in Agencia Ecclesia
«Só com grande solidariedade e coesão será possível evitar situações de rutura social e de desespero» – Isabel Jonet
Lisboa, 26 nv 2020 (Ecclesia) – Os Bancos Alimentares Contra a Fome em Portugal dinamizam uma campanha solidária com vales disponíveis nos supermercados e na internet, “para que ninguém fique sem alimento à mesa”, entre hoje e 13 de dezembro.
“É fundamental a atenção aos outros e só com grande solidariedade e coesão, numa união de esforços da sociedade civil com a intervenção do Estado, será possível evitar situações de rutura social e de desespero”, afirma Isabel Jonet.
A presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome explica que o “impacto social das medidas decretadas para conter a propagação da pandemia foi de uma dimensão inacreditável”, colocando numa situação de pobreza “muitos milhares de pessoas que nunca imaginaram ver-se nesta situação”.
“Hoje são apoiadas mais de 60.000 pessoas, que se vieram juntar às famílias que já recebiam apoio dos Bancos Alimentares antes desta pandemia que provocou uma crise económica sem precedentes”, alerta na divulgação da nova campanha onde apelam à solidariedade dos portugueses.
Os Bancos Alimentares Contra a Fome em Portugal iniciam hoje a “tradicional campanha de recolha de alimentos” de inverno, até 13 de dezembro, e os donativos podem ser feitos pelo portal online – alimentestaideia.pt – ou através de vales nas caixas dos supermercados que têm um código de barras específico dos produtos.
‘À nossa mesa há sempre lugar para mais um’ é o mote da campanha do Banco Alimentar que sensibiliza os portugueses para “a partilha de alimentos com as muitas famílias que enfrentam carências alimentares todos os dias”, uma situação que foi agravada com o impacto económico e social da pandemia.
No contexto da pandemia Covid-19, a Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares promoveu a Rede de Emergência Alimentar com o objetivo de “dar uma resposta imediata às pessoas que ficaram sem trabalho ou impedidas de trabalhar”, e que se viram inesperadamente numa situação de “rutura financeira, passando a ter de enfrentar uma situação de pobreza conjuntural que, na maioria dos casos, lhes era estranha”.
Esta resposta permitiu “informar as pessoas que nunca tinham recorrido a apoio alimentar qual a forma de o obterem, disponibilizar um formulário online para pedidos de apoio, caracterizando a situação e recolhendo dados destinados a possibilitar a articulação com uma instituição à qual cada pessoa ficaria associada” e a Rede de Emergência Alimentar mobilizou também pessoas e empresas que contribuíram “com donativos ou voluntariado”.
Em 2019, os 21 Bancos Alimentares em Portugal distribuíram “23382 toneladas de alimentos – com o valor estimado de 31,7 milhões de euros -, num movimento médio de 93,5 toneladas por dia útil”, prestando assistência a 2400 instituições e os alimentos foram entregues a “perto de 380 mil pessoas com carências alimentares comprovadas”.
O Banco Alimentar em Portugal foi criado em 1991 com a missão de “lutar contra o desperdício e distribuir apoio a quem mais precisa de se alimentar”, atualmente são 21, nas zonas de Abrantes, Algarve, Aveiro, Beja, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Cova da Beira, Évora, Leiria-Fátima, Lisboa, Madeira, Zona Oeste, Portalegre, Porto, S. Miguel, Santarém, Setúbal, Terceira, Viana do Castelo, Viseu.
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27.11.20
22.5.20
Campanha do Banco Alimentar arranca sem voluntários na rua, mas com alternativas para ajudar
in TSF
É possível fazer doações com vales nos supermercados e Internet.
Uma nova campanha de recolha de alimentos do Banco Alimentar arranca esta quinta-feira e dura até ao final do mês, decorrendo sem voluntários nos supermercados, por causa da pandemia de covid-19, mas através de vales nos supermercados e da internet.
"Porque a ajuda não pode parar, mesmo na impossibilidade de ter voluntários nos supermercados para realizar a já tradicional campanha de recolha de alimentos durante o mês de maio, os Bancos Alimentares Contra a Fome apelam aos portugueses para que, entre 21 e 31 de maio, contribuam fazendo os seus donativos através da Ajuda Vale nas caixas dos supermercados e/ou do portal de doação online", destacou em comunicado a entidade.
Sob o mote "Ajude a preencher este vazio", a campanha deste ano do Banco Alimentar pretende sensibilizar os portugueses para as "muitas famílias que são afetadas por um cenário de carência alimentar todos os dias, uma situação agora agravada, reforçando a importância do contributo e envolvimento de cada um".
A modalidade Ajuda Vale já foi usada em campanhas anteriores, possibilitando a contribuição através de vales de produtos, que estarão disponíveis até 31 de maio nas caixas dos supermercados e as doações também são possíveis através do site de doação 'online' da organização.
"Às pessoas mais vulneráveis que, em resultado das medidas decretadas para conter a propagação da pandemia, ficaram privadas da assistência alimentar que normalmente recebem, vieram juntar-se mais cerca de 60 mil pessoas, vítimas da situação gerada por esta nova realidade que vivemos", destacou no comunicado Isabel Jonet, presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome.
Isabel Jonet reforçou que "a ajuda não pode parar, muito menos agora quando é ainda mais preciso".
Em 2019, os 21 Bancos Alimentares em atividade em Portugal distribuíram 23.382 toneladas de alimentos (com o valor estimado de 31,7 milhões de euros), num movimento médio de 93,5 toneladas por dia útil.
Cerca de 2.400 instituições foram assistidas, e os alimentos entregues a perto de 380 mil pessoas com carências alimentares comprovadas, sob a forma de cabazes ou de refeições confecionadas, de acordo com os dados da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome.
É possível fazer doações com vales nos supermercados e Internet.
Uma nova campanha de recolha de alimentos do Banco Alimentar arranca esta quinta-feira e dura até ao final do mês, decorrendo sem voluntários nos supermercados, por causa da pandemia de covid-19, mas através de vales nos supermercados e da internet.
"Porque a ajuda não pode parar, mesmo na impossibilidade de ter voluntários nos supermercados para realizar a já tradicional campanha de recolha de alimentos durante o mês de maio, os Bancos Alimentares Contra a Fome apelam aos portugueses para que, entre 21 e 31 de maio, contribuam fazendo os seus donativos através da Ajuda Vale nas caixas dos supermercados e/ou do portal de doação online", destacou em comunicado a entidade.
Sob o mote "Ajude a preencher este vazio", a campanha deste ano do Banco Alimentar pretende sensibilizar os portugueses para as "muitas famílias que são afetadas por um cenário de carência alimentar todos os dias, uma situação agora agravada, reforçando a importância do contributo e envolvimento de cada um".
A modalidade Ajuda Vale já foi usada em campanhas anteriores, possibilitando a contribuição através de vales de produtos, que estarão disponíveis até 31 de maio nas caixas dos supermercados e as doações também são possíveis através do site de doação 'online' da organização.
"Às pessoas mais vulneráveis que, em resultado das medidas decretadas para conter a propagação da pandemia, ficaram privadas da assistência alimentar que normalmente recebem, vieram juntar-se mais cerca de 60 mil pessoas, vítimas da situação gerada por esta nova realidade que vivemos", destacou no comunicado Isabel Jonet, presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome.
Isabel Jonet reforçou que "a ajuda não pode parar, muito menos agora quando é ainda mais preciso".
Em 2019, os 21 Bancos Alimentares em atividade em Portugal distribuíram 23.382 toneladas de alimentos (com o valor estimado de 31,7 milhões de euros), num movimento médio de 93,5 toneladas por dia útil.
Cerca de 2.400 instituições foram assistidas, e os alimentos entregues a perto de 380 mil pessoas com carências alimentares comprovadas, sob a forma de cabazes ou de refeições confecionadas, de acordo com os dados da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome.
2.12.19
Banco alimentar recolhe duas mil toneladas de alimentos em dois dias. Os portugueses foram "espetaculares", elogia Marcelo
in Sapo24
Os Bancos Alimentares contra a Fome recolheram 2.130 toneladas de alimentos durante a campanha nacional, que decorreu no fim de semana, em mais de duas mil superfícies comerciais de 21 regiões do país, foi hoje anunciado. Antes mesmo das contas finais, o Presidente da República agradeceu no domingo à noite aos portugueses os contributos: "quem está de parabéns são os portugueses”.
Depois de ter estado na sexta-feira na sede nacional da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, em Lisboa, e de ter contribuído para a campanha em híper e supermercados durante o fim de semana, Marcelo Rebelo de Sousa voltou no domingo à noite à sede da recolha de alimentos em Alcântara já depois das 23:00.
Apesar de na altura em que falou aos jornalistas ainda não haver um balanço final, o chefe de Estado salientou que os números de sábado “ultrapassaram os da campanha anterior”. “Para mim é uma boa surpresa, o tempo esteve muito mau, muito irregular, e isso dificulta uma campanha desta natureza. Por outro lado, não se sabia se havia ou não uma ligeira desaceleração económica, como é que as pessoas iam realmente reagir e foram espetaculares em termos de solidariedade”, destacou. “Significa que os portugueses se excederam, quem está de parabéns são os portugueses”, reforçou.
A presidente da federação que reúne os 21 Bancos Alimentares de todo o país, Isabel Jonet, afirmou aos jornalistas que, apesar de estar na instituição há 25 anos, fica “sempre surpreendida com a rede social real” que é possível construir.
“Estas campanhas só são possíveis porque há pessoas que dão tempo, como os voluntários, pessoas de todas as idades, de todas as classes sociais, de todas convicções que, lado a lado, querem mostrar ativismo e que estão presentes para aqueles que não têm comida na mesa todos os dias. No Natal, isso é ainda mais importante”, afirmou.
Isabel Jonet agradeceu também a todas as pessoas que, nos híper e supermercados, doaram bens, “muitas vezes elas próprias com necessidades”.
Contas feitas, a presidente da federação considerou ter sido "uma campanha muito, muito bem sucedida", acrescentando que a quantidade total recolhida "ainda pode aumentar".
Isabel Jonet lembrou que a recolha de alimentos "prossegue nos supermercados, e na internet até 08 de dezembro", através do site www.alimentestaideia.pt, ou em vales ("Ajuda Vale") disponíveis nos estabelecimentos comerciais.
“O senhor Presidente da República tem sido um parceiro muito relevante (…) É um bom embaixador, dá não só o tempo dele, mas contribui também com produtos”, afirmou Isabel Jonet.
Isabel Jonet destacou também "a grande adesão de voluntários", cerca de 40 mil dos 21 Bancos Alimentares (Abrantes, Algarve, Aveiro, Beja, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Cova da Beira, Évora, Leiria-Fátima, Lisboa, Madeira Oeste, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, S. Miguel, Terceira, Viana do Castelo e Viseu).
"Não podemos deixar de sublinhar o papel dos voluntários, pessoas de todas as idades, com convicções políticas e religiosas diversas que, participando, lado a lado, contribuem de forma fraterna e solidária para uma sociedade mais justa e coesa”, disse a responsável.
"Temos de agradecer aos milhares de doadores, aos voluntários, às empresas e entidades que apoiaram esta campanha, dando assim o seu grande contributo para que os Bancos Alimentares possam continuar a acudir a muitas pessoas necessitadas", sublinhou Isabel Jonet.
Os géneros alimentares recolhidos serão distribuídos, a partir da próxima semana, a 2.400 instituições de solidariedade social, que os entregam a cerca de 380 mil pessoas com carências alimentares comprovadas, sob a forma de cabazes ou de refeições confecionadas.
Mais de 2,2 milhões de pessoas estão em risco de pobreza em Portugal ou exclusão social (21,6% da população), de acordo com dados divulgados recentemente pelo INE.
O Banco Alimentar Contra a Fome foi criado em Portugal em 1991 com a missão de lutar contra o desperdício e distribuir apoio alimentar a quem mais precisa, em parceria com instituições de solidariedade e com base no trabalho voluntário.
A nível europeu, existem 290 Bancos Alimentares operacionais em 24 países, que, em 2018, distribuíram mais de 781.000 toneladas de alimentos - equivalentes a 4,3 milhões de refeições diárias, em parceria com 45.700 organizações sociais, beneficiando mais de 9,3 milhões de pessoas.
Os Bancos Alimentares contra a Fome recolheram 2.130 toneladas de alimentos durante a campanha nacional, que decorreu no fim de semana, em mais de duas mil superfícies comerciais de 21 regiões do país, foi hoje anunciado. Antes mesmo das contas finais, o Presidente da República agradeceu no domingo à noite aos portugueses os contributos: "quem está de parabéns são os portugueses”.
Depois de ter estado na sexta-feira na sede nacional da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, em Lisboa, e de ter contribuído para a campanha em híper e supermercados durante o fim de semana, Marcelo Rebelo de Sousa voltou no domingo à noite à sede da recolha de alimentos em Alcântara já depois das 23:00.
Apesar de na altura em que falou aos jornalistas ainda não haver um balanço final, o chefe de Estado salientou que os números de sábado “ultrapassaram os da campanha anterior”. “Para mim é uma boa surpresa, o tempo esteve muito mau, muito irregular, e isso dificulta uma campanha desta natureza. Por outro lado, não se sabia se havia ou não uma ligeira desaceleração económica, como é que as pessoas iam realmente reagir e foram espetaculares em termos de solidariedade”, destacou. “Significa que os portugueses se excederam, quem está de parabéns são os portugueses”, reforçou.
A presidente da federação que reúne os 21 Bancos Alimentares de todo o país, Isabel Jonet, afirmou aos jornalistas que, apesar de estar na instituição há 25 anos, fica “sempre surpreendida com a rede social real” que é possível construir.
“Estas campanhas só são possíveis porque há pessoas que dão tempo, como os voluntários, pessoas de todas as idades, de todas as classes sociais, de todas convicções que, lado a lado, querem mostrar ativismo e que estão presentes para aqueles que não têm comida na mesa todos os dias. No Natal, isso é ainda mais importante”, afirmou.
Isabel Jonet agradeceu também a todas as pessoas que, nos híper e supermercados, doaram bens, “muitas vezes elas próprias com necessidades”.
Contas feitas, a presidente da federação considerou ter sido "uma campanha muito, muito bem sucedida", acrescentando que a quantidade total recolhida "ainda pode aumentar".
Isabel Jonet lembrou que a recolha de alimentos "prossegue nos supermercados, e na internet até 08 de dezembro", através do site www.alimentestaideia.pt, ou em vales ("Ajuda Vale") disponíveis nos estabelecimentos comerciais.
“O senhor Presidente da República tem sido um parceiro muito relevante (…) É um bom embaixador, dá não só o tempo dele, mas contribui também com produtos”, afirmou Isabel Jonet.
Isabel Jonet destacou também "a grande adesão de voluntários", cerca de 40 mil dos 21 Bancos Alimentares (Abrantes, Algarve, Aveiro, Beja, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Cova da Beira, Évora, Leiria-Fátima, Lisboa, Madeira Oeste, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, S. Miguel, Terceira, Viana do Castelo e Viseu).
"Não podemos deixar de sublinhar o papel dos voluntários, pessoas de todas as idades, com convicções políticas e religiosas diversas que, participando, lado a lado, contribuem de forma fraterna e solidária para uma sociedade mais justa e coesa”, disse a responsável.
"Temos de agradecer aos milhares de doadores, aos voluntários, às empresas e entidades que apoiaram esta campanha, dando assim o seu grande contributo para que os Bancos Alimentares possam continuar a acudir a muitas pessoas necessitadas", sublinhou Isabel Jonet.
Os géneros alimentares recolhidos serão distribuídos, a partir da próxima semana, a 2.400 instituições de solidariedade social, que os entregam a cerca de 380 mil pessoas com carências alimentares comprovadas, sob a forma de cabazes ou de refeições confecionadas.
Mais de 2,2 milhões de pessoas estão em risco de pobreza em Portugal ou exclusão social (21,6% da população), de acordo com dados divulgados recentemente pelo INE.
O Banco Alimentar Contra a Fome foi criado em Portugal em 1991 com a missão de lutar contra o desperdício e distribuir apoio alimentar a quem mais precisa, em parceria com instituições de solidariedade e com base no trabalho voluntário.
A nível europeu, existem 290 Bancos Alimentares operacionais em 24 países, que, em 2018, distribuíram mais de 781.000 toneladas de alimentos - equivalentes a 4,3 milhões de refeições diárias, em parceria com 45.700 organizações sociais, beneficiando mais de 9,3 milhões de pessoas.
Bancos Alimentares Contra a Fome angariam 2.125 toneladas de alimentos em dois dias
in AlgarvePrimeiro
Os Bancos Alimentares Contra a Fome recolheram este fim-de-semana mais de 2.100 toneladas de géneros alimentares, na campanha realizada em 2.000 superfícies comerciais de 21 regiões do país.
Prosseguem ainda ao longo da semana, até 8 de dezembro, a campanha "Ajuda Vale", nos supermercados, e a campanha online em www.alimentestaideia.pt.
40 mil voluntários dos 21 Bancos Alimentares (Abrantes, Algarve, Aveiro, Beja, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Cova da Beira, Évora, Leiria-Fátima, Lisboa, Madeira Oeste, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, S. Miguel, Terceira, Viana do Castelo e Viseu) convidaram, durante o fim-de-semana, os portugueses a partilhar os bens alimentares que compram para as suas casas.
Os portugueses aceitaram uma vez mais o convite dos Bancos Alimentares e aderiram a uma rede social real, partilhando alimentos com pessoas carenciadas da sua região.
Segundo a Presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares contra a Fome, «não podemos deixar de sublinhar o papel dos voluntários, pessoas de todas as idades, com convicções políticas e religiosas diversas que, participando, lado a lado, contribuem de forma fraterna e solidária para uma sociedade mais justa e coesa»,
Isabel Jonet, salie ntou que «temos de agradecer aos milhares de doadores, aos voluntários, às empresas e entidades que apoiaram esta campanha, dando assim o seu grande contributo para que os Bancos Alimentares possam continuar a acudir a muitas pessoas necessitadas.»
Os géneros alimentares recolhidos serão distribuídos, a partir da próxima semana, a 2.400 Instituições de Solidariedade Social, que os entregam a cerca de 380 mil pessoas com carências alimentares comprovadas, sob a forma de cabazes ou de refeições confecionadas.
Isabel Jonet destaca ainda que é «muito importante e gratificante para todos os voluntários e para o Banco Alimentar poder contar com o apoio do Presidente da República, que dá assim destaque a esta rede social de carne e osso.»
Segundo dados divulgados recentemente pelo INE, mais de 2,2 milhões de pessoas estão em risco de pobreza em Portugal ou exclusão social (21,6% da população). Se fossem considerados apenas os rendimentos do trabalho, de capital e transferências privadas, 43,4% da população em Portugal estaria em risco.
Os Bancos Alimentares Contra a Fome recolheram este fim-de-semana mais de 2.100 toneladas de géneros alimentares, na campanha realizada em 2.000 superfícies comerciais de 21 regiões do país.
Prosseguem ainda ao longo da semana, até 8 de dezembro, a campanha "Ajuda Vale", nos supermercados, e a campanha online em www.alimentestaideia.pt.
40 mil voluntários dos 21 Bancos Alimentares (Abrantes, Algarve, Aveiro, Beja, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Cova da Beira, Évora, Leiria-Fátima, Lisboa, Madeira Oeste, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, S. Miguel, Terceira, Viana do Castelo e Viseu) convidaram, durante o fim-de-semana, os portugueses a partilhar os bens alimentares que compram para as suas casas.
Os portugueses aceitaram uma vez mais o convite dos Bancos Alimentares e aderiram a uma rede social real, partilhando alimentos com pessoas carenciadas da sua região.
Segundo a Presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares contra a Fome, «não podemos deixar de sublinhar o papel dos voluntários, pessoas de todas as idades, com convicções políticas e religiosas diversas que, participando, lado a lado, contribuem de forma fraterna e solidária para uma sociedade mais justa e coesa»,
Isabel Jonet, salie ntou que «temos de agradecer aos milhares de doadores, aos voluntários, às empresas e entidades que apoiaram esta campanha, dando assim o seu grande contributo para que os Bancos Alimentares possam continuar a acudir a muitas pessoas necessitadas.»
Os géneros alimentares recolhidos serão distribuídos, a partir da próxima semana, a 2.400 Instituições de Solidariedade Social, que os entregam a cerca de 380 mil pessoas com carências alimentares comprovadas, sob a forma de cabazes ou de refeições confecionadas.
Isabel Jonet destaca ainda que é «muito importante e gratificante para todos os voluntários e para o Banco Alimentar poder contar com o apoio do Presidente da República, que dá assim destaque a esta rede social de carne e osso.»
Segundo dados divulgados recentemente pelo INE, mais de 2,2 milhões de pessoas estão em risco de pobreza em Portugal ou exclusão social (21,6% da população). Se fossem considerados apenas os rendimentos do trabalho, de capital e transferências privadas, 43,4% da população em Portugal estaria em risco.
"Pobreza combate-se fazendo chegar alimentos a quem precisa"
in Notícias ao Minuto
O Presidente da República visitou hoje o Banco Alimentar Contra a Fome de Lisboa e apelou à participação na campanha de recolha de alimentos no fim de semana, descrevendo-a como uma "rede social de carne e osso".
Durante a visita à sede do Banco Alimentar, acompanhado pela presidente da instituição em Lisboa e a nível nacional, Isabel Jonet, Marcelo Rebelo de Sousa disse que "é este tipo de redes que faz viver o tecido social português onde o Estado não chega" e pediu a todas as pessoas que "não deixem de contribuir" na medida das suas possibilidades.
"[A campanha] começa às oito da manhã, dura todo o fim de semana, está por todo o país, contempla praticamente meio milhão de beneficiários, o que é muito numa população de dez milhões", referiu, considerando que "quem puder dar apenas um produto, pequeno que seja, está a contribuir porventura até mais do que quem pode muito mais e dá menos do que devia poder dar".
O chefe de Estado declarou que, como é habitual, tenciona contribuir pessoalmente para esta campanha, desta vez com compras em "seis ou sete sítios" entre Cascais e Lisboa, "muito diferentes, uns são grandes superfícies, outros são médias superfícies, outros são pequenas superfícies", no sábado e no domingo.
"É evidente que isto é fundamental, porque a pobreza combate-se, não com teorias, não com discursos, mas fazendo chegar alimentos a quem precisa para se alimentar - entre outras coisas, bem entendido", defendeu.
Marcelo Rebelo de Sousa assinalou que o Banco Alimentar "existe há 58 campanhas, o que quer dizer 30 anos" e observou: "É impressionante, são décadas da vida do país".
Pegando no lema desta campanha, "rede social real", o Presidente da República descreveu a iniciativa como "uma rede social de carne e osso", que inclui "os voluntários que lá estão, as pessoas que dão, as instituições que recebem, e os beneficiários das instituições, que são os últimos destinatários".
É uma rede "real, não fictícia, não virtual, não à distância", em que as pessoas "têm a noção de que aquilo que partiu de umas mãos chega a outras mãos concretas", acrescentou.
Por sua vez, Isabel Jonet realçou que as campanhas dos 21 bancos espalhados pelo país, que integram a Federação Portuguesa dos Bancos Contra a Fome, a que preside, não seriam possíveis sem os voluntários - 40 mil, no caso desta campanha, em que os alimentos serão depois entregues por intermédio de 2.600 instituições de solidariedade social.
"Esta é a maior ação de voluntariado que há em Portugal", afirmou.
Questionada se as grandes superfícies contribuem também de alguma forma para a campanha, Isabel Jonet respondeu: "Sim. Por vezes há essa perceção de que quem ganha com as campanhas do Banco Alimentar são as cadeias de distribuição, mas essa é uma ideia incorreta".
"As cadeias de distribuição dão uma percentagem daquilo que vendem - e nós temos todos os produtos pesados por origem, sabemos exatamente qual é a quantidade em quilos que entra de cada supermercado, de loja, mesmo, e estamos a falar de duas mil lojas. E todas as cadeias de distribuição têm uma participação em alimentos no final de campanha", prosseguiu, mencionando que, além disso, oferecem materiais e suportam publicidade.
Isabel Jonet destacou o facto de esta campanha ter como novidade a recolha de alimentos "nos estádios de futebol onde há jogos neste fim de semana" e chamou a atenção para a possibilidade de se participar com donativos através da Internet.
Por outro lado, salientou que, por preocupação com o ambiente, nesta campanha vão ser usados "sacos de reutilização, para diminuir o consumo de sacos", juntamente com sacos de papel, quando anteriormente se chegou a utilizar "um milhão de sacos de plástico".
O Presidente da República visitou hoje o Banco Alimentar Contra a Fome de Lisboa e apelou à participação na campanha de recolha de alimentos no fim de semana, descrevendo-a como uma "rede social de carne e osso".
Durante a visita à sede do Banco Alimentar, acompanhado pela presidente da instituição em Lisboa e a nível nacional, Isabel Jonet, Marcelo Rebelo de Sousa disse que "é este tipo de redes que faz viver o tecido social português onde o Estado não chega" e pediu a todas as pessoas que "não deixem de contribuir" na medida das suas possibilidades.
"[A campanha] começa às oito da manhã, dura todo o fim de semana, está por todo o país, contempla praticamente meio milhão de beneficiários, o que é muito numa população de dez milhões", referiu, considerando que "quem puder dar apenas um produto, pequeno que seja, está a contribuir porventura até mais do que quem pode muito mais e dá menos do que devia poder dar".
O chefe de Estado declarou que, como é habitual, tenciona contribuir pessoalmente para esta campanha, desta vez com compras em "seis ou sete sítios" entre Cascais e Lisboa, "muito diferentes, uns são grandes superfícies, outros são médias superfícies, outros são pequenas superfícies", no sábado e no domingo.
"É evidente que isto é fundamental, porque a pobreza combate-se, não com teorias, não com discursos, mas fazendo chegar alimentos a quem precisa para se alimentar - entre outras coisas, bem entendido", defendeu.
Marcelo Rebelo de Sousa assinalou que o Banco Alimentar "existe há 58 campanhas, o que quer dizer 30 anos" e observou: "É impressionante, são décadas da vida do país".
Pegando no lema desta campanha, "rede social real", o Presidente da República descreveu a iniciativa como "uma rede social de carne e osso", que inclui "os voluntários que lá estão, as pessoas que dão, as instituições que recebem, e os beneficiários das instituições, que são os últimos destinatários".
É uma rede "real, não fictícia, não virtual, não à distância", em que as pessoas "têm a noção de que aquilo que partiu de umas mãos chega a outras mãos concretas", acrescentou.
Por sua vez, Isabel Jonet realçou que as campanhas dos 21 bancos espalhados pelo país, que integram a Federação Portuguesa dos Bancos Contra a Fome, a que preside, não seriam possíveis sem os voluntários - 40 mil, no caso desta campanha, em que os alimentos serão depois entregues por intermédio de 2.600 instituições de solidariedade social.
"Esta é a maior ação de voluntariado que há em Portugal", afirmou.
Questionada se as grandes superfícies contribuem também de alguma forma para a campanha, Isabel Jonet respondeu: "Sim. Por vezes há essa perceção de que quem ganha com as campanhas do Banco Alimentar são as cadeias de distribuição, mas essa é uma ideia incorreta".
"As cadeias de distribuição dão uma percentagem daquilo que vendem - e nós temos todos os produtos pesados por origem, sabemos exatamente qual é a quantidade em quilos que entra de cada supermercado, de loja, mesmo, e estamos a falar de duas mil lojas. E todas as cadeias de distribuição têm uma participação em alimentos no final de campanha", prosseguiu, mencionando que, além disso, oferecem materiais e suportam publicidade.
Isabel Jonet destacou o facto de esta campanha ter como novidade a recolha de alimentos "nos estádios de futebol onde há jogos neste fim de semana" e chamou a atenção para a possibilidade de se participar com donativos através da Internet.
Por outro lado, salientou que, por preocupação com o ambiente, nesta campanha vão ser usados "sacos de reutilização, para diminuir o consumo de sacos", juntamente com sacos de papel, quando anteriormente se chegou a utilizar "um milhão de sacos de plástico".
21.2.18
Banco Alimentar inicia hoje primeira campanha de angariação de bens em cafés e restaurantes
in Sapo24
O Banco Alimentar Contra a Fome iniciou hoje uma nova campanha de angariação de alimentos que conta com o apoio de mais de 1.200 cafés e restaurantes do continente e da Madeira, onde vai ser possível deixar donativos.
“Um café cheio de solidariedade” é o nome da primeira campanha no “canal Horeca” (hotéis, restaurantes e cafés), um projeto-piloto da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares que “é mais um caminho que se abre para ajudar as pessoas que mais precisam”, afirma em comunicado a presidente da instituição, Isabel Jonet.
“É com grande satisfação que damos início a esta campanha, agora em moldes um pouco diferentes do habitual. Vamos ter pontos de recolha” ao ‘virar de cada esquina’, “numa lógica de proximidade, nos cafés e restaurantes que as pessoas habitualmente frequentam”, afirma Isabel Jonet, explicando que “é uma forma de alargar” o âmbito da missão do Banco Alimentar, contando com “o apoio solidário de milhares de pessoas”.
Até 09 de março, os estabelecimentos aderentes vão estar identificados com a imagem da campanha e vão poder receber e guardar os bens alimentares que os seus clientes e eles próprios, queiram oferecer.
O Banco Alimentar Contra a Fome iniciou hoje uma nova campanha de angariação de alimentos que conta com o apoio de mais de 1.200 cafés e restaurantes do continente e da Madeira, onde vai ser possível deixar donativos.
“Um café cheio de solidariedade” é o nome da primeira campanha no “canal Horeca” (hotéis, restaurantes e cafés), um projeto-piloto da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares que “é mais um caminho que se abre para ajudar as pessoas que mais precisam”, afirma em comunicado a presidente da instituição, Isabel Jonet.
“É com grande satisfação que damos início a esta campanha, agora em moldes um pouco diferentes do habitual. Vamos ter pontos de recolha” ao ‘virar de cada esquina’, “numa lógica de proximidade, nos cafés e restaurantes que as pessoas habitualmente frequentam”, afirma Isabel Jonet, explicando que “é uma forma de alargar” o âmbito da missão do Banco Alimentar, contando com “o apoio solidário de milhares de pessoas”.
Até 09 de março, os estabelecimentos aderentes vão estar identificados com a imagem da campanha e vão poder receber e guardar os bens alimentares que os seus clientes e eles próprios, queiram oferecer.
30.10.17
‘Arraial azeiteiro’ solidário angariou 270 quilos de alimentos
Teresa M. Costa, in Correio do Minho
O ‘arraial azeiteiro’ rendeu cerca de 270 quilos de géneros alimentares que revertem para a delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP).
Os bens alimentares recolhidos foram ontem entregues no Centro de Alojamento Temporário (CAT) Dr. Francisco Alvim, em Nogueira, e vão ajudar a compor as cerca de 250 refeições que, todos os dias, são confeccionadas nesta valência da CVP de Braga e que se destinam aos utentes do CAT, ao apoio domiciliário e à cantina social.
A entrega dos bens alimentares foi feita ontem pelo presidente da ‘Azeituna’, Hélder Miranda, e pelo presidente da Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), Bruno Alcaide, contando com a presença do presidente da direcção da CVP de Braga, Armando Osório.
Hélder Miranda explicou que o ‘arraial azeiteiro’, que se realizou no passado mês de Setembro, já vai na sua sétima edição e, desde o ano passado, que a Azeituna promove uma recolha de alimentos junto dos participantes.
“Trata-se de aproveitar este tipo de iniciativas para fazer alguma solidariedade” afirma o presidente da ‘Azeituna’ que lembrou: “podemos alocar um pouco dos nossos recursos em benefício dos mais que precisam”.
Da parte da ‘Azeituna’, trata-se de “fazer alguma coisa para sensibiliza
r os estudantes para a solidariedade” aponta Hélder Miranda que se mostrou satisfeito com a adesão e que garante que o ‘arraial azeiteiro’ vai continuar a ter uma vertente solidária.
O ano passado, a recolha reverteu para o Banco Alimentar Contra Fome de Braga.
O presidente da AAUM destaca a criação de dinâmicas com os alunos, já que o ‘arraial azeiteiro’ foi integrado no programa de acolhimento aos novos alunos da Universidade do Minho.
Bruno Alcaide sublinha que, a par da valorização cultural e recreativa, “é importante associar uma mensagem mais positiva e assumir uma missão mais solidária”, quer através do voluntariado, quer da parceria com outras instituições.
O líder da AAUM defende a repetição destes momentos solidários ao longo do ano tentando ajudar diferentes instituições.
A entrega à CVP partiu da identificação de uma necessidade por parte da instituição.
Para o presidente da CVP de Braga, “é mais uma ajuda” que se soma à recolha de bens alimentares que está a ser realizada, este fim-de-semana, em várias superfícies comerciais, no âmbito de uma campanha nacional.
Armando Osório elogia a participação da juventude e enaltece a “grande ligação com a Universidade, sobretudo com os seus grupos culturais que é gente solidária”.
O ‘arraial azeiteiro’ rendeu cerca de 270 quilos de géneros alimentares que revertem para a delegação de Braga da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP).
Os bens alimentares recolhidos foram ontem entregues no Centro de Alojamento Temporário (CAT) Dr. Francisco Alvim, em Nogueira, e vão ajudar a compor as cerca de 250 refeições que, todos os dias, são confeccionadas nesta valência da CVP de Braga e que se destinam aos utentes do CAT, ao apoio domiciliário e à cantina social.
A entrega dos bens alimentares foi feita ontem pelo presidente da ‘Azeituna’, Hélder Miranda, e pelo presidente da Associação Académica da Universidade do Minho (AAUM), Bruno Alcaide, contando com a presença do presidente da direcção da CVP de Braga, Armando Osório.
Hélder Miranda explicou que o ‘arraial azeiteiro’, que se realizou no passado mês de Setembro, já vai na sua sétima edição e, desde o ano passado, que a Azeituna promove uma recolha de alimentos junto dos participantes.
“Trata-se de aproveitar este tipo de iniciativas para fazer alguma solidariedade” afirma o presidente da ‘Azeituna’ que lembrou: “podemos alocar um pouco dos nossos recursos em benefício dos mais que precisam”.
Da parte da ‘Azeituna’, trata-se de “fazer alguma coisa para sensibiliza
r os estudantes para a solidariedade” aponta Hélder Miranda que se mostrou satisfeito com a adesão e que garante que o ‘arraial azeiteiro’ vai continuar a ter uma vertente solidária.
O ano passado, a recolha reverteu para o Banco Alimentar Contra Fome de Braga.
O presidente da AAUM destaca a criação de dinâmicas com os alunos, já que o ‘arraial azeiteiro’ foi integrado no programa de acolhimento aos novos alunos da Universidade do Minho.
Bruno Alcaide sublinha que, a par da valorização cultural e recreativa, “é importante associar uma mensagem mais positiva e assumir uma missão mais solidária”, quer através do voluntariado, quer da parceria com outras instituições.
O líder da AAUM defende a repetição destes momentos solidários ao longo do ano tentando ajudar diferentes instituições.
A entrega à CVP partiu da identificação de uma necessidade por parte da instituição.
Para o presidente da CVP de Braga, “é mais uma ajuda” que se soma à recolha de bens alimentares que está a ser realizada, este fim-de-semana, em várias superfícies comerciais, no âmbito de uma campanha nacional.
Armando Osório elogia a participação da juventude e enaltece a “grande ligação com a Universidade, sobretudo com os seus grupos culturais que é gente solidária”.
16.8.17
Campanha angariou 4,5 toneladas de alimentos
in Correio do Minho
A Rede Social de Esposende promoveu mais uma Campanha de Recolha de Bens Alimentares, sob o mote ‘Porque há boas causas, Seja Solidário!’. A acção decorreu em três hipermercados do concelho e possibilitou a angariação de cerca de 4,5 toneladas de alimentos.
Uma vez mais, a população contribuiu generosamente para esta causa solidária, realizada com a colaboração de entidades e voluntários. No total, foram doados cerca de 4,5 toneladas de alimentos, correspondendo a 7 193 bens doados, o que denota que a comunidade continua sensível à situação das famílias mais vulneráveis. Os bens alimentares foram canalizados para a Loja Social de Esposende e serão posteriormente entregues às famílias carenciadas do concelho, previame
nte identificadas através dos técnicos de intervenção social, no âmbito do trabalho desenvolvido pela Rede Social
Estiveram envolvidos nesta campanha 46 voluntários, provenientes do Banco Local de Voluntariado, do Grupo de Jovens de Palmeira de Faro, da Liga dos Amigos do Hospital Valentim Ribeiro, do Rotary Clube de Esposende, do Lions Clube de Esposende, da Delegação de Esposende da Cruz Vermelha Portuguesa, do GTI, dos bolseiros da Câmara Municipal de Esposende e da comunidade em geral, que prestaram um total de 494 horas. A Rede Social, e em particular a câmara municipal, agradecem o contributo de toda a população, bem como a colaboração das superfícies comerciais, assim como todo o trabalho prestado pelos voluntários.
A Rede Social de Esposende promoveu mais uma Campanha de Recolha de Bens Alimentares, sob o mote ‘Porque há boas causas, Seja Solidário!’. A acção decorreu em três hipermercados do concelho e possibilitou a angariação de cerca de 4,5 toneladas de alimentos.
Uma vez mais, a população contribuiu generosamente para esta causa solidária, realizada com a colaboração de entidades e voluntários. No total, foram doados cerca de 4,5 toneladas de alimentos, correspondendo a 7 193 bens doados, o que denota que a comunidade continua sensível à situação das famílias mais vulneráveis. Os bens alimentares foram canalizados para a Loja Social de Esposende e serão posteriormente entregues às famílias carenciadas do concelho, previame
nte identificadas através dos técnicos de intervenção social, no âmbito do trabalho desenvolvido pela Rede Social
Estiveram envolvidos nesta campanha 46 voluntários, provenientes do Banco Local de Voluntariado, do Grupo de Jovens de Palmeira de Faro, da Liga dos Amigos do Hospital Valentim Ribeiro, do Rotary Clube de Esposende, do Lions Clube de Esposende, da Delegação de Esposende da Cruz Vermelha Portuguesa, do GTI, dos bolseiros da Câmara Municipal de Esposende e da comunidade em geral, que prestaram um total de 494 horas. A Rede Social, e em particular a câmara municipal, agradecem o contributo de toda a população, bem como a colaboração das superfícies comerciais, assim como todo o trabalho prestado pelos voluntários.
26.4.16
Como nasce a solidariedade
Eduardo Santos, in "Fátima Missionária"
Em Março de 2011 um americano a viver em Lisboa, de nome Hunter Halden, decide avançar para a recuperação de alimentos confeccionados em restaurantes, e não vendidos. Os alimentos são distribuídos a quem mais necessita.
Partiu de um norte-americano, residente em Portugal, a ideia da recuperação de alimentos já confeccionados e que sobejam nos restaurantes, portanto que não são vendidos. No ano de 2011, em plena crise, este americano «montou» na sua bicicleta e começou a visitar os restaurantes da então freguesia de Nossa Senhora de Fátima, em Lisboa, solicitando as sobras de cada dia. Foi o começo solitário de um trabalho em prol dos mais carentes e que hoje se denomina Re-food, uma organização de actuação micro local, criada com o intuito de reaproveitar excedentes alimentares e realimentar quem mais precisa. O lema de Hunter Halden é simples, mas concreto: «A comida é um bem precioso e não se pode deitar fora».
O mentor do projeto Re-food, criado há cinco anos, avançou para um movimento comunitário independente, inteiramente voluntário, conduzido por cidadãos e integrado numa IPSS, cujo fim consiste na recuperação de comida em boas condições para alimentar pessoas necessitadas. A Re-food está totalmente voltada para a comunidade e trabalha a partir da própria comunidade, sem salários, com custos baixos e alta produtividade, não detendo bens ou investimentos que não sirvam a sua missão, que é a de eliminar o desperdício alimentar e acabar com a fome. Este é um objectivo irmanado por todos os membros da comunidade. A Re-food inspira-se nos valores da igualdade, do respeito, da inclusão, da sustentabilidade e do optimismo.
O movimento solidário criado por este cidadão americano foi unindo ao longo dos anos pessoas voluntárias e parcerias diversas criando «núcleos», onde os produtos são devidamente embalados e distribuídos por voluntários a quem mais precisa. Começou por uma freguesia de Lisboa, estendeu-se a muitas outras da capital e depois expandiu-se por várias cidades, cobrindo quase todo o país, somando agora 31 núcleos.
A organização tem mais de 4.000 voluntários, 900 parceiros de fontes de alimentação, dezenas de parcerias com instituições públicas e privadas e outros parceiros que ajudam a tornar possível o sonho de acabar com a fome ou, pelo menos, tirar muitos do mundo da fome. O movimento distribui mais de 49 mil refeições por mês, servindo acima de 2.500 pessoas (5 ou 6 dias por semana).
É interessante o método como é desenvolvido este trabalho. A recolha é feita por equipas de voluntários que fazem turnos diariamente, laboram cerca de duas horas, uma vez por semana, recolhendo a comida junto dos parceiros. A embalagem dos alimentos recolhidos é feita por outras equipas no Centro de Operações.
E há também equipas que entregam as embalagens às famílias na mesma noite. A maioria dos beneficiários vão aos núcleos, mas para os que vivem mais longe foram criados pontos de distribuição um pouco mais perto de suas casas. Para as pessoas que não têm mobilidade os produtos são entregues diretamente nos seus domicílios. Ou seja, os alimentos recolhidos no dia são entregues àqueles que mais precisam deles e o mais rapidamente possível.
Este movimento da Re-food faz mesmo a diferença, pois só assim é possível entender como tantas instituições e voluntários colaboram e concretizam uma onda de solidariedade viva que se estende a todo o país. Este trabalho a partir de pequenas comunidades locais, e para essas comunidades, é deveras importante pelas pessoas envolvidas, dado o conhecimento real das necessidades existentes. Em concreto tem mais valor um trabalho desta natureza, que o facto de a Assembleia da República ter declarado o ano de 2016 como o ano nacional de combate ao desperdício alimentar em Portugal. Ficou a declaração, mas as obras não se sentem e é pena. Afinal o exemplo é dado pelo povo e não pelo Estado
Em Março de 2011 um americano a viver em Lisboa, de nome Hunter Halden, decide avançar para a recuperação de alimentos confeccionados em restaurantes, e não vendidos. Os alimentos são distribuídos a quem mais necessita.
Partiu de um norte-americano, residente em Portugal, a ideia da recuperação de alimentos já confeccionados e que sobejam nos restaurantes, portanto que não são vendidos. No ano de 2011, em plena crise, este americano «montou» na sua bicicleta e começou a visitar os restaurantes da então freguesia de Nossa Senhora de Fátima, em Lisboa, solicitando as sobras de cada dia. Foi o começo solitário de um trabalho em prol dos mais carentes e que hoje se denomina Re-food, uma organização de actuação micro local, criada com o intuito de reaproveitar excedentes alimentares e realimentar quem mais precisa. O lema de Hunter Halden é simples, mas concreto: «A comida é um bem precioso e não se pode deitar fora».
O mentor do projeto Re-food, criado há cinco anos, avançou para um movimento comunitário independente, inteiramente voluntário, conduzido por cidadãos e integrado numa IPSS, cujo fim consiste na recuperação de comida em boas condições para alimentar pessoas necessitadas. A Re-food está totalmente voltada para a comunidade e trabalha a partir da própria comunidade, sem salários, com custos baixos e alta produtividade, não detendo bens ou investimentos que não sirvam a sua missão, que é a de eliminar o desperdício alimentar e acabar com a fome. Este é um objectivo irmanado por todos os membros da comunidade. A Re-food inspira-se nos valores da igualdade, do respeito, da inclusão, da sustentabilidade e do optimismo.
O movimento solidário criado por este cidadão americano foi unindo ao longo dos anos pessoas voluntárias e parcerias diversas criando «núcleos», onde os produtos são devidamente embalados e distribuídos por voluntários a quem mais precisa. Começou por uma freguesia de Lisboa, estendeu-se a muitas outras da capital e depois expandiu-se por várias cidades, cobrindo quase todo o país, somando agora 31 núcleos.
A organização tem mais de 4.000 voluntários, 900 parceiros de fontes de alimentação, dezenas de parcerias com instituições públicas e privadas e outros parceiros que ajudam a tornar possível o sonho de acabar com a fome ou, pelo menos, tirar muitos do mundo da fome. O movimento distribui mais de 49 mil refeições por mês, servindo acima de 2.500 pessoas (5 ou 6 dias por semana).
É interessante o método como é desenvolvido este trabalho. A recolha é feita por equipas de voluntários que fazem turnos diariamente, laboram cerca de duas horas, uma vez por semana, recolhendo a comida junto dos parceiros. A embalagem dos alimentos recolhidos é feita por outras equipas no Centro de Operações.
E há também equipas que entregam as embalagens às famílias na mesma noite. A maioria dos beneficiários vão aos núcleos, mas para os que vivem mais longe foram criados pontos de distribuição um pouco mais perto de suas casas. Para as pessoas que não têm mobilidade os produtos são entregues diretamente nos seus domicílios. Ou seja, os alimentos recolhidos no dia são entregues àqueles que mais precisam deles e o mais rapidamente possível.
Este movimento da Re-food faz mesmo a diferença, pois só assim é possível entender como tantas instituições e voluntários colaboram e concretizam uma onda de solidariedade viva que se estende a todo o país. Este trabalho a partir de pequenas comunidades locais, e para essas comunidades, é deveras importante pelas pessoas envolvidas, dado o conhecimento real das necessidades existentes. Em concreto tem mais valor um trabalho desta natureza, que o facto de a Assembleia da República ter declarado o ano de 2016 como o ano nacional de combate ao desperdício alimentar em Portugal. Ficou a declaração, mas as obras não se sentem e é pena. Afinal o exemplo é dado pelo povo e não pelo Estado
29.2.16
Cáritas inicia hoje peditório para apoiar milhares de pessoas carenciadas
in RTP
A Cáritas Portuguesa inicia hoje o seu peditório anual para apoiar milhares de pessoas carenciadas, que decorrerá em todo o país até domingo, data em que a organização católica celebra o seu dia nacional.
O peditório público, inserido na Semana Nacional da organização, que tem este ano como lema "Cáritas: Coração da Igreja no Mundo", pretende contribuir para o trabalho que a Cáritas desenvolve junto dos mais pobres.
A Cáritas é uma instância para a ação social da Igreja católica destinada a "toda a gente que esteja em situação de necessidade, seja de que tipo for, e para todos os problemas", disse à agência Lusa o presidente da instituição, Eugénio Fonseca, ressalvando que a organização não faz apenas assistência social.
"Há evidências neste país em como a Cáritas tem esta preocupação transformadora de não gerir apenas a situação em que se encontram os pobres, mas procurar que deixem de ser tão pobres, sobretudo aqueles que são pobres de uma forma muito agressiva, que é uma afronta aos direitos humanos, deixem de o ser, porque isso é possível", defendeu.
Nos últimos anos, sublinhou, "os desafios foram enormes e a Cáritas, tendo consciência de que não fez tudo o que era preciso fazer, procurou empenhar-se ao máximo para que a esperança não fosse roubada e, mesmo assim, foi em muitos e em muitos corações da nossa gente que sofreu as consequências da austeridade imposta".
O peditório nacional, que Eugénio Fonseca espera que chegue a "todas as ruas das cidades, vilas e aldeias" do país, é um importante contributo para apoiar o trabalho da Cáritas contra todas as formas de pobreza.
"Não é importante o valor material daquilo que se partilha é o sentido que se dá a essa partilha e estou plenamente convencido que se muitos derem pouco faremos muito" e "alcançaremos o muito que necessitamos", sublinhou.
Segundo o presidente da Cáritas, o valor angariado destina-se a ajudar as "pessoas em situação de carência das localidades onde as dádivas são recolhidas".
Para Eugénio Fonseca, este "deve ser um compromisso nacional, assumido por todos aqueles que procuram uma sociedade mais justa, mais equitativa, mais fraterna. Um gesto de solidariedade e de corresponsabilidade".
Em 2015, o Peditório Público da Cáritas angariou 300.098,92 euros que se destinaram a apoiar os mais de 160.000 beneficiários da Cáritas em todo o país.
A Cáritas Portuguesa inicia hoje o seu peditório anual para apoiar milhares de pessoas carenciadas, que decorrerá em todo o país até domingo, data em que a organização católica celebra o seu dia nacional.
O peditório público, inserido na Semana Nacional da organização, que tem este ano como lema "Cáritas: Coração da Igreja no Mundo", pretende contribuir para o trabalho que a Cáritas desenvolve junto dos mais pobres.
A Cáritas é uma instância para a ação social da Igreja católica destinada a "toda a gente que esteja em situação de necessidade, seja de que tipo for, e para todos os problemas", disse à agência Lusa o presidente da instituição, Eugénio Fonseca, ressalvando que a organização não faz apenas assistência social.
"Há evidências neste país em como a Cáritas tem esta preocupação transformadora de não gerir apenas a situação em que se encontram os pobres, mas procurar que deixem de ser tão pobres, sobretudo aqueles que são pobres de uma forma muito agressiva, que é uma afronta aos direitos humanos, deixem de o ser, porque isso é possível", defendeu.
Nos últimos anos, sublinhou, "os desafios foram enormes e a Cáritas, tendo consciência de que não fez tudo o que era preciso fazer, procurou empenhar-se ao máximo para que a esperança não fosse roubada e, mesmo assim, foi em muitos e em muitos corações da nossa gente que sofreu as consequências da austeridade imposta".
O peditório nacional, que Eugénio Fonseca espera que chegue a "todas as ruas das cidades, vilas e aldeias" do país, é um importante contributo para apoiar o trabalho da Cáritas contra todas as formas de pobreza.
"Não é importante o valor material daquilo que se partilha é o sentido que se dá a essa partilha e estou plenamente convencido que se muitos derem pouco faremos muito" e "alcançaremos o muito que necessitamos", sublinhou.
Segundo o presidente da Cáritas, o valor angariado destina-se a ajudar as "pessoas em situação de carência das localidades onde as dádivas são recolhidas".
Para Eugénio Fonseca, este "deve ser um compromisso nacional, assumido por todos aqueles que procuram uma sociedade mais justa, mais equitativa, mais fraterna. Um gesto de solidariedade e de corresponsabilidade".
Em 2015, o Peditório Público da Cáritas angariou 300.098,92 euros que se destinaram a apoiar os mais de 160.000 beneficiários da Cáritas em todo o país.
11.12.15
Cabeceiras troca pinheiros por brinquedos e alimentos para crianças carenciadas
Rui de Lemos, in "Diário do Minho"
Cabeceiras troca pinheiros por brinquedos e alimentos para crianças carenciadas A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto está a oferecer um pinheiro em troca de brinquedos, material didático e bens alimentares para crianças carenciadas. Trata-se de uma iniciativa solidária a que se juntam muitas outras nesta época natalícia.
Uma árvore de Natal por um presente para uma criança carenciada. Esta é a proposta lançada pelo Município de Cabeceiras de Basto, Banco Local de Voluntariado, Comissão de Proteção de Crianças e Jovens, Régie Cooperativa Basto Vida e Gabinete Técnico-Florestal aos cabeceirenses. A campanha solidária começou no início do mês e aceita a oferta de brinquedos, livros, jogos didáticos, papas, fraldas, leite, entre outros géneros. «Queremos associar a oferta dos pinheiros de Natal a uma causa solidária, desafiando os cabeceirenses a oferecerem um brinquedo, material didático e bens alimentares para crianças mais desfavorecidas do concelho», suportou Isabel Coutinho, vereadora da cultura e desporto, ontem, na apresentação do vasto programa de iniPraça da República promete ser “lugar mágico” neste Natal Região Queremos mostrar, ao longo desta época festiva, o melhor de Cabeceiras de Basto e o nosso lado mais solidário. FRANCISCO ALVES Queremos associar a toda esta campanha uma mensagem de cidadania, tolerância e solidariedade humana. ISABEL COUTINHO DM ciativas que o Município elaborou para assinalar a época festiva. Os bens solicitados resultam de uma necessidade identificada no terreno pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) e outras IPSS do concelho. A iniciativa solidária “uma árvore de Natal por um presente” pretende contribuir para que as crianças mais carenciadas do concelho possam ter uma época natalícia mais feliz, mas também valorizando a proteção ambiental, evitando que os populares cortem pinheiros na floresta de forma desordenada. «Temos mais de 200 pinheiros para oferecer e a campanha dura, pelo menos, até se acabarem as árvores que temos para oferta, mas também temos muita gente que leva um pinheiro e deixa várias ofertas», contabilizou Isabel Coutinho. A ação começou no iníCAMPANHA DM cio deste mês e todos os brinquedos, bens alimentares e material angariado serão entregues às crianças desfavorecidas através da CPCJ e das instituições de solidariedade social do concelho. «Com esta iniciativa esperamos chegar a cerca de 300 a 400 crianças, contribuindo para que tenham um Natal mais feliz», apontou a autarca. De igual modo, o Lions Club também está a replicar a iniciativa, com o mesmo propósito.
Paralelamente, o Município de Cabeceiras de Basto vai entregar, entre 15 e 21 deste mês, cerca de 500 cabazes de Natal a outras tantas famílias carenciadas do concelho, assegurando que chegará à sua mesa um vasto conjunto de bens essenciais e típicos da gastronomia natalícia. «Esta é uma época especial, que nos toca a todos e nos sensibiliza. Por isso, promovemos esta e muitas outras iniciativas para efetivamente tornar Cabeceiras de Basto num lugar mágico ao longo destes dias», resumiu o presidente da Câmara, Francisco Alves. “Cabeceiras de Basto, um lugar mágico” é o slogan adotado pelo Município para um vasto conjunto de ações de solidariedade e animação de rua, que tiveram início no passado dia 1 deste mês e se prolongam até 23 de dezembro. Hoje, no âmbito do programa, a Praça da República vai receber a chegada do Pai Natal, a partir das 16h00, seguindo-se a inauguração da iluminação e árvore de Natal que decora o centro da vila. Ontem, um grupo de crianças dos jardins de infância decorou todas as árvores da praça com enfeites criativos, emprestando mais «colorido e calor humano» à época festiva. Naquele programa, merece, ainda destaque, a realização do Mercadinho de Natal, com produtos da terra e vendas solidárias, que decorrerá nos dias 19 e 20, na Praça da República, com muita animação e surpresas. Ainda no que respeita à animação, o Mosteiro de S. Miguel de Refojos vai ser palco, no dia 19, de um concerto de canto gregoriano e, no dia 20, de um concerto de Natal pela Banda Cabeceirense.
Cabeceiras troca pinheiros por brinquedos e alimentos para crianças carenciadas A Câmara Municipal de Cabeceiras de Basto está a oferecer um pinheiro em troca de brinquedos, material didático e bens alimentares para crianças carenciadas. Trata-se de uma iniciativa solidária a que se juntam muitas outras nesta época natalícia.
Uma árvore de Natal por um presente para uma criança carenciada. Esta é a proposta lançada pelo Município de Cabeceiras de Basto, Banco Local de Voluntariado, Comissão de Proteção de Crianças e Jovens, Régie Cooperativa Basto Vida e Gabinete Técnico-Florestal aos cabeceirenses. A campanha solidária começou no início do mês e aceita a oferta de brinquedos, livros, jogos didáticos, papas, fraldas, leite, entre outros géneros. «Queremos associar a oferta dos pinheiros de Natal a uma causa solidária, desafiando os cabeceirenses a oferecerem um brinquedo, material didático e bens alimentares para crianças mais desfavorecidas do concelho», suportou Isabel Coutinho, vereadora da cultura e desporto, ontem, na apresentação do vasto programa de iniPraça da República promete ser “lugar mágico” neste Natal Região Queremos mostrar, ao longo desta época festiva, o melhor de Cabeceiras de Basto e o nosso lado mais solidário. FRANCISCO ALVES Queremos associar a toda esta campanha uma mensagem de cidadania, tolerância e solidariedade humana. ISABEL COUTINHO DM ciativas que o Município elaborou para assinalar a época festiva. Os bens solicitados resultam de uma necessidade identificada no terreno pela Comissão de Proteção de Crianças e Jovens (CPCJ) e outras IPSS do concelho. A iniciativa solidária “uma árvore de Natal por um presente” pretende contribuir para que as crianças mais carenciadas do concelho possam ter uma época natalícia mais feliz, mas também valorizando a proteção ambiental, evitando que os populares cortem pinheiros na floresta de forma desordenada. «Temos mais de 200 pinheiros para oferecer e a campanha dura, pelo menos, até se acabarem as árvores que temos para oferta, mas também temos muita gente que leva um pinheiro e deixa várias ofertas», contabilizou Isabel Coutinho. A ação começou no iníCAMPANHA DM cio deste mês e todos os brinquedos, bens alimentares e material angariado serão entregues às crianças desfavorecidas através da CPCJ e das instituições de solidariedade social do concelho. «Com esta iniciativa esperamos chegar a cerca de 300 a 400 crianças, contribuindo para que tenham um Natal mais feliz», apontou a autarca. De igual modo, o Lions Club também está a replicar a iniciativa, com o mesmo propósito.
Paralelamente, o Município de Cabeceiras de Basto vai entregar, entre 15 e 21 deste mês, cerca de 500 cabazes de Natal a outras tantas famílias carenciadas do concelho, assegurando que chegará à sua mesa um vasto conjunto de bens essenciais e típicos da gastronomia natalícia. «Esta é uma época especial, que nos toca a todos e nos sensibiliza. Por isso, promovemos esta e muitas outras iniciativas para efetivamente tornar Cabeceiras de Basto num lugar mágico ao longo destes dias», resumiu o presidente da Câmara, Francisco Alves. “Cabeceiras de Basto, um lugar mágico” é o slogan adotado pelo Município para um vasto conjunto de ações de solidariedade e animação de rua, que tiveram início no passado dia 1 deste mês e se prolongam até 23 de dezembro. Hoje, no âmbito do programa, a Praça da República vai receber a chegada do Pai Natal, a partir das 16h00, seguindo-se a inauguração da iluminação e árvore de Natal que decora o centro da vila. Ontem, um grupo de crianças dos jardins de infância decorou todas as árvores da praça com enfeites criativos, emprestando mais «colorido e calor humano» à época festiva. Naquele programa, merece, ainda destaque, a realização do Mercadinho de Natal, com produtos da terra e vendas solidárias, que decorrerá nos dias 19 e 20, na Praça da República, com muita animação e surpresas. Ainda no que respeita à animação, o Mosteiro de S. Miguel de Refojos vai ser palco, no dia 19, de um concerto de canto gregoriano e, no dia 20, de um concerto de Natal pela Banda Cabeceirense.
27.11.15
Arranca hoje mais uma campanha do Banco Alimentar
in SicNotícias
Mais de 40 mil voluntários vão estar durante o fim-de-semana distribuídos por cerca de dois mil supermercados a pedir às pessoas que contribuam com bens alimentares para mais uma campanha do Banco Alimentar contra a fome.
"No próximo fim-de-semana temos uma vez mais a habitual campanha saco e esta campanha ocorre em cerca de 2 mil lojas com a ajuda inestimável de 42 mil pessoas que voluntariamente dão o seu tempo com um único fito que é convidar pessoas que vão às compras a partilhar um pouco daquilo que vão comprar para sua casa com as pessoas mais pobres da sua região", disse à Lusa Isabel Jonet, Presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome.
Este é o convite que é deixado campanha após campanha pelos voluntários que nos dias 28 e 29 de novembro vão vestir a camisola da luta contra a fome em Portugal e vão estar nos supermercados a distribuir sacos pelas pessoas que vão às compras, para que estas colaborem com alguns produtos alimentares.
Estes alimentos serão depois transportados para cada um dos 21 bancos alimentares em atividade em Portugal e depois serão distribuídos logo a partir de segunda-feira através de uma rede de instituições de solidariedade a pessoas com carências.
"Os Bancos Alimentares trabalham nesta lógica: recolha local, distribuição local, onde recolhem, distribuem, aumentando assim, por um lado, a proximidade entre quem dá e quem recebe, mas sobretudo também garantindo o controlo do destino dos produtos", disse a responsável.
As instituições são o grande parceiro do Banco Alimentar (BA) no terreno, "porque são as instituições que conhecem as famílias, que podem chegar a cada família, mas que também podem através do alimento e do apoio desenvolver projetos de autonomização das famílias", acrescentou.
Segundo Isabel Jonet, atualmente são apoiadas 425 mil pessoas, através das 2.600 instituições a quem o BA entrega diariamente alimentos.
Essas pessoas são ajudadas tanto com cabazes de alimentos como com refeições confecionadas: os cabazes são entregues às famílias, que vão uma vez por semana a uma instituição buscar um saco de comida, e os alimentos são distribuídos já confecionados em casas das pessoas sob a forma de apoio domiciliário ou na própria instituição, que tem as valências de creche, de ATL, de lar.
Aquilo que garantimos é que tudo aquilo que uma instituição leva do Banco Alimentar chega ao prato de uma família com carências alimentares e que faz parte de um processo integrado de ajuda.
As campanha vai dispor de sacos "amigos de ambiente", sacos de papel que têm também a vantagem de servir para "alimentar a campanha papel por alimentos que os bancos alimentares desenvolvem ao longo de todo o ano", no âmbito da qual solicitam às pessoas que doem o seu papel, que é depois encaminhado para um operador de resíduos, que dá alimentos em troca.
Ainda haverá sacos de plástico, para escoar o stock existente em cada um dos bancos alimentares.
As "campanhas saco" são complementadas com outras duas modalidades: um vale, disponível nas caixas dos supermercados até dia 6 de dezembro, que as pessoas podem entregar no valor de um produto, e uma plataforma online no site www.alimenteestaideia.net, onde se pode fazer uma doação.
Na última campanha, os bancos alimentares recolheram 2.650 toneladas de alimento, mas o que Isabel Jonet tem como previsão para esta campanha é o mesmo que tem para todas, "o melhor que pode ser naquele momento porque são aquilo que os portugueses têm vontade e capacidade de ajudar".
"O Banco Alimentar e as suas campanhas são um dos bons barómetros que há em Portugal para mediar a situação das famílias porque quem contribui para o BA não são as pessoas com mais capacidade financeira, não são os mais ricos, são muitas vezes até os mais pobres e aqueles que com este donativo querem fazer a diferença", frisou.
Segundo a responsável, o que se verificou desde 2010 foi que no ano em que havia mais crise houve uma quebra na entrada de produtos, mas não no número de sacos disponibilizados, o que significa que "doaram as mesmas pessoas mas doaram menos".
Nas duas últimas campanhas já se registou um acréscimo nas quantidades na campanha saco e um grande acréscimo na ajuda vale, disse, acrescentando ter a convicção de que "também esta será a melhor campanha que puder ser".
Lusa
Mais de 40 mil voluntários vão estar durante o fim-de-semana distribuídos por cerca de dois mil supermercados a pedir às pessoas que contribuam com bens alimentares para mais uma campanha do Banco Alimentar contra a fome.
"No próximo fim-de-semana temos uma vez mais a habitual campanha saco e esta campanha ocorre em cerca de 2 mil lojas com a ajuda inestimável de 42 mil pessoas que voluntariamente dão o seu tempo com um único fito que é convidar pessoas que vão às compras a partilhar um pouco daquilo que vão comprar para sua casa com as pessoas mais pobres da sua região", disse à Lusa Isabel Jonet, Presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome.
Este é o convite que é deixado campanha após campanha pelos voluntários que nos dias 28 e 29 de novembro vão vestir a camisola da luta contra a fome em Portugal e vão estar nos supermercados a distribuir sacos pelas pessoas que vão às compras, para que estas colaborem com alguns produtos alimentares.
Estes alimentos serão depois transportados para cada um dos 21 bancos alimentares em atividade em Portugal e depois serão distribuídos logo a partir de segunda-feira através de uma rede de instituições de solidariedade a pessoas com carências.
"Os Bancos Alimentares trabalham nesta lógica: recolha local, distribuição local, onde recolhem, distribuem, aumentando assim, por um lado, a proximidade entre quem dá e quem recebe, mas sobretudo também garantindo o controlo do destino dos produtos", disse a responsável.
As instituições são o grande parceiro do Banco Alimentar (BA) no terreno, "porque são as instituições que conhecem as famílias, que podem chegar a cada família, mas que também podem através do alimento e do apoio desenvolver projetos de autonomização das famílias", acrescentou.
Segundo Isabel Jonet, atualmente são apoiadas 425 mil pessoas, através das 2.600 instituições a quem o BA entrega diariamente alimentos.
Essas pessoas são ajudadas tanto com cabazes de alimentos como com refeições confecionadas: os cabazes são entregues às famílias, que vão uma vez por semana a uma instituição buscar um saco de comida, e os alimentos são distribuídos já confecionados em casas das pessoas sob a forma de apoio domiciliário ou na própria instituição, que tem as valências de creche, de ATL, de lar.
Aquilo que garantimos é que tudo aquilo que uma instituição leva do Banco Alimentar chega ao prato de uma família com carências alimentares e que faz parte de um processo integrado de ajuda.
As campanha vai dispor de sacos "amigos de ambiente", sacos de papel que têm também a vantagem de servir para "alimentar a campanha papel por alimentos que os bancos alimentares desenvolvem ao longo de todo o ano", no âmbito da qual solicitam às pessoas que doem o seu papel, que é depois encaminhado para um operador de resíduos, que dá alimentos em troca.
Ainda haverá sacos de plástico, para escoar o stock existente em cada um dos bancos alimentares.
As "campanhas saco" são complementadas com outras duas modalidades: um vale, disponível nas caixas dos supermercados até dia 6 de dezembro, que as pessoas podem entregar no valor de um produto, e uma plataforma online no site www.alimenteestaideia.net, onde se pode fazer uma doação.
Na última campanha, os bancos alimentares recolheram 2.650 toneladas de alimento, mas o que Isabel Jonet tem como previsão para esta campanha é o mesmo que tem para todas, "o melhor que pode ser naquele momento porque são aquilo que os portugueses têm vontade e capacidade de ajudar".
"O Banco Alimentar e as suas campanhas são um dos bons barómetros que há em Portugal para mediar a situação das famílias porque quem contribui para o BA não são as pessoas com mais capacidade financeira, não são os mais ricos, são muitas vezes até os mais pobres e aqueles que com este donativo querem fazer a diferença", frisou.
Segundo a responsável, o que se verificou desde 2010 foi que no ano em que havia mais crise houve uma quebra na entrada de produtos, mas não no número de sacos disponibilizados, o que significa que "doaram as mesmas pessoas mas doaram menos".
Nas duas últimas campanhas já se registou um acréscimo nas quantidades na campanha saco e um grande acréscimo na ajuda vale, disse, acrescentando ter a convicção de que "também esta será a melhor campanha que puder ser".
Lusa
29.10.15
Mais uma gota para o oceano solidário
Jorge Manuel Pereira, in "Brados"
Cerca de centena e meia de litros de leite, 57 papas lácteas, uma dúzia de pacotes de bolachas, diversos pacotes de arroz e massa e material escolar foi o resultado da última recolha desenvolvida pelo Clube dos Direitos Humanos da Escola Secundária Rainha Santa Isabel, de Estremoz, e os artigos que visam ajudar o Centro Social e Paroquial de Santo André a cumprir a sua nobre missão em prol dos mais desfavorecidos. JORGE MANUEL PEREIRA Para a realização da iniciativa, que decorreu entre os dias 12 e 26 de Outubro, foi feito um apelo junto de toda a comunidade escolar (e também de alguns parceiros) no sentido de expressarem a sua solidariedade activa relativamente aos mais carenciados num momento de especiais dificuldades para muitas famílias portuguesas e também da região. Contudo, esta foi apenas mais uma "gota de água no oceano" das necessidades, reconhece o clube promotor da acção, realçando "que estes gestos não são suficientes para assegurar aquilo a que todas as pessoas têm direito". Integrada na campanha nacional "Contra a Pobreza e a Exclusão Social", a iniciativa solidária contou com a parceria do Núcleo de Estremoz da Amnistia Internacional e com a colaboração da Academia Sénior de Estremoz.
Cerca de centena e meia de litros de leite, 57 papas lácteas, uma dúzia de pacotes de bolachas, diversos pacotes de arroz e massa e material escolar foi o resultado da última recolha desenvolvida pelo Clube dos Direitos Humanos da Escola Secundária Rainha Santa Isabel, de Estremoz, e os artigos que visam ajudar o Centro Social e Paroquial de Santo André a cumprir a sua nobre missão em prol dos mais desfavorecidos. JORGE MANUEL PEREIRA Para a realização da iniciativa, que decorreu entre os dias 12 e 26 de Outubro, foi feito um apelo junto de toda a comunidade escolar (e também de alguns parceiros) no sentido de expressarem a sua solidariedade activa relativamente aos mais carenciados num momento de especiais dificuldades para muitas famílias portuguesas e também da região. Contudo, esta foi apenas mais uma "gota de água no oceano" das necessidades, reconhece o clube promotor da acção, realçando "que estes gestos não são suficientes para assegurar aquilo a que todas as pessoas têm direito". Integrada na campanha nacional "Contra a Pobreza e a Exclusão Social", a iniciativa solidária contou com a parceria do Núcleo de Estremoz da Amnistia Internacional e com a colaboração da Academia Sénior de Estremoz.
24.4.15
Recolha de alimentos da Cruz Vermelha de hoje até domingo
in TVI24
Os voluntários vão estar distribuídos por mais de 200 lojas Continente em Portugal Continental e nas ilhas da Madeira e Açores
A Cruz Vermelha Portuguesa inicia esta sexta-feira uma campanha nacional de recolha de alimentos e bens essenciais. Os produtos adquiridos no movimento, que durará três dias, serão distribuídos pelas famílias carenciadas apoiadas pelas cerca de 100 organizações de todo o país.
Segundo um comunicado da organização, para contribuir basta entregar os produtos aos voluntários distribuídos por mais de 200 lojas Continente em Portugal Continental e nas ilhas da Madeira e Açores.
De acordo com a Lusa, os portugueses poderão doar papas e produtos para bebés, leite e leite em pó, enlatados diversos, farinha, azeite, cereais, arroz, massa, açúcar bem como outros bens essenciais não perecíveis.
A organização adianta que os bens adquiridos serão distribuídos de acordo com «as necessidades mais urgentes de cada região, a nível nacional, com o objetivo de ajudar muitas famílias portuguesas que procuram apoio junto da instituição».
Cerca de 2,6 milhões de pessoas, incluindo 640 mil crianças e jovens, vivem em risco de pobreza em Portugal.
Os voluntários vão estar distribuídos por mais de 200 lojas Continente em Portugal Continental e nas ilhas da Madeira e Açores
A Cruz Vermelha Portuguesa inicia esta sexta-feira uma campanha nacional de recolha de alimentos e bens essenciais. Os produtos adquiridos no movimento, que durará três dias, serão distribuídos pelas famílias carenciadas apoiadas pelas cerca de 100 organizações de todo o país.
Segundo um comunicado da organização, para contribuir basta entregar os produtos aos voluntários distribuídos por mais de 200 lojas Continente em Portugal Continental e nas ilhas da Madeira e Açores.
De acordo com a Lusa, os portugueses poderão doar papas e produtos para bebés, leite e leite em pó, enlatados diversos, farinha, azeite, cereais, arroz, massa, açúcar bem como outros bens essenciais não perecíveis.
A organização adianta que os bens adquiridos serão distribuídos de acordo com «as necessidades mais urgentes de cada região, a nível nacional, com o objetivo de ajudar muitas famílias portuguesas que procuram apoio junto da instituição».
Cerca de 2,6 milhões de pessoas, incluindo 640 mil crianças e jovens, vivem em risco de pobreza em Portugal.
2.6.14
Donativos ao Banco Alimentar Contra a Fome cairam 15%
in TSF
Na campanha deste fim-de-semana, foram recolhidas 2.081 toneladas, menos 370 toneladas do que no ano passado. A presidente do Banco Alimentar, Isabel Jonet, explica a descida pelo bom tempo que levou muitas pessoas para a praia, e também pelos festivais de música e eventos desportivos.
O Banco Alimentar Contra a Fome recolheu este fim de semana mais de duas mil toneladas de alimentos na campanha realizada em cerca de duas mil superfícies comerciais, números que representam um decréscimo de 15% em comparação com 2013.
Em comunicado, a presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, Isabel Jonet, agradeceu o apoio de todos, apesar de salientar que houve «algum decréscimo registado em relação à campanha homóloga do ano anterior», justificando-o com a menor presença de pessoas nas lojas devido a «diversos eventos musicais, desportivos e de ter sido o primeiro fim-de-semana de bom tempo».
Os Bancos Alimentares Contra a Fome recolheram 2.081 toneladas de géneros alimentares na campanha realizada em 1.995 superfícies comerciais das zonas de Abrantes, Algarve, Aveiro, Beja, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Cova da Beira, Évora, Leiria-Fátima, Lisboa, Oeste, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, S. Miguel, Viana do Castelo, Viseu, Terceira, Madeira.
Os resultados ainda não integram ainda os donativos efetuados no âmbito da Campanha Vale nem através da plataforma online, outras das formas que têm sido escolhidas pelos particulares pelo «nível de conforto» e de «facilitação da operação logística», segundo o comunicado.
Os géneros alimentares recolhidos vão ser distribuídos, a partir da próxima semana, a 2.257 Instituições de Solidariedade Social, que, posteriormente, os entregam a cerca de 375 mil pessoas com carências alimentares comprovadas, sob a forma de cabazes ou de refeições confecionadas.
Ao longo da desta semana há ainda a possibilidade de contribuir para os Bancos Alimentares Contra a Fome pela internet em alimentestaideia.net, além da campanha "Ajuda Vale" continuar em algumas grandes superfícies e bombas de gasolina.
Pela primeira vez Angola realizou uma ação de recolha de bens idêntica, com nove toneladas de alimentos a serem angariadas com recurso a voluntários.
Na campanha deste fim-de-semana, foram recolhidas 2.081 toneladas, menos 370 toneladas do que no ano passado. A presidente do Banco Alimentar, Isabel Jonet, explica a descida pelo bom tempo que levou muitas pessoas para a praia, e também pelos festivais de música e eventos desportivos.
O Banco Alimentar Contra a Fome recolheu este fim de semana mais de duas mil toneladas de alimentos na campanha realizada em cerca de duas mil superfícies comerciais, números que representam um decréscimo de 15% em comparação com 2013.
Em comunicado, a presidente da Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares Contra a Fome, Isabel Jonet, agradeceu o apoio de todos, apesar de salientar que houve «algum decréscimo registado em relação à campanha homóloga do ano anterior», justificando-o com a menor presença de pessoas nas lojas devido a «diversos eventos musicais, desportivos e de ter sido o primeiro fim-de-semana de bom tempo».
Os Bancos Alimentares Contra a Fome recolheram 2.081 toneladas de géneros alimentares na campanha realizada em 1.995 superfícies comerciais das zonas de Abrantes, Algarve, Aveiro, Beja, Braga, Castelo Branco, Coimbra, Cova da Beira, Évora, Leiria-Fátima, Lisboa, Oeste, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal, S. Miguel, Viana do Castelo, Viseu, Terceira, Madeira.
Os resultados ainda não integram ainda os donativos efetuados no âmbito da Campanha Vale nem através da plataforma online, outras das formas que têm sido escolhidas pelos particulares pelo «nível de conforto» e de «facilitação da operação logística», segundo o comunicado.
Os géneros alimentares recolhidos vão ser distribuídos, a partir da próxima semana, a 2.257 Instituições de Solidariedade Social, que, posteriormente, os entregam a cerca de 375 mil pessoas com carências alimentares comprovadas, sob a forma de cabazes ou de refeições confecionadas.
Ao longo da desta semana há ainda a possibilidade de contribuir para os Bancos Alimentares Contra a Fome pela internet em alimentestaideia.net, além da campanha "Ajuda Vale" continuar em algumas grandes superfícies e bombas de gasolina.
Pela primeira vez Angola realizou uma ação de recolha de bens idêntica, com nove toneladas de alimentos a serem angariadas com recurso a voluntários.
12.6.13
Dezenas de toneladas de alimentos doados ao Banco Alimentar através da Internet
in Público on-line
Dezenas de toneladas de alimentos doados ao Banco Alimentar através da Internet
Mais de 50 toneladas de açúcar, salsichas e atum e mais de 20 mil litros de leite, azeite e óleo foram doados ao Banco Alimentar contra a Fome através da campanha online, que terminou no domingo.
A campanha “Alimente esta ideia” permite aos internautas comprarem ‘online’ seis produtos (azeite, óleo, salsichas, atum, leite e açúcar) que serão depois doados a quem necessita.
Segundo a página online da campanha, 2586 doadores contribuíram até domingo com 10.504 litros de azeite, 8928 litros de óleo, 32.408 litros de leite, 2321 quilos de atum, 8749 quilos de salsichas e 9674 quilos de açúcar.
Na última campanha online, em Dezembro passado, o Banco Alimentar conseguiu arrecadar donativos com origem em 24 países, de portugueses e de estrangeiros, totalizando mais de 104 toneladas de alimentos, enquanto a campanha de Junho de 2012 recebeu donativos de 2500 internautas, que doaram em média 31,26 euros.
O Banco Alimentar realiza, duas vezes por ano, três campanhas: a campanha online, a tradicional recolha de alimentos nos supermercados e a campanha “Ajuda vale”, em que as pessoas podem comprar, na caixa dos supermercados, vales de seis produtos selecionados.
No primeiro fim de semana de Junho, cerca de 39.500 voluntários estiveram distribuídos por 1818 supermercados de todo o país, a recolher contributos que ajudam, neste momento, 20 bancos alimentares.
As dádivas que chegam ao Banco Alimentar Contra a Fome apoiam diariamente 2221 instituições de solidariedade social em território nacional, que, por sua vez, ajudam 378 mil pessoas.
De acordo com a presidente do Banco Alimentar, Isabel Jonet, a recolha do primeiro fim de semana de Junho, traduziu-se aproximadamente no mesmo volume de alimentos doados em relação ao ano anterior.
Dezenas de toneladas de alimentos doados ao Banco Alimentar através da Internet
Mais de 50 toneladas de açúcar, salsichas e atum e mais de 20 mil litros de leite, azeite e óleo foram doados ao Banco Alimentar contra a Fome através da campanha online, que terminou no domingo.
A campanha “Alimente esta ideia” permite aos internautas comprarem ‘online’ seis produtos (azeite, óleo, salsichas, atum, leite e açúcar) que serão depois doados a quem necessita.
Segundo a página online da campanha, 2586 doadores contribuíram até domingo com 10.504 litros de azeite, 8928 litros de óleo, 32.408 litros de leite, 2321 quilos de atum, 8749 quilos de salsichas e 9674 quilos de açúcar.
Na última campanha online, em Dezembro passado, o Banco Alimentar conseguiu arrecadar donativos com origem em 24 países, de portugueses e de estrangeiros, totalizando mais de 104 toneladas de alimentos, enquanto a campanha de Junho de 2012 recebeu donativos de 2500 internautas, que doaram em média 31,26 euros.
O Banco Alimentar realiza, duas vezes por ano, três campanhas: a campanha online, a tradicional recolha de alimentos nos supermercados e a campanha “Ajuda vale”, em que as pessoas podem comprar, na caixa dos supermercados, vales de seis produtos selecionados.
No primeiro fim de semana de Junho, cerca de 39.500 voluntários estiveram distribuídos por 1818 supermercados de todo o país, a recolher contributos que ajudam, neste momento, 20 bancos alimentares.
As dádivas que chegam ao Banco Alimentar Contra a Fome apoiam diariamente 2221 instituições de solidariedade social em território nacional, que, por sua vez, ajudam 378 mil pessoas.
De acordo com a presidente do Banco Alimentar, Isabel Jonet, a recolha do primeiro fim de semana de Junho, traduziu-se aproximadamente no mesmo volume de alimentos doados em relação ao ano anterior.
11.6.13
Procura de ajuda alimentar junto das IPSS aumentou nos últimos dois anos
in TSF
A procura de ajuda alimentar junto das Instituições de Solidariedade Social aumentou consideravelmente nos últimos dois anos. 86% dos que recorrem a ela fazem para pedir comida. Entre quem se dirige às IPSS mais de metade, quase 60%, só se viu nessa contingência também nos últimos 2 anos. São conclusões que constam de um estudo feito em parceria pelo Banco Alimentar Contra a Fome e a Universidade Católica que a TSF antecipa esta manhã. Declarações de Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar Contra a Fome, e do padre Jardim Moreira, presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza.
A procura de ajuda alimentar junto das Instituições de Solidariedade Social aumentou consideravelmente nos últimos dois anos. 86% dos que recorrem a ela fazem para pedir comida. Entre quem se dirige às IPSS mais de metade, quase 60%, só se viu nessa contingência também nos últimos 2 anos. São conclusões que constam de um estudo feito em parceria pelo Banco Alimentar Contra a Fome e a Universidade Católica que a TSF antecipa esta manhã. Declarações de Isabel Jonet, presidente do Banco Alimentar Contra a Fome, e do padre Jardim Moreira, presidente da Rede Europeia Anti-Pobreza.
Crise leva fome a um em cada quatro carenciados
in Diário do Minho
Quase 40 por cento dos participantes num inquérito da Federação dos Bancos Alimentares Contra a Fome confessaram ter passado um dia sem comer por falta de dinheiro e mais de metade disseram que o rendimento familiar «nunca é suficiente para viver».
[leia aqui o artigo na íntegra]
Quase 40 por cento dos participantes num inquérito da Federação dos Bancos Alimentares Contra a Fome confessaram ter passado um dia sem comer por falta de dinheiro e mais de metade disseram que o rendimento familiar «nunca é suficiente para viver».
[leia aqui o artigo na íntegra]
3.12.12
Bancos Alimentares recolheram 2914 toneladas no fim-de-semana
in Jornal de Notícias
Os Bancos Alimentares Contra a Fome recolheram 2914 toneladas de alimentos na campanha realizada nos supermercados durante o fim-de-semana, revelou a responsável pela operação, Isabel Jonet.
"É extraordinário ver a adesão dos portugueses", disse Isabel Jonet, presidente da Federação Portuguesa de Bancos Alimentares Contra a Fome.
A campanha decorreu no sábado e domingo, nos supermercados do país, com o objetivo de recolher alimentos essenciais para pessoas carenciadas, nomeadamente farinha, leite, arroz, massa, óleo, azeite e vários tipos de enlatados.
Cerca de 38500 voluntários do continente e ilhas foram mobilizados para esta operação de recolha de alimentos em mais de 1600 estabelecimentos comerciais.
"Essas quantidades agora recolhidas e o número de portugueses que quiseram colaborar mostram bem como os portugueses são solidários, numa resposta clara de inconformismo e disponibilidade para ajudar a minorar carências e dificuldades daqueles que mais precisam", indicou a responsável.
De acordo com o Banco Alimentar, as 2914 toneladas de alimentos recolhidas serão distribuídas a partir da próxima semana a 2373 instituições de solidariedade social, para entrega a cerca de 373 mil pessoas carenciadas.
A campanha dos Bancos Alimentares Contra a Fome realizada em novembro do ano passado recolheu cerca de 2950 toneladas de alimentos.
"Sabemos que o próximo vai ser um ano especialmente difícil e portanto a expetativa era que pelo menos se aproximasse do montante que foi recolhido na campanha de novembro de 2011 e assim foi", frisou.
"Devemos estar muito contentes porque os portugueses quiseram uma vez mais demonstrar que estão disponíveis para colaborar. Penso que há aqui uma mensagem clara de confiança em relação ao projeto dos Bancos Alimentares Contra a Fome", concluiu Isabel Jonet.
A par da campanha de recolha de alimentos em supermercados, o Banco Alimentar Contra a Fome disponibiliza ainda, até 9 de dezembro, a possibilidade de doar alimentos online em http://www.alimentestaideia.net/.
O objetivo é dar a possibilidade das pessoas poderem fazer doações sem se deslocarem aos estabelecimentos comerciais.
Os Bancos Alimentares Contra a Fome recolheram 2914 toneladas de alimentos na campanha realizada nos supermercados durante o fim-de-semana, revelou a responsável pela operação, Isabel Jonet.
"É extraordinário ver a adesão dos portugueses", disse Isabel Jonet, presidente da Federação Portuguesa de Bancos Alimentares Contra a Fome.
A campanha decorreu no sábado e domingo, nos supermercados do país, com o objetivo de recolher alimentos essenciais para pessoas carenciadas, nomeadamente farinha, leite, arroz, massa, óleo, azeite e vários tipos de enlatados.
Cerca de 38500 voluntários do continente e ilhas foram mobilizados para esta operação de recolha de alimentos em mais de 1600 estabelecimentos comerciais.
"Essas quantidades agora recolhidas e o número de portugueses que quiseram colaborar mostram bem como os portugueses são solidários, numa resposta clara de inconformismo e disponibilidade para ajudar a minorar carências e dificuldades daqueles que mais precisam", indicou a responsável.
De acordo com o Banco Alimentar, as 2914 toneladas de alimentos recolhidas serão distribuídas a partir da próxima semana a 2373 instituições de solidariedade social, para entrega a cerca de 373 mil pessoas carenciadas.
A campanha dos Bancos Alimentares Contra a Fome realizada em novembro do ano passado recolheu cerca de 2950 toneladas de alimentos.
"Sabemos que o próximo vai ser um ano especialmente difícil e portanto a expetativa era que pelo menos se aproximasse do montante que foi recolhido na campanha de novembro de 2011 e assim foi", frisou.
"Devemos estar muito contentes porque os portugueses quiseram uma vez mais demonstrar que estão disponíveis para colaborar. Penso que há aqui uma mensagem clara de confiança em relação ao projeto dos Bancos Alimentares Contra a Fome", concluiu Isabel Jonet.
A par da campanha de recolha de alimentos em supermercados, o Banco Alimentar Contra a Fome disponibiliza ainda, até 9 de dezembro, a possibilidade de doar alimentos online em http://www.alimentestaideia.net/.
O objetivo é dar a possibilidade das pessoas poderem fazer doações sem se deslocarem aos estabelecimentos comerciais.
29.11.12
Banco Alimentar está acima das divisões no país
in Angela Roque, in RR
Campanha de recolha decorre no próximo fim-de-semana.
O Banco Alimentar contra a Fome está acima das divisões ideológicas que a recente polémica com as declarações de Isabel Jonet veio avivar, diz Pedro Vaz Patto que no debate desta quarta-feira na Renascença disse acreditar que a campanha de recolha do próximo fim-de-semana não será prejudicada.
"Eu acho que o Banco Alimentar está acima dessas divisões e tem congregado o apoio de todas as pessoas independentemente das suas convicções. No início tive receio quando vi apelos ao boicote, às pessoas não colaborarem. Penso que isso passará", disse.
Pedro Vaz Patto lamenta os juízos de valor que foram feitos - alguns até por responsáveis políticos - e considera um erro os que menosprezam iniciativas como as do Banco Alimentar e acham que o Estado Social devia bastar.
"Não se deve contrapor o Estado Social a este tipo de iniciativas porque se complementam. O Estado não pode chegar a todo o lado. É evidente que combater a fome, dar de comer a quem tem fome, não vai à raiz do problema da pobreza, é importante também pensar nisso. Implica transformações estruturais. Enquanto não há essas transformações estruturais as pessoas continuam a passar fome, não deixam de passar fome por causa de manifestações ideológicas, ou de grandes propósitos de transformação do sistema vigente. Portanto é preciso conciliar as duas coisas. E sobretudo também o Estado deve aproveitar estas energias, que são energias positivas, de pessoas que se dedicam voluntariamente a estas causas", acrescenta.
Pedro Vaz Patto também lamenta que alguns tenham desvirtuado o conceito cristão de "caridade", quando acusaram Isabel Jonet, a presidente do Banco Alimentar.
"Nessa polémica caracterizou-se este tipo de iniciativas de uma forma depreciativa com a palavra «caridade» ou ‘caridadezinha’. Ora bom, eu acho que nós os cristãos devemos salvaguardar aquele que é, de facto, o sentido autêntico da caridade, que é a virtude cristã por excelência, e que o Papa Bento XVI, na Encíclica ‘Cáritas in Veritate’ caracteriza como ‘a força propulsora principal para o verdadeiro desenvolvimento de cada pessoa e da humanidade inteira’. Não é dar uma esmola, é dar tudo como deu Jesus. Portanto acho que é bom não deixar que esta palavra e este conceito de caridade seja desvirtuado", acrescenta.
O Banco Alimentar apoia mais de 330 mil portugueses através de várias instituições de solidariedade social em todo o país. A par da campanha de recolha nos supermercados, que vai decorrer sábado e domingo, já está activa a campanha on-line.
Pode colaborar até 9 de Dezembro através do site www.alimenteestaideia.net
A propósito do Advento, que começa Domingo, no debate desta noite na Renascença também se falou da iniciativa "Presépio na Cidade", que regressa ao Chiado segunda-feira e de como o novo livro do Papa não retira do presépio nem a vaca nem o burro. O debate contou ainda com a presença de Bernardo Cardoso, um dos organizadores do encontro "Fé - o Grande Método da Razão", que está a decorrer no Campo Pequeno em Lisboa.
Campanha de recolha decorre no próximo fim-de-semana.
O Banco Alimentar contra a Fome está acima das divisões ideológicas que a recente polémica com as declarações de Isabel Jonet veio avivar, diz Pedro Vaz Patto que no debate desta quarta-feira na Renascença disse acreditar que a campanha de recolha do próximo fim-de-semana não será prejudicada.
"Eu acho que o Banco Alimentar está acima dessas divisões e tem congregado o apoio de todas as pessoas independentemente das suas convicções. No início tive receio quando vi apelos ao boicote, às pessoas não colaborarem. Penso que isso passará", disse.
Pedro Vaz Patto lamenta os juízos de valor que foram feitos - alguns até por responsáveis políticos - e considera um erro os que menosprezam iniciativas como as do Banco Alimentar e acham que o Estado Social devia bastar.
"Não se deve contrapor o Estado Social a este tipo de iniciativas porque se complementam. O Estado não pode chegar a todo o lado. É evidente que combater a fome, dar de comer a quem tem fome, não vai à raiz do problema da pobreza, é importante também pensar nisso. Implica transformações estruturais. Enquanto não há essas transformações estruturais as pessoas continuam a passar fome, não deixam de passar fome por causa de manifestações ideológicas, ou de grandes propósitos de transformação do sistema vigente. Portanto é preciso conciliar as duas coisas. E sobretudo também o Estado deve aproveitar estas energias, que são energias positivas, de pessoas que se dedicam voluntariamente a estas causas", acrescenta.
Pedro Vaz Patto também lamenta que alguns tenham desvirtuado o conceito cristão de "caridade", quando acusaram Isabel Jonet, a presidente do Banco Alimentar.
"Nessa polémica caracterizou-se este tipo de iniciativas de uma forma depreciativa com a palavra «caridade» ou ‘caridadezinha’. Ora bom, eu acho que nós os cristãos devemos salvaguardar aquele que é, de facto, o sentido autêntico da caridade, que é a virtude cristã por excelência, e que o Papa Bento XVI, na Encíclica ‘Cáritas in Veritate’ caracteriza como ‘a força propulsora principal para o verdadeiro desenvolvimento de cada pessoa e da humanidade inteira’. Não é dar uma esmola, é dar tudo como deu Jesus. Portanto acho que é bom não deixar que esta palavra e este conceito de caridade seja desvirtuado", acrescenta.
O Banco Alimentar apoia mais de 330 mil portugueses através de várias instituições de solidariedade social em todo o país. A par da campanha de recolha nos supermercados, que vai decorrer sábado e domingo, já está activa a campanha on-line.
Pode colaborar até 9 de Dezembro através do site www.alimenteestaideia.net
A propósito do Advento, que começa Domingo, no debate desta noite na Renascença também se falou da iniciativa "Presépio na Cidade", que regressa ao Chiado segunda-feira e de como o novo livro do Papa não retira do presépio nem a vaca nem o burro. O debate contou ainda com a presença de Bernardo Cardoso, um dos organizadores do encontro "Fé - o Grande Método da Razão", que está a decorrer no Campo Pequeno em Lisboa.
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