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Líder espiritual do Tibete foi considerado como "a quinta essência da personificação dos direitos humanos". Já foi distinguido com o Prémio Nobel da Paz em 1989.
A Amnistia Internacional (AI) atribuiu ao Dalai Lama o prémio "Shine a Light on Human Rights", no momento em que a organização de defesa dos direitos humanos comemora 50 anos.
Justificando a entrega do galardão, na sua primeira edição, o director-executivo da AI, Larry Cox, apresentou o líder espiritual do Tibete como "a quinta essência da personificação dos direitos humanos".
Segundo a agência Efe, Tenzin Gyatso, 14ª reencarnação do Dalai Lama, recebeu ontem o prémio das mãos de Larry Cox e de três activistas da Amnistia antes de responder a várias perguntas do público que assistiu à cerimónia.
O líder espiritual tibetano, que tem sido um acérrimo crítico da falta de direitos humanos na China e no Tibete, foi distinguido com o Prémio Nobel da Paz, em 1989, e com a Medalha de Ouro do Congresso dos Estados Unidos, em 2007.
A Amnistia Internacional, que investiga e denuncia abusos sobre direitos humanos, tem mais de três milhões de activistas e voluntários em mais de 150 países, incluindo Portugal.
O primeiro presidente do comité executivo internacional da organização, Sean MacBride, foi laureado com o Prémio Nobel da Paz em 1974.


