In "Vida Económica"
O BPI apresentou as edições de 2016 dos prémios BPI Seniores, BPI Solidário e BPI Capacitar.
Lançados no âmbito da política de responsabilidade social do banco, estes prémios visam apoiar projetos que promovam a melhoria da. qualidade de vida das pessoas que mais precisam.
Os três prémios têm um orçamento conjunto de 1,5 milhões de euros para 2016. Desde 2010, o BPI já doou, nas 6 edições do Prémio BPI Capacitar e nas três edições do Prémio BPI Seniores, 4,9 milhões de curas e apoiou 182 projetos que visam a melhoria de qualidade de vida de quem mais precisa. Regulamentos, formulários e diversos elementos informativos de apoio às candidaturas da edição 2016 dos prémios BPI estão disponíveis em www.bancobpipt.
Podem candidatar-se todas as instituições privadas sem fins lucrativos, com sede em Portugal, " que apresentem projetos sólidos e inovadores em cada uma das áreas de intervenção dos prémios", de acordo com o banco. Cada instituição só pode candidatar-se a um dos prémios BPI.
BPI Solidário em estreia O BPI Solidário, que tem este ano a primeira edição, tem como meta apoiar projetos que promovam a melhoria das condições de vida de pessoas que se encontrem em situação de pobreza e exclusão social. O valor total dos donativos a atribuir será no mínimo de 500 mil caros, a distribuir por prémios até 100 mil curas, podendo existir um primeiro prémio até 200 mil Curas. O prazo de candidatura é 2 a 29 de maio.
Ern quarta edição, o prémio BPI Seniores visa apoiar projetos que visem a melhoria da qualidade de vida e o envelhecimento ativo de pessoas com idade superior a 65 anos. O valor total dos donativos a atribuir será no mínimo de 500 mil curas, com um primeiro prémio cujo montante poderá ir até 200 mil euros e menções honrosas até 50 mil euros cada.
O prazo de candidatura é de 1 de abril até 1 de maio.
Por fim, o BPI Capacitar, que vai já na sétima edição, tem como objetivo apoiar projetos que visem a melhoria da qualidade de vida e a inclusão social de pessoas com deficiência ou incapacidade permanente. O valor total dos donativos a atribuir será no mínimo de 500 mil euros, com um primeiro prémio cujo montante poderá ir até 200 mil curas e menções honrosas aré 50 mil curas cada. As candidaturas estão abertas de 1 a 31 de julho.
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22.3.16
15.3.16
Ajuda ao combate da pobreza e exclusão
In "Semanário Oje"
No âmbito da sua política de responsabilidade social, o BPI acaba de lançar o Prémio BPI Solidário, no valor anual de 500 mil euros, para melhorar as condições de vida de pessoas que se encontrem em situação de pobreza e de exclusão social. O Prémio vem complementar o apoio já concedido com os Prémios BPI Capacitar e BPI Seniores, dirigindo-se aos restantes grupos de risco mais vulneráveis. As candidaturas decorrem de dia 2 a 29 de maio, altura em que instituições privadas sem fins lucrativos, com sede em Portugal, poderão apresentar projetos sólidos e inovadores.
No âmbito da sua política de responsabilidade social, o BPI acaba de lançar o Prémio BPI Solidário, no valor anual de 500 mil euros, para melhorar as condições de vida de pessoas que se encontrem em situação de pobreza e de exclusão social. O Prémio vem complementar o apoio já concedido com os Prémios BPI Capacitar e BPI Seniores, dirigindo-se aos restantes grupos de risco mais vulneráveis. As candidaturas decorrem de dia 2 a 29 de maio, altura em que instituições privadas sem fins lucrativos, com sede em Portugal, poderão apresentar projetos sólidos e inovadores.
29.2.16
Ulrich lamenta que o poder político não se insurja contra os 12,2% de desemprego
Cristina Ferreira, in Público on-line
Presidente do BPI diz que há "tolerância excessiva" em relação ao desemprego.
O presidente do BPI, Fernando Ulrich, elogiou o facto de António Costa estar a governar com moderação, mas afirma que, se o PCP e o BE começarem a governar por intermédio do PS, então teremos um problema, nomeadamente de aumento do desemprego, que constitui hoje o principal desequilíbrio da economia.
“Existe uma tolerância excessiva da sociedade portuguesa em relação ao problema do desemprego”, um dos principais desequilíbrios da economia nacional, defendeu esta terça-feira Fernando Ulrich, um dos oradores de uma conferência sobre o “Orçamento do Estado para 2016: Fiscalidade e Economia”, promovida pelo escritório de advocacia Vieira de Almeida & Associados.
O presidente do BPI classificou o desemprego como um “problema colectivo” e desafiou o poder político a eleger o tema “como prioridade”. Para Ulrich o nível de desemprego do país, de 12,2% [número do final de 2015], constitui mesmo o grande obstáculo “à criação de riqueza”, pelo que lamenta que a sociedade portuguesa “esteja confortável” e “não se insurja”. “Acima de nós só a Espanha e a Grécia têm valores mais elevados”, referiu.
O banqueiro reconhece, no entanto, que para este desinteresse pode estar o facto “de muitos desempregados não terem voz, e desenrascam-se, ou foram forçados a emigrar”.
Sobre a acção do actual primeiro-ministro, António Costa, o banqueiro considera que tem sido equilibrada e mostra-se confortável com os pressupostos do OE de 2016. E opinou: “Ou o Governo governa ao centro, [como aparentemente tem feito, e terá condições para resolver os problemas da economia portuguesa (e do desemprego), ou] o PCP e o BE governam [por intermédio do PS] e teremos no futuro um problema, com mais desemprego.”
O encontro foi aberto por Vasco Vieira de Almeida e na plateia estiveram sobretudo advogados da área dos negócios, gestores e quadros da regulação, nomeadamente, do mercado de capitais.
Presidente do BPI diz que há "tolerância excessiva" em relação ao desemprego.
O presidente do BPI, Fernando Ulrich, elogiou o facto de António Costa estar a governar com moderação, mas afirma que, se o PCP e o BE começarem a governar por intermédio do PS, então teremos um problema, nomeadamente de aumento do desemprego, que constitui hoje o principal desequilíbrio da economia.
“Existe uma tolerância excessiva da sociedade portuguesa em relação ao problema do desemprego”, um dos principais desequilíbrios da economia nacional, defendeu esta terça-feira Fernando Ulrich, um dos oradores de uma conferência sobre o “Orçamento do Estado para 2016: Fiscalidade e Economia”, promovida pelo escritório de advocacia Vieira de Almeida & Associados.
O presidente do BPI classificou o desemprego como um “problema colectivo” e desafiou o poder político a eleger o tema “como prioridade”. Para Ulrich o nível de desemprego do país, de 12,2% [número do final de 2015], constitui mesmo o grande obstáculo “à criação de riqueza”, pelo que lamenta que a sociedade portuguesa “esteja confortável” e “não se insurja”. “Acima de nós só a Espanha e a Grécia têm valores mais elevados”, referiu.
O banqueiro reconhece, no entanto, que para este desinteresse pode estar o facto “de muitos desempregados não terem voz, e desenrascam-se, ou foram forçados a emigrar”.
Sobre a acção do actual primeiro-ministro, António Costa, o banqueiro considera que tem sido equilibrada e mostra-se confortável com os pressupostos do OE de 2016. E opinou: “Ou o Governo governa ao centro, [como aparentemente tem feito, e terá condições para resolver os problemas da economia portuguesa (e do desemprego), ou] o PCP e o BE governam [por intermédio do PS] e teremos no futuro um problema, com mais desemprego.”
O encontro foi aberto por Vasco Vieira de Almeida e na plateia estiveram sobretudo advogados da área dos negócios, gestores e quadros da regulação, nomeadamente, do mercado de capitais.
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