Anti-Pobreza Portugal.
Trata-se de uma campanha publicitária de sensibilização, de âmbito nacional, sobre a Pobreza e que pretende ativar a responsabilidade social de cada cidadão, bem como a responsabilidade coletiva para a necessidade de construirmos uma sociedade inclusiva, livre de pobreza e que assegure a dignidade e o respeito pelos Direitos Humanos.
A campanha estará presente em mais de 125 concelhos aderentes, através da afixação de cartazes com imagens e mensagens de sensibilização para a situação de pobreza em que vivem muitas famílias e pessoas.
As imagens da Campanha foram cedidas por fotógrafos de renome nacional – Adriano Miranda, Lara Jacinto, Rui Farinha, Sérgio Aires e Paulo Pimenta – que colaboram com a EAPN pro bono e a parte criativa de produção das mensagens é da autoria de Miguel Januário, um dos grafitters mais conceituados do panorama nacional.
VIZELA – Como forma de comemorar o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, que se assinala a 17 de outubro, a Câmara Municipal de Vizela associa-se à campanha nacional “A Pobreza Não”, promovida pela EAPN – Rede Europeia Anti-Pobreza Portugal.
Trata-se de uma campanha publicitária de sensibilização, de âmbito nacional, sobre a Pobreza e que pretende ativar a responsabilidade social de cada cidadão, bem como a responsabilidade coletiva para a necessidade de construirmos uma sociedade inclusiva, livre de pobreza e que assegure a dignidade e o respeito pelos Direitos Humanos.
A campanha estará presente em mais de 125 concelhos aderentes, através da afixação de cartazes com imagens e mensagens de sensibilização para a situação de pobreza em que vivem muitas famílias e pessoas.
As imagens da Campanha foram cedidas por fotógrafos de renome nacional – Adriano Miranda, Lara Jacinto, Rui Farinha, Sérgio Aires e Paulo Pimenta – que colaboram com a EAPN pro bono e a parte criativa de produção das mensagens é da autoria de Miguel Januário, um dos grafitters mais conceituados do panorama nacional.
15.10.15
Europa. Pobreza não tem sido prioridade
in Jornal de Notícias
O presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza afirmou ontem que o combate à pobreza não tem sido uma prioridade dos governos europeus, que adotaram um modelo de crescimento económico que prlvi legia o lucro. Sérgio Alres considera que o crescimento estâ a ser feito à custa da redução de direitos em termos de proteção social.
O presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza afirmou ontem que o combate à pobreza não tem sido uma prioridade dos governos europeus, que adotaram um modelo de crescimento económico que prlvi legia o lucro. Sérgio Alres considera que o crescimento estâ a ser feito à custa da redução de direitos em termos de proteção social.
Campanha “Pobreza não” com acções no IPDJ
in Rádio Pax
O Núcleo de Beja da Rede Europeia Anti-Pobreza está a promover diversas actividades de sensibilização no âmbito do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, que se assinala no próximo sábado.
No Instituto Português de Desporto e Juventude (IPDJ) decorre uma feira do livro reutilizado durante esta semana. A venda de livros a preços simbólicos reverte para os vários projectos da Rede. No mesmo espaço está patente uma exposição de fotografia sobre a pobreza no distrito de Beja e uma mostra de desenhos sobre a pobreza infantil.
João Martins, presidente do Núcleo de Beja, diz que as acções de sensibilização têm de fazer parte de “um programa para o dia-a-dia” de combate à pobreza.
O Núcleo de Beja da Rede Europeia Anti-Pobreza está a promover diversas actividades de sensibilização no âmbito do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, que se assinala no próximo sábado.
No Instituto Português de Desporto e Juventude (IPDJ) decorre uma feira do livro reutilizado durante esta semana. A venda de livros a preços simbólicos reverte para os vários projectos da Rede. No mesmo espaço está patente uma exposição de fotografia sobre a pobreza no distrito de Beja e uma mostra de desenhos sobre a pobreza infantil.
João Martins, presidente do Núcleo de Beja, diz que as acções de sensibilização têm de fazer parte de “um programa para o dia-a-dia” de combate à pobreza.
Combate à pobreza não tem sido "uma prioridade" na Europa
in TVI24
Presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza diz que “o objetivo da inclusão social é secundarizado pelo do crescimento”
O presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN Europa), Sérgio Aires, afirmou esta terça-feira que o combate à pobreza não tem sido uma prioridade dos governos europeus, que adotaram um modelo de crescimento económico que privilegia o lucro.
“
“Não nos parece que nos últimos quatro, cinco, seis anos o combate à pobreza tenha sido uma prioridade e quando olhamos para a estratégia europeia ‘Europa 2020’ e todos os outros mecanismos de governação europeia” constata-se que “o objetivo da inclusão social é secundarizado pelo objetivo do crescimento”, disse Sérgio Aires à agência Lusa.
Esse crescimento está muitas vezes “preparado para ser feito à custa da redução de direitos em termos de proteção social e garantias de proteção ao cidadão”, sublinhou Sérgio Aires.
O papel da Europa no mundo relativamente ao combate à pobreza vai estar em debate hoje e na quarta-feira, na Figueira da Foz, no VII Fórum Nacional de Combate à Pobreza e Exclusão Social, promovido pela EAPN Portugal para assinalar o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza (17 de outubro).
Segundo o presidente da EAPN Europa, o continente europeu, particularmente a União Europeia não tem conseguido combater este problema.
A situação de passar de “85 milhões de pobres em 2010 para 123 milhões em 2013” devia “fazer soar todas as campainhas da União Europeia e devia fazer com que os nossos dirigentes considerassem que este [combate à pobreza] é o primeiro objetivo”, frisou.
Advertiu, a este propósito, que “sem coesão social muito dificilmente haverá crescimento” ou então existirá “um crescimento que não é seguramente aquele que salvará as pessoas da pobreza”.
Mas os países com taxas de pobreza e de risco de pobreza mais altas sentirão mais dificuldade em fazer face a este fenómeno, que é global.
“
“Esse é um dos problemas que temos de ter em consideração e que muitas vezes é mal-encarado. Ou seja, pensa-se que a pobreza é um problema português, mas o problema da pobreza em Portugal não é um problema exclusivamente nacional”, salientou.
As suas causas estão também relacionadas com “o contexto internacional e o mundo em que vivemos”: “Se Portugal tem uma economia relativamente débil não se deve apenas à nossa responsabilidade, mas a muitas decisões que foram tomadas ao mais alto nível em termos globais”.
Para Sérgio Aires, a causa do problema na Europa deve-se ao modelo económico adotado pelos governos, que “não põe em primeira instância o bem-estar das pessoas, mas o lucro de alguns em detrimento da pobreza dos outros”.
“O tipo de crescimento que a Europa quer ter está tendencialmente a ser feito à custa da vida das pessoas e do seu bem-estar, nomeadamente pela redução da prestação social, que é um caso paradigmático”, comentou.
“A proteção social, que é fundamental para a economia poder crescer, está hoje sob suspeita. É aí que se tem feito grandes cortes em todos os países, particularmente naqueles que mais têm sido afetados pela austeridade”, lamentou.
Presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza diz que “o objetivo da inclusão social é secundarizado pelo do crescimento”
O presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN Europa), Sérgio Aires, afirmou esta terça-feira que o combate à pobreza não tem sido uma prioridade dos governos europeus, que adotaram um modelo de crescimento económico que privilegia o lucro.
“
“Não nos parece que nos últimos quatro, cinco, seis anos o combate à pobreza tenha sido uma prioridade e quando olhamos para a estratégia europeia ‘Europa 2020’ e todos os outros mecanismos de governação europeia” constata-se que “o objetivo da inclusão social é secundarizado pelo objetivo do crescimento”, disse Sérgio Aires à agência Lusa.
Esse crescimento está muitas vezes “preparado para ser feito à custa da redução de direitos em termos de proteção social e garantias de proteção ao cidadão”, sublinhou Sérgio Aires.
O papel da Europa no mundo relativamente ao combate à pobreza vai estar em debate hoje e na quarta-feira, na Figueira da Foz, no VII Fórum Nacional de Combate à Pobreza e Exclusão Social, promovido pela EAPN Portugal para assinalar o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza (17 de outubro).
Segundo o presidente da EAPN Europa, o continente europeu, particularmente a União Europeia não tem conseguido combater este problema.
A situação de passar de “85 milhões de pobres em 2010 para 123 milhões em 2013” devia “fazer soar todas as campainhas da União Europeia e devia fazer com que os nossos dirigentes considerassem que este [combate à pobreza] é o primeiro objetivo”, frisou.
Advertiu, a este propósito, que “sem coesão social muito dificilmente haverá crescimento” ou então existirá “um crescimento que não é seguramente aquele que salvará as pessoas da pobreza”.
Mas os países com taxas de pobreza e de risco de pobreza mais altas sentirão mais dificuldade em fazer face a este fenómeno, que é global.
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“Esse é um dos problemas que temos de ter em consideração e que muitas vezes é mal-encarado. Ou seja, pensa-se que a pobreza é um problema português, mas o problema da pobreza em Portugal não é um problema exclusivamente nacional”, salientou.
As suas causas estão também relacionadas com “o contexto internacional e o mundo em que vivemos”: “Se Portugal tem uma economia relativamente débil não se deve apenas à nossa responsabilidade, mas a muitas decisões que foram tomadas ao mais alto nível em termos globais”.
Para Sérgio Aires, a causa do problema na Europa deve-se ao modelo económico adotado pelos governos, que “não põe em primeira instância o bem-estar das pessoas, mas o lucro de alguns em detrimento da pobreza dos outros”.
“O tipo de crescimento que a Europa quer ter está tendencialmente a ser feito à custa da vida das pessoas e do seu bem-estar, nomeadamente pela redução da prestação social, que é um caso paradigmático”, comentou.
“A proteção social, que é fundamental para a economia poder crescer, está hoje sob suspeita. É aí que se tem feito grandes cortes em todos os países, particularmente naqueles que mais têm sido afetados pela austeridade”, lamentou.
Combate à pobreza não tem sido prioridade, diz presidente da EAPN
in Notícias ao Minuto
O presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN Europa), Sérgio Aires, afirmou hoje que o combate à pobreza não tem sido uma prioridade dos governos europeus, que adotaram um modelo de crescimento económico que privilegia o lucro.
"Não nos parece que nos últimos quatro, cinco, seis anos o combate à pobreza tenha sido uma prioridade e quando olhamos para a estratégia europeia 'Europa 2020' e todos os outros mecanismos de governação europeia" constata-se que "o objetivo da inclusão social é secundarizado pelo objetivo do crescimento", disse Sérgio Aires à agência Lusa.
Esse crescimento está muitas vezes "preparado para ser feito à custa da redução de direitos em termos de proteção social e garantias de proteção ao cidadão", sublinhou Sérgio Aires.
O papel da Europa no mundo relativamente ao combate à pobreza vai estar em debate hoje e na quarta-feira, na Figueira da Foz, no VII Fórum Nacional de Combate à Pobreza e Exclusão Social, promovido pela EAPN Portugal para assinalar o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza (17 de outubro).
Segundo o presidente da EAPN Europa, o continente europeu, particularmente a União Europeia não tem conseguido combater este problema.
A situação de passar de "85 milhões de pobres em 2010 para 123 milhões em 2013" devia "fazer soar todas as campainhas da União Europeia e devia fazer com que os nossos dirigentes considerassem que este [combate à pobreza] é o primeiro objetivo", frisou.
Advertiu, a este propósito, que "sem coesão social muito dificilmente haverá crescimento" ou então existirá "um crescimento que não é seguramente aquele que salvará as pessoas da pobreza".
Mas os países com taxas de pobreza e de risco de pobreza mais altas sentirão mais dificuldade em fazer face a este fenómeno, que é global.
"Esse é um dos problemas que temos de ter em consideração e que muitas vezes é mal-encarado. Ou seja, pensa-se que a pobreza é um problema português, mas o problema da pobreza em Portugal não é um problema exclusivamente nacional", salientou.
As suas causas estão também relacionadas com "o contexto internacional e o mundo em que vivemos": "Se Portugal tem uma economia relativamente débil não se deve apenas à nossa responsabilidade, mas a muitas decisões que foram tomadas ao mais alto nível em termos globais".
Para Sérgio Aires, a causa do problema na Europa deve-se ao modelo económico adotado pelos governos, que "não põe em primeira instância o bem-estar das pessoas, mas o lucro de alguns em detrimento da pobreza dos outros".
"O tipo de crescimento que a Europa quer ter está tendencialmente a ser feito à custa da vida das pessoas e do seu bem-estar, nomeadamente pela redução da prestação social, que é um caso paradigmático", comentou.
"A proteção social, que é fundamental para a economia poder crescer, está hoje sob suspeita. É aí que se tem feito grandes cortes em todos os países, particularmente naqueles que mais têm sido afetados pela austeridade", lamentou.
O presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN Europa), Sérgio Aires, afirmou hoje que o combate à pobreza não tem sido uma prioridade dos governos europeus, que adotaram um modelo de crescimento económico que privilegia o lucro.
"Não nos parece que nos últimos quatro, cinco, seis anos o combate à pobreza tenha sido uma prioridade e quando olhamos para a estratégia europeia 'Europa 2020' e todos os outros mecanismos de governação europeia" constata-se que "o objetivo da inclusão social é secundarizado pelo objetivo do crescimento", disse Sérgio Aires à agência Lusa.
Esse crescimento está muitas vezes "preparado para ser feito à custa da redução de direitos em termos de proteção social e garantias de proteção ao cidadão", sublinhou Sérgio Aires.
O papel da Europa no mundo relativamente ao combate à pobreza vai estar em debate hoje e na quarta-feira, na Figueira da Foz, no VII Fórum Nacional de Combate à Pobreza e Exclusão Social, promovido pela EAPN Portugal para assinalar o Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza (17 de outubro).
Segundo o presidente da EAPN Europa, o continente europeu, particularmente a União Europeia não tem conseguido combater este problema.
A situação de passar de "85 milhões de pobres em 2010 para 123 milhões em 2013" devia "fazer soar todas as campainhas da União Europeia e devia fazer com que os nossos dirigentes considerassem que este [combate à pobreza] é o primeiro objetivo", frisou.
Advertiu, a este propósito, que "sem coesão social muito dificilmente haverá crescimento" ou então existirá "um crescimento que não é seguramente aquele que salvará as pessoas da pobreza".
Mas os países com taxas de pobreza e de risco de pobreza mais altas sentirão mais dificuldade em fazer face a este fenómeno, que é global.
"Esse é um dos problemas que temos de ter em consideração e que muitas vezes é mal-encarado. Ou seja, pensa-se que a pobreza é um problema português, mas o problema da pobreza em Portugal não é um problema exclusivamente nacional", salientou.
As suas causas estão também relacionadas com "o contexto internacional e o mundo em que vivemos": "Se Portugal tem uma economia relativamente débil não se deve apenas à nossa responsabilidade, mas a muitas decisões que foram tomadas ao mais alto nível em termos globais".
Para Sérgio Aires, a causa do problema na Europa deve-se ao modelo económico adotado pelos governos, que "não põe em primeira instância o bem-estar das pessoas, mas o lucro de alguns em detrimento da pobreza dos outros".
"O tipo de crescimento que a Europa quer ter está tendencialmente a ser feito à custa da vida das pessoas e do seu bem-estar, nomeadamente pela redução da prestação social, que é um caso paradigmático", comentou.
"A proteção social, que é fundamental para a economia poder crescer, está hoje sob suspeita. É aí que se tem feito grandes cortes em todos os países, particularmente naqueles que mais têm sido afetados pela austeridade", lamentou.
Pobreza: Cinco frases e imagens para dizer que ela existe
Patrícia Carvalho, in Público on-line
A secção portuguesa da Rede Europeia Anti-Pobreza tem na rua uma campanha para lembrar que a pobreza tem rostos. E que todos são muito diferentes.
A pobreza não tem barreiras. A pobreza não vive no nevoeiro. A pobreza não é cor-de-rosa. A pobreza não é indolor. A pobreza não tem só uma face. Talvez já se tenha cruzado, hoje, com uma destas frases. E talvez não tenham sido as frases que primeiro lhe chamaram a atenção, mas as fotografias que as acompanham. Duras, pesadas, escuras. Se parou e reparou nestes cartazes, parte do objectivo da secção portuguesa da Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN) já está cumprido. Porque a campanha que está na rua desde esta quarta-feira, composta por cinco cartazes, com cinco fotografias e as cinco frases descritas, pretende mesmo chamar a atenção para o problema da pobreza e as suas várias facetas.
A campanha “Pobreza Não” é da EAPN Portugal, presidida pelo padre Jardim Moreira, e inclui imagens dos fotojornalistas Adriano Miranda, Lara Jacinto, Paulo Pimenta e Rui Farinha. Sérgio Aires, o presidente da EAPN, é o autor da quinta imagem e Manuel Januário colaborou na concepção dos cartazes que, a partir de desta quarta-feira, estarão espalhados por cerca de 370 mupis de mais de 125 municípios, no âmbito do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, que se assinala no sábado. As mensagens serão ainda divulgadas em 30 painéis electrónicos das autarquias.
E cada uma delas conta a sua própria história. Para os fotógrafos que a tiraram e para quem, a partir de agora, irá deparar-se com os cartazes. A lágrima que escorre do rosto da mulher que Paulo Pimenta, repórter fotográfico do PÚBLICO, captou caiu enquanto ela contava os problemas que vive no dia-a-dia, sem trabalho, com baixos rendimentos, e numa situação de conflito com o irmão com quem partilha uma casa num bairro social do Porto. A camisola cor-de-rosa da mulher que Adriano Miranda, também do PÚBLICO, encontrou, numa casa sem luz nem água, não é suficiente para a proteger da falta de quase tudo. A mulher que nos olha através da sua casa com grades, que Rui Farinha descobriu na degradada zona do Pego Negro, no Porto, parece dizer-nos que não tem como sair dali e quebrar o ciclo de miséria. O homem no limite de algo, sem saída, que a câmara de Lara Jacinto captou, é mais uma metáfora de como a pobreza nos pode deixar sem opções. E a jovem fotografada por Sérgio Aires é apenas mais um rosto da pobreza que, frisa o presidente da EAPN, não é um problema português nem da exclusiva responsabilidade portuguesa mas “de dimensão europeia”.
O problema da pobreza diz “não é individual, mas colectivo” e a solução também não pode ser encontrada de forma isolada. “Enquanto o modelo macroeconómico da Europa for o mesmo, que já provou distribuir muito mal a riqueza” não será possível quebrar o ciclo, avisa Sérgio Aires. E, no que concerne à pobreza, Portugal, nesta Europa, está pior, muito pior, garante. Os cartazes estão aí para que não nos esquecemos. Nem baixemos os braços
A secção portuguesa da Rede Europeia Anti-Pobreza tem na rua uma campanha para lembrar que a pobreza tem rostos. E que todos são muito diferentes.
A pobreza não tem barreiras. A pobreza não vive no nevoeiro. A pobreza não é cor-de-rosa. A pobreza não é indolor. A pobreza não tem só uma face. Talvez já se tenha cruzado, hoje, com uma destas frases. E talvez não tenham sido as frases que primeiro lhe chamaram a atenção, mas as fotografias que as acompanham. Duras, pesadas, escuras. Se parou e reparou nestes cartazes, parte do objectivo da secção portuguesa da Rede Europeia Anti-Pobreza (EAPN) já está cumprido. Porque a campanha que está na rua desde esta quarta-feira, composta por cinco cartazes, com cinco fotografias e as cinco frases descritas, pretende mesmo chamar a atenção para o problema da pobreza e as suas várias facetas.
A campanha “Pobreza Não” é da EAPN Portugal, presidida pelo padre Jardim Moreira, e inclui imagens dos fotojornalistas Adriano Miranda, Lara Jacinto, Paulo Pimenta e Rui Farinha. Sérgio Aires, o presidente da EAPN, é o autor da quinta imagem e Manuel Januário colaborou na concepção dos cartazes que, a partir de desta quarta-feira, estarão espalhados por cerca de 370 mupis de mais de 125 municípios, no âmbito do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, que se assinala no sábado. As mensagens serão ainda divulgadas em 30 painéis electrónicos das autarquias.
E cada uma delas conta a sua própria história. Para os fotógrafos que a tiraram e para quem, a partir de agora, irá deparar-se com os cartazes. A lágrima que escorre do rosto da mulher que Paulo Pimenta, repórter fotográfico do PÚBLICO, captou caiu enquanto ela contava os problemas que vive no dia-a-dia, sem trabalho, com baixos rendimentos, e numa situação de conflito com o irmão com quem partilha uma casa num bairro social do Porto. A camisola cor-de-rosa da mulher que Adriano Miranda, também do PÚBLICO, encontrou, numa casa sem luz nem água, não é suficiente para a proteger da falta de quase tudo. A mulher que nos olha através da sua casa com grades, que Rui Farinha descobriu na degradada zona do Pego Negro, no Porto, parece dizer-nos que não tem como sair dali e quebrar o ciclo de miséria. O homem no limite de algo, sem saída, que a câmara de Lara Jacinto captou, é mais uma metáfora de como a pobreza nos pode deixar sem opções. E a jovem fotografada por Sérgio Aires é apenas mais um rosto da pobreza que, frisa o presidente da EAPN, não é um problema português nem da exclusiva responsabilidade portuguesa mas “de dimensão europeia”.
O problema da pobreza diz “não é individual, mas colectivo” e a solução também não pode ser encontrada de forma isolada. “Enquanto o modelo macroeconómico da Europa for o mesmo, que já provou distribuir muito mal a riqueza” não será possível quebrar o ciclo, avisa Sérgio Aires. E, no que concerne à pobreza, Portugal, nesta Europa, está pior, muito pior, garante. Os cartazes estão aí para que não nos esquecemos. Nem baixemos os braços
Oito concelhos dizem “não” à pobreza
Maria Meireles, in A Voz de Trás-os-Montes
Perto de duas dezenas de atividades foram pensadas para sensibilizar todos os cidadãos para as questões da pobreza e exclusão social. Nos vários municípios vão multiplicar-se as campanhas de recolha de bens que serão entregues aos mais carenciados
Atividades desportivas, teatro, dança e campanhas de recolha de alimentos e outros bens vão marcar as comemorações do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, que decorrem amanhã, sábado, em oito concelhos do distrito.
Numa organização do núcleo distrital da Rede Europeia Anto-Pobreza (EAPN), o programa inclui atividades em Mesão frio, Santa Marta de Penaguião, Peso da Régua, Ribeira de Pena (Cerva), Sabrosa, Vila Pouca de Aguiar, Vila Real e Mondim de Basto, envolvendo não só os municípios mas também diversas associações, nomeadamente núcleos locais da Cruz Vermelha, Misericórdias, Instituições Particulares de Solidariedade Social, Agrupamentos de Escolas, várias associações e empresas.
As comemorações começam amanhã, pelas 10h00, com uma “manhã solidária e desportiva” em Mesão Frio, onde será realizada, na Avenida Conselheiro Alpoim, uma recolha de bens para entregar aos mais carenciados.
Amanhã, também no âmbito do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, as escolas do concelho de Santa Marta vão servir de palco para a contar aos mais jovens a história da “Menina dos Fósforos”, sendo ainda distribuído pelos alunos um panfleto com um desafio aos pais para que “no fim de semana tenham um gesto solidário”.
Já no sábado, no Peso da Régua será organizada uma aula de zumba solidária no Largo das Piscinas Municipais e em Vila Pouca de Aguiar uma manhã desportiva na qual será também promovida a recolha de “bens, alimentos e brinquedos”.
Em Cerva, as atividades vão decorrer ao longo dos dias 16 e 17, e vão centrar-se no Centro de Dia e Mini Lar da Santa Casa da Misericórida Local, onde será feita uma recolha de alimentos, serão realizadas palestras alusivas à temática da Erradicação da Pobreza e uma exposição de cartazes feitos pelos idosos da instituição.
Em Sabrosa, além de uma campanha de angariação de bens, o dia 17 vai ser preenchido por teatro (duas sessões de apresentação da peça “Saco das Nozes”) e dança, e ficará ainda marcado pela “pintura coletiva de um mural” por crianças do 1º e 2º ciclos.
A capital de distrito não fica de fora das comemorações, tendo sido agendada uma manhã de atividades que incluirá sessões de yoga para pais e filhos, de zumba e reike, bem como uma demostração de obediência canina e uma campanha de adoção de animais. A participação em todas as atividades será gratuita, sendo pedido apenas aos participantes que colaborem com a entrega de um bem alimentar ou com a doação de roupas.
Finalmente, em Mondim de Basto, a partir das 14h30, a população vai poder participar num “Roteiro Solidário”, uma ação que vai levar os participantes a conhecer locais históricos da vila ao mesmo tempo que convidará à reflexão sobre situação de pobreza e exclusão social. “No final teremos um mural onde poderão deixar uma mensagem individual”, explica a organização, revelando que, mais uma vez, a inscrição é feita através da doação de “bens não perecíveis, que revertem na sua totalidade para a Loja Social de Mondim de Basto”.
“Sensibilizar todos os cidadãos para as situações de pobreza que são mais visíveis no seu meio envolvente, desconstruindo eventuais estereótipos e apelando a uma cultura de solidariedade e cooperação”, é o grande objetivo da organização do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza no distrito.
Perto de duas dezenas de atividades foram pensadas para sensibilizar todos os cidadãos para as questões da pobreza e exclusão social. Nos vários municípios vão multiplicar-se as campanhas de recolha de bens que serão entregues aos mais carenciados
Atividades desportivas, teatro, dança e campanhas de recolha de alimentos e outros bens vão marcar as comemorações do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, que decorrem amanhã, sábado, em oito concelhos do distrito.
Numa organização do núcleo distrital da Rede Europeia Anto-Pobreza (EAPN), o programa inclui atividades em Mesão frio, Santa Marta de Penaguião, Peso da Régua, Ribeira de Pena (Cerva), Sabrosa, Vila Pouca de Aguiar, Vila Real e Mondim de Basto, envolvendo não só os municípios mas também diversas associações, nomeadamente núcleos locais da Cruz Vermelha, Misericórdias, Instituições Particulares de Solidariedade Social, Agrupamentos de Escolas, várias associações e empresas.
As comemorações começam amanhã, pelas 10h00, com uma “manhã solidária e desportiva” em Mesão Frio, onde será realizada, na Avenida Conselheiro Alpoim, uma recolha de bens para entregar aos mais carenciados.
Amanhã, também no âmbito do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, as escolas do concelho de Santa Marta vão servir de palco para a contar aos mais jovens a história da “Menina dos Fósforos”, sendo ainda distribuído pelos alunos um panfleto com um desafio aos pais para que “no fim de semana tenham um gesto solidário”.
Já no sábado, no Peso da Régua será organizada uma aula de zumba solidária no Largo das Piscinas Municipais e em Vila Pouca de Aguiar uma manhã desportiva na qual será também promovida a recolha de “bens, alimentos e brinquedos”.
Em Cerva, as atividades vão decorrer ao longo dos dias 16 e 17, e vão centrar-se no Centro de Dia e Mini Lar da Santa Casa da Misericórida Local, onde será feita uma recolha de alimentos, serão realizadas palestras alusivas à temática da Erradicação da Pobreza e uma exposição de cartazes feitos pelos idosos da instituição.
Em Sabrosa, além de uma campanha de angariação de bens, o dia 17 vai ser preenchido por teatro (duas sessões de apresentação da peça “Saco das Nozes”) e dança, e ficará ainda marcado pela “pintura coletiva de um mural” por crianças do 1º e 2º ciclos.
A capital de distrito não fica de fora das comemorações, tendo sido agendada uma manhã de atividades que incluirá sessões de yoga para pais e filhos, de zumba e reike, bem como uma demostração de obediência canina e uma campanha de adoção de animais. A participação em todas as atividades será gratuita, sendo pedido apenas aos participantes que colaborem com a entrega de um bem alimentar ou com a doação de roupas.
Finalmente, em Mondim de Basto, a partir das 14h30, a população vai poder participar num “Roteiro Solidário”, uma ação que vai levar os participantes a conhecer locais históricos da vila ao mesmo tempo que convidará à reflexão sobre situação de pobreza e exclusão social. “No final teremos um mural onde poderão deixar uma mensagem individual”, explica a organização, revelando que, mais uma vez, a inscrição é feita através da doação de “bens não perecíveis, que revertem na sua totalidade para a Loja Social de Mondim de Basto”.
“Sensibilizar todos os cidadãos para as situações de pobreza que são mais visíveis no seu meio envolvente, desconstruindo eventuais estereótipos e apelando a uma cultura de solidariedade e cooperação”, é o grande objetivo da organização do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza no distrito.
Municípios portugueses mobilizam-se contra a pobreza
Texto Juliana Batista, in Fátima Missionária
As fotografias apresentadas resultam do convite a vários fotógrafos/fotojornalistas que cederam os seus trabalhos
Mais de uma centena de municípios do país já disponibilizou os seus suportes publicitários para a divulgação da campanha «A pobreza não…», que quer sensibilizar os transeuntes para esta causa.
«A pobreza não…» é nome de uma nova campanha de sensibilização de âmbito nacional sobre esta problemática. A iniciativa é lançada pela EAPN Portugal/Rede Europeia Anti-Pobreza, no âmbito das comemorações do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, data assinalada a 17 de outubro.
A campanha é materializada através de cinco cartazes referentes à discriminação, envelhecimento, pobreza infantil, desemprego e desemprego juvenil, informa a organização sem fins lucrativos, em comunicado.
Os materiais desta ação de sensibilização serão colocados em «cerca de 120 concelhos do país, em parceria com as autarquias locais». As fotografias apresentadas «resultam do convite a vários fotógrafos/fotojornalistas que cederam» os seus trabalhos.
Através desta iniciativa, os seus promotores pretendem «ativar a responsabilidade social de cada cidadão, bem como a responsabilidade coletiva para a necessidade» da construção de uma «sociedade inclusiva, livre de pobreza e que assegure a dignidade e o respeito pelos direitos humanos».
As fotografias apresentadas resultam do convite a vários fotógrafos/fotojornalistas que cederam os seus trabalhos
Mais de uma centena de municípios do país já disponibilizou os seus suportes publicitários para a divulgação da campanha «A pobreza não…», que quer sensibilizar os transeuntes para esta causa.
«A pobreza não…» é nome de uma nova campanha de sensibilização de âmbito nacional sobre esta problemática. A iniciativa é lançada pela EAPN Portugal/Rede Europeia Anti-Pobreza, no âmbito das comemorações do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza, data assinalada a 17 de outubro.
A campanha é materializada através de cinco cartazes referentes à discriminação, envelhecimento, pobreza infantil, desemprego e desemprego juvenil, informa a organização sem fins lucrativos, em comunicado.
Os materiais desta ação de sensibilização serão colocados em «cerca de 120 concelhos do país, em parceria com as autarquias locais». As fotografias apresentadas «resultam do convite a vários fotógrafos/fotojornalistas que cederam» os seus trabalhos.
Através desta iniciativa, os seus promotores pretendem «ativar a responsabilidade social de cada cidadão, bem como a responsabilidade coletiva para a necessidade» da construção de uma «sociedade inclusiva, livre de pobreza e que assegure a dignidade e o respeito pelos direitos humanos».
Portugal: Rede Europeia Anti-Pobreza lança campanha de sensibilização
in Agência Ecclesia
Fórum Nacional de Combate à Pobreza e Exclusão Social decorre na Figueira da Foz
Porto, 13 out 2015 (Ecclesia) – A EAPN Portugal/Rede Europeia Anti-Pobreza está a organizar a campanha nacional ‘A pobreza não…’ que pretende sensibilizar para “as múltiplas questões da pobreza” e vai ser apresentada no âmbito do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza.
“Temos procurado promover a cidadania e a participação das pessoas que vivem ou viveram em situação de pobreza e/ou exclusão social, particularmente entre os grupos sociais mais desfavorecidos. E, este desígnio, tem-se materializado através da promoção e desenvolvimento de movimentos de cidadania, quer a nível distrital, quer a nível nacional”, revela o presidente da EAPN Portugal, o padre Jardim Moreira.
Num comunicado enviado à Agência ECCLESIA, a EAPN Portugal explica que o foco da campanha está centrado em cinco imagens que remetem para cinco mensagens sobre o combate à discriminação; ao envelhecimento; à pobreza infantil; desemprego e desemprego juvenil, como ‘A pobreza não…’: “Tem barreiras; vive no nevoeiro; é cor-de-rosa; é indolor; tem só uma face.”
A organização que apela a que as pessoas “não faça de conta que isto não lhe diz respeito”, já conta com a adesão de “mais de 125 municípios” que disponibilizaram cerca de 400 suportes publicitários nos diferentes concelhos envolvidos nesta ação de sensibilização.
A campanha ‘A pobreza não…’ é apresentada esta quarta-feira, no sétimo Fórum Nacional de Combate à Pobreza e Exclusão Social, que começou hoje, no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz.
Com este fórum, a EAPN Portugal pretende de forma geral a participação de cidadãos que “vivem, ou viveram, em situação de pobreza e/ou exclusão social”.
O padre Jardim Moreira alerta que a democracia e os direitos humanos são os princípios orientadores da União Europeia, “fundamentais para sociedades inclusivas e dinâmicas”, e os governos devem estar ao serviço das pessoas.
“Quando estamos perante a violação destes direitos, são os mais vulneráveis quem mais sofre. Se quisermos manter a dignidade humana, lutar contra a pobreza, defender a igualdade e evitar conflitos é fundamental eliminar os obstáculos que perpetuam as violações dos direitos humanos de forma a promover um Estado de direito e construindo sociedades mais justas, coesas e inclusivas”, desenvolve o presidente da EAPN Portugal.
Neste contexto, a instituição considera “importante refletir” também sobre o papel da Europa no mundo relativamente ao combate à pobreza, sensibilizando todos os cidadãos para implicarem-se e participarem no desenvolvimento, de acordo com a temática do Ano Europeu para o Desenvolvimento.
A diretora executiva da EAPN Portugal, Sandra Araújo, acrescenta que com a campanha ‘a pobreza não…’ querem transmitir que “é possível existir uma sociedade mais justa e coesa” onde todos beneficiam com a erradicação da pobreza e da exclusão social.
A campanha e o fórum realizam-se no contexto do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza assinalado este sábado.
Fórum Nacional de Combate à Pobreza e Exclusão Social decorre na Figueira da Foz
Porto, 13 out 2015 (Ecclesia) – A EAPN Portugal/Rede Europeia Anti-Pobreza está a organizar a campanha nacional ‘A pobreza não…’ que pretende sensibilizar para “as múltiplas questões da pobreza” e vai ser apresentada no âmbito do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza.
“Temos procurado promover a cidadania e a participação das pessoas que vivem ou viveram em situação de pobreza e/ou exclusão social, particularmente entre os grupos sociais mais desfavorecidos. E, este desígnio, tem-se materializado através da promoção e desenvolvimento de movimentos de cidadania, quer a nível distrital, quer a nível nacional”, revela o presidente da EAPN Portugal, o padre Jardim Moreira.
Num comunicado enviado à Agência ECCLESIA, a EAPN Portugal explica que o foco da campanha está centrado em cinco imagens que remetem para cinco mensagens sobre o combate à discriminação; ao envelhecimento; à pobreza infantil; desemprego e desemprego juvenil, como ‘A pobreza não…’: “Tem barreiras; vive no nevoeiro; é cor-de-rosa; é indolor; tem só uma face.”
A organização que apela a que as pessoas “não faça de conta que isto não lhe diz respeito”, já conta com a adesão de “mais de 125 municípios” que disponibilizaram cerca de 400 suportes publicitários nos diferentes concelhos envolvidos nesta ação de sensibilização.
A campanha ‘A pobreza não…’ é apresentada esta quarta-feira, no sétimo Fórum Nacional de Combate à Pobreza e Exclusão Social, que começou hoje, no Centro de Artes e Espetáculos da Figueira da Foz.
Com este fórum, a EAPN Portugal pretende de forma geral a participação de cidadãos que “vivem, ou viveram, em situação de pobreza e/ou exclusão social”.
O padre Jardim Moreira alerta que a democracia e os direitos humanos são os princípios orientadores da União Europeia, “fundamentais para sociedades inclusivas e dinâmicas”, e os governos devem estar ao serviço das pessoas.
“Quando estamos perante a violação destes direitos, são os mais vulneráveis quem mais sofre. Se quisermos manter a dignidade humana, lutar contra a pobreza, defender a igualdade e evitar conflitos é fundamental eliminar os obstáculos que perpetuam as violações dos direitos humanos de forma a promover um Estado de direito e construindo sociedades mais justas, coesas e inclusivas”, desenvolve o presidente da EAPN Portugal.
Neste contexto, a instituição considera “importante refletir” também sobre o papel da Europa no mundo relativamente ao combate à pobreza, sensibilizando todos os cidadãos para implicarem-se e participarem no desenvolvimento, de acordo com a temática do Ano Europeu para o Desenvolvimento.
A diretora executiva da EAPN Portugal, Sandra Araújo, acrescenta que com a campanha ‘a pobreza não…’ querem transmitir que “é possível existir uma sociedade mais justa e coesa” onde todos beneficiam com a erradicação da pobreza e da exclusão social.
A campanha e o fórum realizam-se no contexto do Dia Internacional para a Erradicação da Pobreza assinalado este sábado.
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