No «Dois às 10», falamos do objetivo desta iniciativa do Lidl, que vai doar 250 mil euros à Cruz Vermelha Portuguesa. Este valor vai permitir apoiar 272 famílias, já sinalizadas pela CVP, em várias áreas: famílias em situação de pobreza energética, pessoas em situação de sem-abrigo, vítimas de violência doméstica e idosos em situação de isolamento.
Mostrar mensagens com a etiqueta Cruz Vermelha Portuguesa. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cruz Vermelha Portuguesa. Mostrar todas as mensagens
25.1.23
DOAÇÃO DE 250 MIL EUROS VAI AJUDAR FAMÍLIAS NA POBREZA E VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA
in TVI
No «Dois às 10», falamos do objetivo desta iniciativa do Lidl, que vai doar 250 mil euros à Cruz Vermelha Portuguesa. Este valor vai permitir apoiar 272 famílias, já sinalizadas pela CVP, em várias áreas: famílias em situação de pobreza energética, pessoas em situação de sem-abrigo, vítimas de violência doméstica e idosos em situação de isolamento.
No «Dois às 10», falamos do objetivo desta iniciativa do Lidl, que vai doar 250 mil euros à Cruz Vermelha Portuguesa. Este valor vai permitir apoiar 272 famílias, já sinalizadas pela CVP, em várias áreas: famílias em situação de pobreza energética, pessoas em situação de sem-abrigo, vítimas de violência doméstica e idosos em situação de isolamento.
10.3.22
Lisboa já recebeu 235 refugiados no centro de acolhimento de emergência
in Público on-line
Dos 235 refugiados ucranianos que até esta quinta-feira passaram pelo centro de acolhimento de emergência de Lisboa, 69 são crianças e jovens até aos 16 anos. A maioria das pessoas já foi acolhida por famílias voluntárias ou hotéis, tendo apenas 12 passado a noite no centro.
O centro de acolhimento de emergência de refugiados ucranianos em Lisboa, criado pela Câmara Municipal, já recebeu 235 pessoas, indicou esta quinta-feira o presidente da autarquia, Carlos Moedas, perspectivando que o fluxo “vai aumentar muito”.
“Neste momento já ajudámos 235 pessoas, que passaram pelo nosso centro de acolhimento. Muitos foram imediatamente enviadas seja para famílias que as podem acolher, seja para hotéis, e muito poucos tiveram que lá passar uma noite, aliás só 12 é que lá passaram uma noite, porque chegaram muito tarde”, afirmou o presidente da Câmara de Lisboa, à margem da inauguração do novo centro tecnológico da multinacional Evolution, localizado na Avenida 24 de Julho.
Instalado num pavilhão desportivo da Polícia Municipal de Lisboa, na freguesia de Campolide, o centro de acolhimento de emergência de refugiados ucranianos tem 100 camas preparadas pela Cruz Vermelha Portuguesa, mas a ideia é ser um primeiro ponto de acolhimento.
No centro de acolhimento de emergência são ainda disponibilizados cuidados de saúde, desde medicamentos a consultas médicas, apoio na formalização dos pedidos de protecção internacional, inclusive acesso imediato ao número de Segurança Social e ao Número de Identificação Fiscal (NIF), e é assegurada alimentação e apoio psicossocial.
Entre as 235 pessoas que passaram pelo centro de acolhimento de Lisboa estão “69 crianças [até aos 16 anos]”, segundo dados do município.
“Tivemos casos de crianças que tinham de ter uma consulta médica e imediatamente conseguimos ter essa consulta, alguns medicamentos que estes refugiados quando chegam não têm, portanto, temos estado a trabalhar dia e noite”, adiantou Carlos Moedas (PSD), referindo que os refugiados estão a chegar por diferentes meios, alguns em carro próprio, outros de avião, havendo ainda “à volta de 50 que já cá estavam a passar férias”.
Quem chega a Lisboa e precisa de ajuda é “imediatamente encaminhada” para o centro de acolhimento de emergência, insistiu o presidente da câmara, explicando que “as pessoas chegam muito cansadas, a um país que não conhecem”.
Contudo, acrescentou, muitos destes refugiados já trazem referências de pessoas que conhecem em Portugal que estão dispostas a ajudá-los.
Depois dessa ajuda imediata, o apoio passa por garantir soluções temporárias de alojamento, que podem ser num hotel ou em casa de famílias que se oferecem para acolher refugiados ucranianos.
Esse acolhimento deve ser pelo período de “pelo menos seis meses”, indicou Carlos Moedas, acrescentando que o passo seguinte é encontrar respostas habitacionais de longo prazo, em articulação com a Segurança Social.
Questionado sobre quantos refugiados podem chegar nos próximos tempos, o autarca de Lisboa reforçou que “estão todos os dias a chegar” mais pessoas, tendo já hoje aterrado em Figo Maduro um avião fretado pela ONG Ukranian Refugees com o apoio do Governo com 267 ucranianos a bordo.
Carlos Moedas perspectivou ainda que “o fluxo semanal será pelo menos de mais de 200 pessoas, mas pode ser muito maior”, uma vez que as pessoas que no início quiseram ficar na Ucrânia, vêem agora que não conseguem permanecer no país.
Dos 235 refugiados ucranianos que até esta quinta-feira passaram pelo centro de acolhimento de emergência de Lisboa, 69 são crianças e jovens até aos 16 anos. A maioria das pessoas já foi acolhida por famílias voluntárias ou hotéis, tendo apenas 12 passado a noite no centro.
O centro de acolhimento de emergência de refugiados ucranianos em Lisboa, criado pela Câmara Municipal, já recebeu 235 pessoas, indicou esta quinta-feira o presidente da autarquia, Carlos Moedas, perspectivando que o fluxo “vai aumentar muito”.
“Neste momento já ajudámos 235 pessoas, que passaram pelo nosso centro de acolhimento. Muitos foram imediatamente enviadas seja para famílias que as podem acolher, seja para hotéis, e muito poucos tiveram que lá passar uma noite, aliás só 12 é que lá passaram uma noite, porque chegaram muito tarde”, afirmou o presidente da Câmara de Lisboa, à margem da inauguração do novo centro tecnológico da multinacional Evolution, localizado na Avenida 24 de Julho.
Instalado num pavilhão desportivo da Polícia Municipal de Lisboa, na freguesia de Campolide, o centro de acolhimento de emergência de refugiados ucranianos tem 100 camas preparadas pela Cruz Vermelha Portuguesa, mas a ideia é ser um primeiro ponto de acolhimento.
No centro de acolhimento de emergência são ainda disponibilizados cuidados de saúde, desde medicamentos a consultas médicas, apoio na formalização dos pedidos de protecção internacional, inclusive acesso imediato ao número de Segurança Social e ao Número de Identificação Fiscal (NIF), e é assegurada alimentação e apoio psicossocial.
Entre as 235 pessoas que passaram pelo centro de acolhimento de Lisboa estão “69 crianças [até aos 16 anos]”, segundo dados do município.
“Tivemos casos de crianças que tinham de ter uma consulta médica e imediatamente conseguimos ter essa consulta, alguns medicamentos que estes refugiados quando chegam não têm, portanto, temos estado a trabalhar dia e noite”, adiantou Carlos Moedas (PSD), referindo que os refugiados estão a chegar por diferentes meios, alguns em carro próprio, outros de avião, havendo ainda “à volta de 50 que já cá estavam a passar férias”.
Quem chega a Lisboa e precisa de ajuda é “imediatamente encaminhada” para o centro de acolhimento de emergência, insistiu o presidente da câmara, explicando que “as pessoas chegam muito cansadas, a um país que não conhecem”.
Contudo, acrescentou, muitos destes refugiados já trazem referências de pessoas que conhecem em Portugal que estão dispostas a ajudá-los.
Depois dessa ajuda imediata, o apoio passa por garantir soluções temporárias de alojamento, que podem ser num hotel ou em casa de famílias que se oferecem para acolher refugiados ucranianos.
Esse acolhimento deve ser pelo período de “pelo menos seis meses”, indicou Carlos Moedas, acrescentando que o passo seguinte é encontrar respostas habitacionais de longo prazo, em articulação com a Segurança Social.
Questionado sobre quantos refugiados podem chegar nos próximos tempos, o autarca de Lisboa reforçou que “estão todos os dias a chegar” mais pessoas, tendo já hoje aterrado em Figo Maduro um avião fretado pela ONG Ukranian Refugees com o apoio do Governo com 267 ucranianos a bordo.
Carlos Moedas perspectivou ainda que “o fluxo semanal será pelo menos de mais de 200 pessoas, mas pode ser muito maior”, uma vez que as pessoas que no início quiseram ficar na Ucrânia, vêem agora que não conseguem permanecer no país.
8.4.21
Projeto pioneiro de inovação social abrange todo o concelho de Guimarães
in Semanário V
Guimarães foi o concelho escolhido no âmbito da iniciativa Portugal Inovação Social para implementar o projeto da Comunidade Criativa de Inclusão Digital de Guimarães (CCIDG). Trata-se de um projeto itinerante (sala de aula sobre rodas), com uma viatura equipada com seis postos informáticos, para a implementação de um programa de desenvolvimento de competências digitais, com vista ainda à promoção da inclusão da população mais vulnerável e em risco de exclusão digital.
O projeto é desenvolvido pela Delegação de Guimarães da Cruz Vermelha Portuguesa, financiado pelo Portugal Inovação Social em 312 mil euros, e conta com o apoio de 134 mil euros da Câmara Municipal de Guimarães como investidor social.
O Presidente da Câmara, Domingos Bragança, destacou a “resposta complementar que acrescenta mais inovação à área social e a outros projetos que estão no terreno”. Evidenciou a experiência da Cruz Vermelha na ligação ao voluntariado e a “capacidade de fazer esta ligação de âmbito intergeracional com as pessoas que estão mais isoladas”. O Presidente da Câmara de Guimarães realçou que “há imensos jovens que querem participar e revelam a excelência da criatividade para um mundo melhor, através das novas ferramentas digitais” associando isso ao “voluntariado” como a “forte componente humana”. Mencionou ainda que “o isolamento das pessoas, muitas vezes, deve-se à falta de interação psicológica e social. Precisamos de saber ler estes sinais de fragilidade para poder intervir”.
O Presidente da Delegação de Guimarães da Cruz Vermelha vincou, também, “a lógica de intergeracionalidade para combater o isolamento”, com a vantagem de chegar a todo o território através da nova unidade itinerante. Perante este “desafio”, Armando Guimarães aponta como meta envolver 240 jovens voluntários e chegar a mais de 500 vimaranenses.
Helena Loureiro, representante regional do Norte do programa Portugal Inovação Social, vincou a escolha de Guimarães para a implementação deste projeto pioneiro a nível nacional, na sequência dos resultados do trabalho da Rede Social e a interligação da Câmara Municipal com as instituições locais.
Agora, o programa será dinamizado por voluntários, tendo como objetivo principal estimular a participação cívica e envolvimento social dos jovens. Existe ainda um programa de acompanhamento, realizado por voluntários (Digital Dreamers) destinado aos beneficiários das sessões de Inclusão Digital, com foco prioritário nos idosos em situação de solidão ou isolamento.
No fundo, a criação da primeira Comunidade Criativa para a Inclusão Digital de Guimarães pretende incentivar os jovens para a prática do voluntariado, criar comunidades locais colaborativas, resilientes e que contribuam para um crescimento inclusivo, em todo o território. Está previsto ainda o empréstimo de tablets a utentes no sentido de praticarem os seus conhecimentos nos meios digitais, terem acesso a entretenimento e atividades personalizadas e a meios de comunicação inovadores e tecnológicos com o da equipa de voluntários.
Guimarães foi o concelho escolhido no âmbito da iniciativa Portugal Inovação Social para implementar o projeto da Comunidade Criativa de Inclusão Digital de Guimarães (CCIDG). Trata-se de um projeto itinerante (sala de aula sobre rodas), com uma viatura equipada com seis postos informáticos, para a implementação de um programa de desenvolvimento de competências digitais, com vista ainda à promoção da inclusão da população mais vulnerável e em risco de exclusão digital.
O projeto é desenvolvido pela Delegação de Guimarães da Cruz Vermelha Portuguesa, financiado pelo Portugal Inovação Social em 312 mil euros, e conta com o apoio de 134 mil euros da Câmara Municipal de Guimarães como investidor social.
O Presidente da Câmara, Domingos Bragança, destacou a “resposta complementar que acrescenta mais inovação à área social e a outros projetos que estão no terreno”. Evidenciou a experiência da Cruz Vermelha na ligação ao voluntariado e a “capacidade de fazer esta ligação de âmbito intergeracional com as pessoas que estão mais isoladas”. O Presidente da Câmara de Guimarães realçou que “há imensos jovens que querem participar e revelam a excelência da criatividade para um mundo melhor, através das novas ferramentas digitais” associando isso ao “voluntariado” como a “forte componente humana”. Mencionou ainda que “o isolamento das pessoas, muitas vezes, deve-se à falta de interação psicológica e social. Precisamos de saber ler estes sinais de fragilidade para poder intervir”.
O Presidente da Delegação de Guimarães da Cruz Vermelha vincou, também, “a lógica de intergeracionalidade para combater o isolamento”, com a vantagem de chegar a todo o território através da nova unidade itinerante. Perante este “desafio”, Armando Guimarães aponta como meta envolver 240 jovens voluntários e chegar a mais de 500 vimaranenses.
Helena Loureiro, representante regional do Norte do programa Portugal Inovação Social, vincou a escolha de Guimarães para a implementação deste projeto pioneiro a nível nacional, na sequência dos resultados do trabalho da Rede Social e a interligação da Câmara Municipal com as instituições locais.
Agora, o programa será dinamizado por voluntários, tendo como objetivo principal estimular a participação cívica e envolvimento social dos jovens. Existe ainda um programa de acompanhamento, realizado por voluntários (Digital Dreamers) destinado aos beneficiários das sessões de Inclusão Digital, com foco prioritário nos idosos em situação de solidão ou isolamento.
No fundo, a criação da primeira Comunidade Criativa para a Inclusão Digital de Guimarães pretende incentivar os jovens para a prática do voluntariado, criar comunidades locais colaborativas, resilientes e que contribuam para um crescimento inclusivo, em todo o território. Está previsto ainda o empréstimo de tablets a utentes no sentido de praticarem os seus conhecimentos nos meios digitais, terem acesso a entretenimento e atividades personalizadas e a meios de comunicação inovadores e tecnológicos com o da equipa de voluntários.
23.12.15
Dez maneiras de ajudar alguém neste Natal
Marta Grosso, in "Rádio Renascença"
Não são precisas fortunas, não tem de prescindir de mais do que um café. As possibilidades de dar um novo brilho ao Natal das famílias com menos recursos são variadas e criativas.
#EuOfereçoSorrisos
A Imaginarium quer doar até 4 mil brinquedos este Natal em todo o país a crianças que não dispõem de recursos suficientes ou que se encontram em situações especiais.
Para tal, basta comprar um brinquedo com 50% de desconto e a Imaginarium assume a outra metade. Os brinquedos são entregues directamente às ONG com as quais a Imaginarium colabora, para que os façam chegar aos seus destinatários.
As instituições associadas a esta iniciativa são as Aldeias SOS, a Cruz Vermelha Portuguesa e a Ajuda de Berço.
Anjinhos de Natal
As famílias carenciadas sem possibilidades de dar uma prenda aos seus filhos podem contar com Exército de Salvação. Através de várias entidades privadas e públicas, são angariados presentes para entregar a essas famílias e proporcionar aos pais a possibilidade de darem uma prenda directamente às crianças.
Os destinatários desta ajuda são famílias com filhos entre os zero e os 12 anos. Saiba mais aqui.
“Love in a Box”
Compra-se uma caixa numa loja Zippy por um euro ou 1,5 euros. Por cada caixa vendida, 0,50 euros revertem para a Cruz Vermelha Portuguesa. O valor angariado será convertido em diversos artigos de puericultura – carrinhos, alcofas, berços, parques e cadeiras de refeição, chupetas ou biberões.
Mas pode ir mais longe na sua ajuda e estimular, ao mesmo tempo, o sentido de solidariedade dos mais novos. Peça-lhes para colocar um brinquedo, uma peça de roupa ou um produto de puericultura numa caixa e entregue esse “presente” numa loja Zippy. A Cruz Vermelha encarrega-se de o fazer chegar a uma criança carenciada.
Peluches para a Educação
Por cada peluche vendido, a IKEA Foundation doa 1 euro para financiar projectos educativos em todo o mundo, incluindo os da Cruz Vermelha Portuguesa e da UNICEF. De 1 de Novembro a 27 de Dezembro de 2015.
“Dar é calçar”
O objectivo é calçar pessoas sem-abrigo. O grupo Sneakers Love Portugal e a Comunidade Vida e Paz convidam os portugueses a deixar as sapatilhas que já não usam nas várias caixas de sapatos que vão estar espalhadas por diferentes pontos de Lisboa e Porto, entre 25 de Novembro e 31 de Dezembro.
As sapatilhas podem ser entregues na Comunidade Vida e Paz, no Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, na Montra Solidária, no Atrium Saldanha (Lisboa) e no Café Galeria House of Wonders (Cascais). Pode ainda optar por enviá-las através das embalagens solidárias dos CTT. O envio é gratuito.
“Presentes Solidários”
A Fundação Fé e Cooperação (FEC) volta este ano com a campanha “Presentes Solidários”. Através desta iniciativa qualquer pessoa pode adquirir um bem para ajudar quem mais precisa, em nome de outra pessoa. A segunda pessoa receberá um cartão a dizer que foi feita uma oferta em seu nome para a respectiva causa.
Este ano há ofertas para ajudar os refugiados no Iraque, mas também para Moçambique, Angola, Timor-Leste e Guiné, para além de Portugal. Mais informação aqui.
“Mais para todos”
Entre 1 e 24 de Dezembro, ao fazer as compras no Lidl, 0,10€ serão entregues ao Movimento Mais para Todos, para apoiar instituições em todo o país. É garantido o apoio a, pelo menos, um projecto por distrito de Portugal Continental.
É o segundo ano consecutivo desta iniciativa. Em 2014, o Movimento Mais para Todos angariou mais de um milhão de euros, que foram distribuídos por 54 projectos de instituições particulares de solidariedade social (IPSS), beneficiando mais de 16 mil pessoas.
As candidaturas para as IPSS já estão abertas.
Ajudar os cristãos na Terra Santa
Tempos houve em que um em cada cinco palestinianos era cristão, mas com o passar dos anos, e devido ao conflito interminável e o aumento do clima de perseguição aos cristãos por parte de movimentos islâmicos fundamentalistas, esta percentagem tem diminuído drasticamente.
Ainda assim, alguns permanecem e sobretudo na zona de Belém ganham a vida muito à custa do turismo e da venda de artigos de artesanato religioso, esculpido em madeira de oliveira.
À imagem do que se passou noutros anos, este Natal encontram-se em Portugal alguns membros dessa comunidade para vender esses artigos. É uma forma de ajudar directamente os cristãos da Terra Santa a enfrentar as dificuldades diárias e as peças, para além de serem de boa qualidade, são muito bonitas.
Em Lisboa, é possível encontrar estes artigos à entrada da Basílica dos Mártires, no Chiado.
Artigos da Ajuda à Igreja que Sofre
Todos os anos a fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) coloca à venda artigos de Natal, desde livros a velas e postais, angariando assim receitas que ajudam a apoiar os cristãos perseguidos em vários pontos do mundo.
A AIS é uma organização reconhecida pela Igreja Católica que desempenha um trabalho assinalável em várias partes do mundo, com particular destaque, actualmente, para o Médio Oriente, onde não só dá apoio material a refugiados e a comunidades cristãs em situação de dificuldade – nomeadamente na Síria, no Iraque e países vizinhos – como dá também voz a quem está no terreno e apoia organizações cristãs que, por sua vez, acolhem, vestem, alimentam e consolem dezenas de milhares de utentes, de todas as religiões e etnias.
Pode ver o catálogo aqui.
Campanhas Renascença, RFM, Mega Hits e Rádio Sim
Todos os anos, as rádios do Grupo Renascença, Comunicação, Multimédia lançam por altura do Natal uma campanha de solidariedade, com vista a apoiar o trabalho de uma instituição.
Este ano, a Renascença quer ajudar a recuperar vidas e reconstruir famílias. É essa a missão da Associação Vale de Acór – uma instituição da Igreja Católica que trabalha há mais de 20 anos na recuperação de pessoas com dependências.
Para ajudar, dê o seu donativo através do Multibanco, transferência ou depósito bancário.
Multibanco
Entidade: 66 666
Referência: 666 666 666
Conta - Banco Santander Totta: 000340930513020
NIB: 001800034093051302023
IBAN: PT50001800034093051302023
A esta campanha associa-se a Rádio Sim, que vai dar a conhecer melhor a Associação vale de Acór ao longo das próximas semanas.
“Somos Nós” é a campanha de Natal da RFM. O objectivo é ajudar a terminar a construção das salas de actividades da casa “Somos Nós” – um centro de actividades ocupacionais para jovens adultos com deficiência, no Porto.
Hoje, o centro funciona apenas numa pequena sala cedida pela paróquia de Nossa Senhora da Ajuda, na sequência da interrupção das obras da sede, por falta de verba. As salas têm apenas paredes de tijolo e para ficarem prontas falta o reboco e a pintura das paredes, o revestimento do chão, armários, iluminação e aquecimento.
Os ouvintes, e não só, podem ajudar através do multibanco. Em Pagamentos de Serviços/compras, deve preencher a Entidade e Referência com o número 8. O montante fica a cargo de cada um.
Pode ainda depositar o donativo na Conta NATAL RFM:
NIB 001800034093085102061
IBAN PT50001800034093085102061
A rádio mais jovem do grupo – a Mega Hits – associa-se a esta causa.
Não são precisas fortunas, não tem de prescindir de mais do que um café. As possibilidades de dar um novo brilho ao Natal das famílias com menos recursos são variadas e criativas.
#EuOfereçoSorrisos
A Imaginarium quer doar até 4 mil brinquedos este Natal em todo o país a crianças que não dispõem de recursos suficientes ou que se encontram em situações especiais.
Para tal, basta comprar um brinquedo com 50% de desconto e a Imaginarium assume a outra metade. Os brinquedos são entregues directamente às ONG com as quais a Imaginarium colabora, para que os façam chegar aos seus destinatários.
As instituições associadas a esta iniciativa são as Aldeias SOS, a Cruz Vermelha Portuguesa e a Ajuda de Berço.
Anjinhos de Natal
As famílias carenciadas sem possibilidades de dar uma prenda aos seus filhos podem contar com Exército de Salvação. Através de várias entidades privadas e públicas, são angariados presentes para entregar a essas famílias e proporcionar aos pais a possibilidade de darem uma prenda directamente às crianças.
Os destinatários desta ajuda são famílias com filhos entre os zero e os 12 anos. Saiba mais aqui.
“Love in a Box”
Compra-se uma caixa numa loja Zippy por um euro ou 1,5 euros. Por cada caixa vendida, 0,50 euros revertem para a Cruz Vermelha Portuguesa. O valor angariado será convertido em diversos artigos de puericultura – carrinhos, alcofas, berços, parques e cadeiras de refeição, chupetas ou biberões.
Mas pode ir mais longe na sua ajuda e estimular, ao mesmo tempo, o sentido de solidariedade dos mais novos. Peça-lhes para colocar um brinquedo, uma peça de roupa ou um produto de puericultura numa caixa e entregue esse “presente” numa loja Zippy. A Cruz Vermelha encarrega-se de o fazer chegar a uma criança carenciada.
Peluches para a Educação
Por cada peluche vendido, a IKEA Foundation doa 1 euro para financiar projectos educativos em todo o mundo, incluindo os da Cruz Vermelha Portuguesa e da UNICEF. De 1 de Novembro a 27 de Dezembro de 2015.
“Dar é calçar”
O objectivo é calçar pessoas sem-abrigo. O grupo Sneakers Love Portugal e a Comunidade Vida e Paz convidam os portugueses a deixar as sapatilhas que já não usam nas várias caixas de sapatos que vão estar espalhadas por diferentes pontos de Lisboa e Porto, entre 25 de Novembro e 31 de Dezembro.
As sapatilhas podem ser entregues na Comunidade Vida e Paz, no Ministério do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, na Montra Solidária, no Atrium Saldanha (Lisboa) e no Café Galeria House of Wonders (Cascais). Pode ainda optar por enviá-las através das embalagens solidárias dos CTT. O envio é gratuito.
“Presentes Solidários”
A Fundação Fé e Cooperação (FEC) volta este ano com a campanha “Presentes Solidários”. Através desta iniciativa qualquer pessoa pode adquirir um bem para ajudar quem mais precisa, em nome de outra pessoa. A segunda pessoa receberá um cartão a dizer que foi feita uma oferta em seu nome para a respectiva causa.
Este ano há ofertas para ajudar os refugiados no Iraque, mas também para Moçambique, Angola, Timor-Leste e Guiné, para além de Portugal. Mais informação aqui.
“Mais para todos”
Entre 1 e 24 de Dezembro, ao fazer as compras no Lidl, 0,10€ serão entregues ao Movimento Mais para Todos, para apoiar instituições em todo o país. É garantido o apoio a, pelo menos, um projecto por distrito de Portugal Continental.
É o segundo ano consecutivo desta iniciativa. Em 2014, o Movimento Mais para Todos angariou mais de um milhão de euros, que foram distribuídos por 54 projectos de instituições particulares de solidariedade social (IPSS), beneficiando mais de 16 mil pessoas.
As candidaturas para as IPSS já estão abertas.
Ajudar os cristãos na Terra Santa
Tempos houve em que um em cada cinco palestinianos era cristão, mas com o passar dos anos, e devido ao conflito interminável e o aumento do clima de perseguição aos cristãos por parte de movimentos islâmicos fundamentalistas, esta percentagem tem diminuído drasticamente.
Ainda assim, alguns permanecem e sobretudo na zona de Belém ganham a vida muito à custa do turismo e da venda de artigos de artesanato religioso, esculpido em madeira de oliveira.
À imagem do que se passou noutros anos, este Natal encontram-se em Portugal alguns membros dessa comunidade para vender esses artigos. É uma forma de ajudar directamente os cristãos da Terra Santa a enfrentar as dificuldades diárias e as peças, para além de serem de boa qualidade, são muito bonitas.
Em Lisboa, é possível encontrar estes artigos à entrada da Basílica dos Mártires, no Chiado.
Artigos da Ajuda à Igreja que Sofre
Todos os anos a fundação Ajuda à Igreja que Sofre (AIS) coloca à venda artigos de Natal, desde livros a velas e postais, angariando assim receitas que ajudam a apoiar os cristãos perseguidos em vários pontos do mundo.
A AIS é uma organização reconhecida pela Igreja Católica que desempenha um trabalho assinalável em várias partes do mundo, com particular destaque, actualmente, para o Médio Oriente, onde não só dá apoio material a refugiados e a comunidades cristãs em situação de dificuldade – nomeadamente na Síria, no Iraque e países vizinhos – como dá também voz a quem está no terreno e apoia organizações cristãs que, por sua vez, acolhem, vestem, alimentam e consolem dezenas de milhares de utentes, de todas as religiões e etnias.
Pode ver o catálogo aqui.
Campanhas Renascença, RFM, Mega Hits e Rádio Sim
Todos os anos, as rádios do Grupo Renascença, Comunicação, Multimédia lançam por altura do Natal uma campanha de solidariedade, com vista a apoiar o trabalho de uma instituição.
Este ano, a Renascença quer ajudar a recuperar vidas e reconstruir famílias. É essa a missão da Associação Vale de Acór – uma instituição da Igreja Católica que trabalha há mais de 20 anos na recuperação de pessoas com dependências.
Para ajudar, dê o seu donativo através do Multibanco, transferência ou depósito bancário.
Multibanco
Entidade: 66 666
Referência: 666 666 666
Conta - Banco Santander Totta: 000340930513020
NIB: 001800034093051302023
IBAN: PT50001800034093051302023
A esta campanha associa-se a Rádio Sim, que vai dar a conhecer melhor a Associação vale de Acór ao longo das próximas semanas.
“Somos Nós” é a campanha de Natal da RFM. O objectivo é ajudar a terminar a construção das salas de actividades da casa “Somos Nós” – um centro de actividades ocupacionais para jovens adultos com deficiência, no Porto.
Hoje, o centro funciona apenas numa pequena sala cedida pela paróquia de Nossa Senhora da Ajuda, na sequência da interrupção das obras da sede, por falta de verba. As salas têm apenas paredes de tijolo e para ficarem prontas falta o reboco e a pintura das paredes, o revestimento do chão, armários, iluminação e aquecimento.
Os ouvintes, e não só, podem ajudar através do multibanco. Em Pagamentos de Serviços/compras, deve preencher a Entidade e Referência com o número 8. O montante fica a cargo de cada um.
Pode ainda depositar o donativo na Conta NATAL RFM:
NIB 001800034093085102061
IBAN PT50001800034093085102061
A rádio mais jovem do grupo – a Mega Hits – associa-se a esta causa.
11.12.15
Rubina Leal anuncia a criação da Bolsa do Voluntariado
Susy Lobato, in "JM"
Instituições de Solidariedade reuniram para reconhecer o trabalho dos voluntários
Voluntariado é cada vez mais notório
O Voluntariado tem vindo a aumentar, «tanto em termos de instituições como de voluntários», afirmou o Tenente Coronel Rui Nunes, presidente da Delegação Regional da Cruz Vermelha Portuguesa, acrescentando que embora ainda não tenhamos atingido as médias europeias, este é um fator que merece reconhecimento. No'ia Internacional do Voluntariado, foram várias as institui- Encontro de voluntários decorreu ontem, no Colégio dos Jesuítas. ções de solidariedade social da Madeira que se reuniram para assinalar esta data. O encontro, organizado pela Casa do Voluntariado, em parceria com outras instituições de solidariedade social da Região, decorreu ontem, no Colégio dos Jesuítas, onde foi possível partilhar experiências, promover e divulgar o Voluntariado e ainda reconhecer, com atribuição de prémios, o trabalho dos voluntários. Na oportunidade, Rubina Leal, secretária regional da Inclusão e Assuntos Sociais, revelou que está a ser preparado, em parceria com a Casa do Voluntário, um projeto denominado Bolsa do Voluntariado, que visa integrar e gerir informação sobre voluntários da RAM.
Instituições de Solidariedade reuniram para reconhecer o trabalho dos voluntários
Voluntariado é cada vez mais notório
O Voluntariado tem vindo a aumentar, «tanto em termos de instituições como de voluntários», afirmou o Tenente Coronel Rui Nunes, presidente da Delegação Regional da Cruz Vermelha Portuguesa, acrescentando que embora ainda não tenhamos atingido as médias europeias, este é um fator que merece reconhecimento. No'ia Internacional do Voluntariado, foram várias as institui- Encontro de voluntários decorreu ontem, no Colégio dos Jesuítas. ções de solidariedade social da Madeira que se reuniram para assinalar esta data. O encontro, organizado pela Casa do Voluntariado, em parceria com outras instituições de solidariedade social da Região, decorreu ontem, no Colégio dos Jesuítas, onde foi possível partilhar experiências, promover e divulgar o Voluntariado e ainda reconhecer, com atribuição de prémios, o trabalho dos voluntários. Na oportunidade, Rubina Leal, secretária regional da Inclusão e Assuntos Sociais, revelou que está a ser preparado, em parceria com a Casa do Voluntário, um projeto denominado Bolsa do Voluntariado, que visa integrar e gerir informação sobre voluntários da RAM.
3.11.15
Géneros angariados em manhã solidária vão beneficiar cerca de 50 famílias
In O Arrais
Na semana pelo combate à pobreza e à exclusão social, a Câmara Municipal de Mesão Frio, em parceria com a delegação local da Cruz Vermelha Portuguesa, a Santa Casa da Misericórdia e o núcleo distrital de Vila Real da European Anti Poverty Network (EAPN - Rede Europeia Anti-Pobreza) prepararam uma manhã solidária com a finalidade de angariar géneros que, segundo a contabilização da Rede Social do município, vão fazer face às dificuldades de aproximadamente cinquenta famílias.
Na manhã de 16 de outubro, data que antecedeu o dia internacional para a erradicação da pobreza, quem esteve em Mesão Frio, teve a oportunidade de participar numa aula de ginástica gratuita, ao ar livre, orientada pelo professor André Osório e aberta a toda a comunidade.
No Avenida Conselheiro Alpoim, onde aconteceu a atividade desportiva, foi colocado um ponto de recolha de géneros, onde a população entregou, essencialmente, géneros alimentares, roupas e brinquedos. Sensibilizar os cidadãos para as situações de pobreza e de exclusão social e apelar a uma maior solidariedade, atendendo às dificuldades das famílias que mais necessitam, foi o grande objetivo desta iniciativa que, demonstrou, uma vez mais, a generosidade da população do concelho.
Na semana pelo combate à pobreza e à exclusão social, a Câmara Municipal de Mesão Frio, em parceria com a delegação local da Cruz Vermelha Portuguesa, a Santa Casa da Misericórdia e o núcleo distrital de Vila Real da European Anti Poverty Network (EAPN - Rede Europeia Anti-Pobreza) prepararam uma manhã solidária com a finalidade de angariar géneros que, segundo a contabilização da Rede Social do município, vão fazer face às dificuldades de aproximadamente cinquenta famílias.
Na manhã de 16 de outubro, data que antecedeu o dia internacional para a erradicação da pobreza, quem esteve em Mesão Frio, teve a oportunidade de participar numa aula de ginástica gratuita, ao ar livre, orientada pelo professor André Osório e aberta a toda a comunidade.
No Avenida Conselheiro Alpoim, onde aconteceu a atividade desportiva, foi colocado um ponto de recolha de géneros, onde a população entregou, essencialmente, géneros alimentares, roupas e brinquedos. Sensibilizar os cidadãos para as situações de pobreza e de exclusão social e apelar a uma maior solidariedade, atendendo às dificuldades das famílias que mais necessitam, foi o grande objetivo desta iniciativa que, demonstrou, uma vez mais, a generosidade da população do concelho.
Manhã solidária ajuda cerca de meia centena de famílias
In Voz de Trás os Montes
Na semana pelo combate à pobreza e à exclusão social, a Câmara Municipal de Mesão Frio, em parceria com a delegação local da Cruz Vermelha Portuguesa, a Santa Casa da Misericórdia e o núcleo distrital de Vila Real da European Anti Poverty Network (EAPN - Rede Europeia Anti-Pobreza) prepararam uma manhã solidária com a finalidade de angariar géneros que, segundo a contabilização da Rede Social do município, vão fazer face às dificuldades de aproximadamente cinquenta famílias.
Na manhã de 16 de outubro, data que antecedeu o dia internacional para a erradicação da pobreza, quem esteve em Mesão Frio, teve a oportunidade de participar numa aula de ginástica gratuita, ao ar livre, orientada pelo professor André Osório e aberta a toda a comunidade. Na Avenida Conselheiro Alpoim, onde aconteceu a atividade desportiva, foi colocado um ponto de recolha de géneros, onde a população entregou, essencialmente, géneros alimentares, roupas e brinquedos.
Sensibilizar os cidadãos para as situações de pobreza e de exclusão social e apelar a uma maior solidariedade, atendendo às dificuldades das famílias que mais necessitam, foi o grande objetivo desta iniciativa que, demonstrou, uma vez mais, a generosidade da população do concelho.
Na semana pelo combate à pobreza e à exclusão social, a Câmara Municipal de Mesão Frio, em parceria com a delegação local da Cruz Vermelha Portuguesa, a Santa Casa da Misericórdia e o núcleo distrital de Vila Real da European Anti Poverty Network (EAPN - Rede Europeia Anti-Pobreza) prepararam uma manhã solidária com a finalidade de angariar géneros que, segundo a contabilização da Rede Social do município, vão fazer face às dificuldades de aproximadamente cinquenta famílias.
Na manhã de 16 de outubro, data que antecedeu o dia internacional para a erradicação da pobreza, quem esteve em Mesão Frio, teve a oportunidade de participar numa aula de ginástica gratuita, ao ar livre, orientada pelo professor André Osório e aberta a toda a comunidade. Na Avenida Conselheiro Alpoim, onde aconteceu a atividade desportiva, foi colocado um ponto de recolha de géneros, onde a população entregou, essencialmente, géneros alimentares, roupas e brinquedos.
Sensibilizar os cidadãos para as situações de pobreza e de exclusão social e apelar a uma maior solidariedade, atendendo às dificuldades das famílias que mais necessitam, foi o grande objetivo desta iniciativa que, demonstrou, uma vez mais, a generosidade da população do concelho.
Géneros angariados em manhã solidária vão beneficiar cerca de 50 famílias
In Notícias de Vila Real
Na semana pelo combate à pobreza e à exclusão social, a Câmara Municipal de Mesão Frio, em parceria com a delegação local da Cruz Vermelha Portuguesa, a Santa Casa da Misericórdia e o núcleo distrital de Vila Real da European Anti Poverty Network (EAPN Rede Europeia Anti-Pobreza) prepararam uma manhã solidária com a finalidade de angariar géneros que, segundo a contabilização da Rede Social do município, vão fazer face às dificuldades de aproximada- mente cinquenta famílias.
Na manhã de 16 de outubro, data que antecedeu o dia internacional para a erradicação da pobreza, quem esteve em Mesão Frio, teve a oportunidade de participar numa aula de ginástica gratuita, ao ar livre, orientada pelo professor André Osório e aberta a toda a comunidade.
Na Avenida Conselheiro Alpoim, onde aconteceu a atividade desportiva, foi colocado um ponto de recolha de géneros, onde a população entregou, essencialmente, géneros alimentares, roupas e brinquedos.
Sensibilizar os cidadãos para as situações de pobreza e de exclusão social e apelar a uma maior solidariedade, atendendo às dificuldades das famílias que mais necessitam, foi o grande objetivo desta iniciativa que, demonstrou, uma vez mais, a generosidade da população do concelho.
Na semana pelo combate à pobreza e à exclusão social, a Câmara Municipal de Mesão Frio, em parceria com a delegação local da Cruz Vermelha Portuguesa, a Santa Casa da Misericórdia e o núcleo distrital de Vila Real da European Anti Poverty Network (EAPN Rede Europeia Anti-Pobreza) prepararam uma manhã solidária com a finalidade de angariar géneros que, segundo a contabilização da Rede Social do município, vão fazer face às dificuldades de aproximada- mente cinquenta famílias.
Na manhã de 16 de outubro, data que antecedeu o dia internacional para a erradicação da pobreza, quem esteve em Mesão Frio, teve a oportunidade de participar numa aula de ginástica gratuita, ao ar livre, orientada pelo professor André Osório e aberta a toda a comunidade.
Na Avenida Conselheiro Alpoim, onde aconteceu a atividade desportiva, foi colocado um ponto de recolha de géneros, onde a população entregou, essencialmente, géneros alimentares, roupas e brinquedos.
Sensibilizar os cidadãos para as situações de pobreza e de exclusão social e apelar a uma maior solidariedade, atendendo às dificuldades das famílias que mais necessitam, foi o grande objetivo desta iniciativa que, demonstrou, uma vez mais, a generosidade da população do concelho.
Campanha recolhe 4.888 quilos de bens
In Região Leiria
No concelho de Alcobaça foram angariados 4.888 quilos de produtos alimentares e bens de primeira necessidade, no âmbito de uma Campanha de Recolha de Alimentos organizada pela Missão Continente e Cruz Vermelha Portuguesa.
Através do Banco Local de Voluntariado 12 voluntários estiveram no hipermercado Continente apelando à participação dos clientes. A campanha decorreu nos dias 16, 17 e 18 de outubro e recolheu bens essenciais como arroz, massa, enlatadas, leite, açúcar, sal, bolachas, papas para bebé, café, chá e barras energéticas, entre outros.
No concelho de Alcobaça foram angariados 4.888 quilos de produtos alimentares e bens de primeira necessidade, no âmbito de uma Campanha de Recolha de Alimentos organizada pela Missão Continente e Cruz Vermelha Portuguesa.
Através do Banco Local de Voluntariado 12 voluntários estiveram no hipermercado Continente apelando à participação dos clientes. A campanha decorreu nos dias 16, 17 e 18 de outubro e recolheu bens essenciais como arroz, massa, enlatadas, leite, açúcar, sal, bolachas, papas para bebé, café, chá e barras energéticas, entre outros.
23.10.15
MESÃO FRIO: Géneros angariados em manhã solidária vão beneficiar cerca de 50 famílias
In O Comércio de Baião
Na semana pelo combate à pobreza e à exclusão social, a Câmara Municipal de Mesão Frio, em parceria com a delegação local da Cruz Vermelha Portuguesa, a Santa Casa da Misericórdia e o núcleo distrital de Vila Real da European Anti Poverty Network (EAPN - Rede Europeia Anti-Pobreza) prepararam uma manhã solidária com a finalidade de angariar géneros que, segundo a contabilização da Rede Social do município, vão fazer face às dificuldades de aproximadamente cinquenta famílias.
Na manhã do dia 16 de outubro, data que antecedeu o dia internacional para a erradicação da pobreza, quem esteve em Mesão Frio, teve a oportunidade de participar numa aula de ginástica gratuita, ao ar livre, orientada pelo professor André Osório e aberta a toda a comunidade. Na Avenida Conselheiro Alpoim, onde aconteceu a atividade desportiva, foi colocado um ponto de recolha de géneros, onde a população entregou, essencialmente, géneros alimentares, roupas e brinquedos.
Sensibilizar os cidadãos para as situações de pobreza e de exclusão social e apelar a uma maior solidariedade, atendendo às dificuldades das famílias que mais necessitam, foi o grande objetivo desta iniciativa que, demonstrou, uma vez mais, a generosidade da população do concelho.
Na semana pelo combate à pobreza e à exclusão social, a Câmara Municipal de Mesão Frio, em parceria com a delegação local da Cruz Vermelha Portuguesa, a Santa Casa da Misericórdia e o núcleo distrital de Vila Real da European Anti Poverty Network (EAPN - Rede Europeia Anti-Pobreza) prepararam uma manhã solidária com a finalidade de angariar géneros que, segundo a contabilização da Rede Social do município, vão fazer face às dificuldades de aproximadamente cinquenta famílias.
Na manhã do dia 16 de outubro, data que antecedeu o dia internacional para a erradicação da pobreza, quem esteve em Mesão Frio, teve a oportunidade de participar numa aula de ginástica gratuita, ao ar livre, orientada pelo professor André Osório e aberta a toda a comunidade. Na Avenida Conselheiro Alpoim, onde aconteceu a atividade desportiva, foi colocado um ponto de recolha de géneros, onde a população entregou, essencialmente, géneros alimentares, roupas e brinquedos.
Sensibilizar os cidadãos para as situações de pobreza e de exclusão social e apelar a uma maior solidariedade, atendendo às dificuldades das famílias que mais necessitam, foi o grande objetivo desta iniciativa que, demonstrou, uma vez mais, a generosidade da população do concelho.
4.9.15
Portugal mobiliza-se
Joana Ferreira da Costa, in Sol
Organizações, autarquias e até famílias preparam-se para receber os refugiados que cheguem ao pais.
Ae sociedade portuguesa está a mobilizar-se para acolher os refugiados sírios que estão a chegar à Europa. Mais de cem famílias já manifestaram a intenção de acolher migrantes e algumas câmaras como a de Lisboa, Olhão ou Vila Velha de Rodão já anunciaram ajudas. «Criaremos um fundo de cerca de dois milhões de euros para dar as respostas básicas e fundamentais à crise humanitária, que utilizaremos em articulação com Instituições como a
Santa Casa da Misericórdia», o Conselho Português para os Refugiados (CPR) ou a Cruz Vermelha (CVP), anunciou na segunda-feira o presidente da câmara da capital, Fernando Medina. Este montante permitirá acolher 750 refugiados.
Várias outras autarquias querem acolher estes migrantes. Em Olhão, a câmara disponibilizou um terreno para criar um centro de refugiados e em Vila Velha de Rodão a intenção é garantir alojamento, alimentação e integração no concelho de, pelo menos, três famílias. Em Penela. espera-
-se já no dia 11 a chegada dos primeiros refugiados e na Madeira, o Governo Regional diz estar disponível para receber parte dos migrantes que entrarem no país.
Para gerir todas estas ofertas foi criada por várias organizações da sociedade civil a Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR), da qual fazem parte o CPR ou CV, mas também a Cantas Portuguesa ou o Instituto Padre António Vieira. «As manifestações de generosidade da sociedade são um bom sinal, agora é preciso organizar a generosidade, torna-Ia eficaz», explicou à Lusa Rui Marques, um dos mentores da PAR, que hoje começa a preparar este acolhimento no terreno.
Portugal comunicou em julho à União Europeia que tem capacidade para receber l50O refugiados, mas na quarta-feira o ministro adjunto Miguel Poiares Maduro veio garantir que o país «tem disponibilidade para acolher mais» e anunciou que foi criado um grupo de coordenação a nível nacional para enfrentar esta crise.
Portugal clsponlblhzou-se em Julio a receber 1.500 refugiados
Organizações, autarquias e até famílias preparam-se para receber os refugiados que cheguem ao pais.
Ae sociedade portuguesa está a mobilizar-se para acolher os refugiados sírios que estão a chegar à Europa. Mais de cem famílias já manifestaram a intenção de acolher migrantes e algumas câmaras como a de Lisboa, Olhão ou Vila Velha de Rodão já anunciaram ajudas. «Criaremos um fundo de cerca de dois milhões de euros para dar as respostas básicas e fundamentais à crise humanitária, que utilizaremos em articulação com Instituições como a
Santa Casa da Misericórdia», o Conselho Português para os Refugiados (CPR) ou a Cruz Vermelha (CVP), anunciou na segunda-feira o presidente da câmara da capital, Fernando Medina. Este montante permitirá acolher 750 refugiados.
Várias outras autarquias querem acolher estes migrantes. Em Olhão, a câmara disponibilizou um terreno para criar um centro de refugiados e em Vila Velha de Rodão a intenção é garantir alojamento, alimentação e integração no concelho de, pelo menos, três famílias. Em Penela. espera-
-se já no dia 11 a chegada dos primeiros refugiados e na Madeira, o Governo Regional diz estar disponível para receber parte dos migrantes que entrarem no país.
Para gerir todas estas ofertas foi criada por várias organizações da sociedade civil a Plataforma de Apoio aos Refugiados (PAR), da qual fazem parte o CPR ou CV, mas também a Cantas Portuguesa ou o Instituto Padre António Vieira. «As manifestações de generosidade da sociedade são um bom sinal, agora é preciso organizar a generosidade, torna-Ia eficaz», explicou à Lusa Rui Marques, um dos mentores da PAR, que hoje começa a preparar este acolhimento no terreno.
Portugal comunicou em julho à União Europeia que tem capacidade para receber l50O refugiados, mas na quarta-feira o ministro adjunto Miguel Poiares Maduro veio garantir que o país «tem disponibilidade para acolher mais» e anunciou que foi criado um grupo de coordenação a nível nacional para enfrentar esta crise.
Portugal clsponlblhzou-se em Julio a receber 1.500 refugiados
3.9.15
Fuseta pode acolher refugiados
In Barlavento
O Algarve pode vir a receber os refugiados, que atravessam o Mediterrâneo, através da criação de um campo para 40 a 50 pessoas, numa iniciativa da delegação da Cruz Vermelha Portuguesa de Moncarapacho-Fuseta. O terreno tem 1700 metros quadrados e poderá estar operacional a partir de outubro Após o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho ter anunciado que Portugal poderá vir a receber mais refugiados no âmbito da crise migratória que se vive hoje no Mediterrâneo, a delegação da Cruz Vermelha Portuguesa de Moncarapacho-Fuseta mostrou disponibilidade para acolher estas pessoas. Esta possibilidade poderá ser concretizada a partir de outubro. A ideia é instalar um campo para refugiados com cerca de 1700 metros quadrados, num terreno na Fuseta.
Em princípio, o campo terá capacidade para albergar entre 40 a 50 pessoas já no próximo mês de outubro. A intenção aliás foi confirmada pelo diretor desta delegação da Cruz Vermelha, António Palma, ao Conselho Português para os refugiados.
Todos os dias milhares de migrantes tentam atravessar o Mediterrâneo à procura de melhores condições de vida na Europa. Proveem, na sua maioria, do Norte de África e do Médio Oriente, sendo muitos oriundos da Síria, de acordo com informações das Nações Unidas.
As notícias de novas portas e métodos de entrada de refugiados são uma constante e a questão está a ser amplamente discutida no seio da União Europeia. A Europa continuará a ser o horizonte mais seguro para quem foge de todo o tipo de adversidades nos seus países de origem.
O Algarve pode vir a receber os refugiados, que atravessam o Mediterrâneo, através da criação de um campo para 40 a 50 pessoas, numa iniciativa da delegação da Cruz Vermelha Portuguesa de Moncarapacho-Fuseta. O terreno tem 1700 metros quadrados e poderá estar operacional a partir de outubro Após o primeiro-ministro Pedro Passos Coelho ter anunciado que Portugal poderá vir a receber mais refugiados no âmbito da crise migratória que se vive hoje no Mediterrâneo, a delegação da Cruz Vermelha Portuguesa de Moncarapacho-Fuseta mostrou disponibilidade para acolher estas pessoas. Esta possibilidade poderá ser concretizada a partir de outubro. A ideia é instalar um campo para refugiados com cerca de 1700 metros quadrados, num terreno na Fuseta.
Em princípio, o campo terá capacidade para albergar entre 40 a 50 pessoas já no próximo mês de outubro. A intenção aliás foi confirmada pelo diretor desta delegação da Cruz Vermelha, António Palma, ao Conselho Português para os refugiados.
Todos os dias milhares de migrantes tentam atravessar o Mediterrâneo à procura de melhores condições de vida na Europa. Proveem, na sua maioria, do Norte de África e do Médio Oriente, sendo muitos oriundos da Síria, de acordo com informações das Nações Unidas.
As notícias de novas portas e métodos de entrada de refugiados são uma constante e a questão está a ser amplamente discutida no seio da União Europeia. A Europa continuará a ser o horizonte mais seguro para quem foge de todo o tipo de adversidades nos seus países de origem.
13.2.14
Cruz Vermelha procura alternativas à prisão para toxicodependentes que cometeram crimes
Ana Cristina Pereira, in Público on-line
Seminário visa discutir e promover boas práticas de reinserção de reclusos toxicodependentes.
Ninguém parece saber muito bem em que ponto está o país em matéria de medidas alternativas à prisão para toxicodependentes que cometeram crimes. A Cruz Vermelha Portuguesa, que está a tentar criar uma ponte entre prisões e comunidades terapêuticas, quer pôr os pontos nos is a partir das 9h desta quinta-feira, no refeitório dos Frades da Assembleia da República, em Lisboa.
O debate é transnacional. Está a ser impulsionado pelo projecto Alternative, liderado pela Cruz Vermelha Italiana, tendo como parceiros a Cruz Vermelha Portuguesa, a Cruz Vermelha Francesa, o Grupo Abele (Itália) e a organização não governamental Sananin (República Checa).
Há muito que Portugal despenalizou o consumo, mas é significativo o número de toxicodependentes condenados por crimes associados às drogas. Para perceber o que se passa, o projecto inquiriu as entidades que considera melhor posicionadas para se pronunciarem.
Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), o mais comum será a suspensão de execução de pena de prisão subordinada a cumprimento de deveres ou acompanhada de regime de prova assente num plano de reinserção social. O Conselho Superior de Magistratura especificou: “suspensão da execução da pena mediante comprovação de acompanhamento terapêutico à adicção”.
O tratamento forçado não funciona. “Uma correcta assessoria técnica aos magistrados poderia evitar muitas situações contraproducentes, relativas a erros de encaminhamento, em injunções para tratamento, que ocorrem frequentemente, comprometendo o bom funcionamento dos serviços e originando processos judiciais injustos contra profissionais de saúde”, alertou o Serviço de Intervenção nos Comportamentos Adictivos e nas Toxicodependências.
Mais crítica é a Ordem dos Advogados, segundo a qual “as medidas alternativas são muito pouco aplicadas. É mais cómodo o juiz condenar; é mais cómodo, mais fácil para o tribunal, porque se liberta do trabalho que traz a seguir. Assim, o trabalho passa para o tribunal seguinte.”
O que se passa? A PGR aponta “deficiente divulgação dos programas; dificuldades decorrentes da falta de resposta atempada; resistência à frequência, e desistência da frequência, por parte dos condenados”.
Decidida a melhorar a vida intramuros e a impulsionar alternativas, a equipa do projecto Alternative, coordenado por Miguel Lago, está desde Outubro a trabalhar em duas prisões: Lisboa, com cerca de 1400 reclusos, 10% da população prisional; e Sintra, com forte concentração de toxicodependentes (80%).
O plano é desenvolver em Sintra, ao longo de um ano, meia dúzia de acções: grupo terapêutico (destinado a motivar, seleccionar e referenciar para tratamento no exterior), agricultura biológica, escrita criativa, aconselhamento legal, formação sobre drogas para o staff prisional e sessões temáticas – sobre direitos e deveres, educação para a saúde e literacia financeira.
Em Lisboa, haverá apoio psicológico individual e partidas de futebol com ex-reclusos e abstinentes com passados de consumo. Em vez de agricultura biológica e escrita criativa, terão hip hop e artes visuais.
“Nós, enquanto associações humanitária, não podemos propor medidas”, sublinha Miguel Lago. Identificam reclusos que podem usufruir de liberdade condicional e criam condições para que, em vez de cumprirem o fim de pena na cadeia, possam ir para uma comunidade terapêutica.
O seminário desta quinta-feira, que a Cruz Vermelha Portuguesa co-organiza com a Associação dos Ex-Deputados da Assembleia da República, pretende ser um espaço de aproximação entre autores relevantes. E uma oportunidade para divulgar boas práticas de reinserção de toxicodependentes com medidas judiciais.
Seminário visa discutir e promover boas práticas de reinserção de reclusos toxicodependentes.
Ninguém parece saber muito bem em que ponto está o país em matéria de medidas alternativas à prisão para toxicodependentes que cometeram crimes. A Cruz Vermelha Portuguesa, que está a tentar criar uma ponte entre prisões e comunidades terapêuticas, quer pôr os pontos nos is a partir das 9h desta quinta-feira, no refeitório dos Frades da Assembleia da República, em Lisboa.
O debate é transnacional. Está a ser impulsionado pelo projecto Alternative, liderado pela Cruz Vermelha Italiana, tendo como parceiros a Cruz Vermelha Portuguesa, a Cruz Vermelha Francesa, o Grupo Abele (Itália) e a organização não governamental Sananin (República Checa).
Há muito que Portugal despenalizou o consumo, mas é significativo o número de toxicodependentes condenados por crimes associados às drogas. Para perceber o que se passa, o projecto inquiriu as entidades que considera melhor posicionadas para se pronunciarem.
Segundo a Procuradoria-Geral da República (PGR), o mais comum será a suspensão de execução de pena de prisão subordinada a cumprimento de deveres ou acompanhada de regime de prova assente num plano de reinserção social. O Conselho Superior de Magistratura especificou: “suspensão da execução da pena mediante comprovação de acompanhamento terapêutico à adicção”.
O tratamento forçado não funciona. “Uma correcta assessoria técnica aos magistrados poderia evitar muitas situações contraproducentes, relativas a erros de encaminhamento, em injunções para tratamento, que ocorrem frequentemente, comprometendo o bom funcionamento dos serviços e originando processos judiciais injustos contra profissionais de saúde”, alertou o Serviço de Intervenção nos Comportamentos Adictivos e nas Toxicodependências.
Mais crítica é a Ordem dos Advogados, segundo a qual “as medidas alternativas são muito pouco aplicadas. É mais cómodo o juiz condenar; é mais cómodo, mais fácil para o tribunal, porque se liberta do trabalho que traz a seguir. Assim, o trabalho passa para o tribunal seguinte.”
O que se passa? A PGR aponta “deficiente divulgação dos programas; dificuldades decorrentes da falta de resposta atempada; resistência à frequência, e desistência da frequência, por parte dos condenados”.
Decidida a melhorar a vida intramuros e a impulsionar alternativas, a equipa do projecto Alternative, coordenado por Miguel Lago, está desde Outubro a trabalhar em duas prisões: Lisboa, com cerca de 1400 reclusos, 10% da população prisional; e Sintra, com forte concentração de toxicodependentes (80%).
O plano é desenvolver em Sintra, ao longo de um ano, meia dúzia de acções: grupo terapêutico (destinado a motivar, seleccionar e referenciar para tratamento no exterior), agricultura biológica, escrita criativa, aconselhamento legal, formação sobre drogas para o staff prisional e sessões temáticas – sobre direitos e deveres, educação para a saúde e literacia financeira.
Em Lisboa, haverá apoio psicológico individual e partidas de futebol com ex-reclusos e abstinentes com passados de consumo. Em vez de agricultura biológica e escrita criativa, terão hip hop e artes visuais.
“Nós, enquanto associações humanitária, não podemos propor medidas”, sublinha Miguel Lago. Identificam reclusos que podem usufruir de liberdade condicional e criam condições para que, em vez de cumprirem o fim de pena na cadeia, possam ir para uma comunidade terapêutica.
O seminário desta quinta-feira, que a Cruz Vermelha Portuguesa co-organiza com a Associação dos Ex-Deputados da Assembleia da República, pretende ser um espaço de aproximação entre autores relevantes. E uma oportunidade para divulgar boas práticas de reinserção de toxicodependentes com medidas judiciais.
20.11.12
Cruz Vermelha oferece consultas e urgências low cost
Por Alexandra Campos, in Público on-line
A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) vai disponibilizar no seu hospital em Lisboa consultas da especialidade a 25 euros e urgências a 30 euros, além de cirurgias e exames a “preços especiais” e “sem espera”.
Anunciada esta terça-feira em conferência de imprensa, esta campanha da CVP é justificada com “o actual momento de crise” em que o país se encontra e com as “responsabilidades humanitárias” da instituição.
“São preços muito mais baratos do que os praticados pelos hospitais privados”, destaca o presidente da CVP, Luís Barbosa, lembrando que nas cirurgias e exames são os mesmos que a instituição cobra ao Estado.
Para ter acesso a estes serviços low cost, os interessados terão de tornar-se associados da CVP, pagando dois euros por mês (o “chefe de família”) e um euro por cada elemento do agregado, até ao máximo de seis.
Intitulado Membro CVP+ Hospital, este programa vai ser alargado a todos os interessados a nível nacional, mas os preços acima referidos já estavam a ser praticados “há dois ou três meses”, afirma Luís Barbosa.
Sublinhando que está a ser mesmo estudada a possibilidade de permitir o pagamento a prestações aos doentes, o presidente da CVP defende que este programa só traz benefícios porque, além de responder às necessidades da população, vai “ajudar o Serviço Nacional de Saúde [SNS]”. Como? “Libertando o SNS de um peso”, responde.
Luís Barbosa não consegue precisar quantas cirurgias e consultas poderá o hospital fazer, mas lembra que, no Governo anterior, quando foi necessário dar resposta ao problema das listas de espera no tratamento das cataratas, o Hospital da CVP disponibilizou “seis mil consultas e três mil cirurgias”. Destaca ainda a capacidade da instituição na cirurgia cardiotorácica pediátrica, notando que em dois anos fizeram 800 intervenções deste tipo em Angola.
O Hospital da CVP e é detido em 45% pela Parpública e em 55% por esta instituição, que tem tutela do Ministério da Defesa.
Na semana passada, foi publicado em Diário da República o novo acordo firmado entre o Estado e a CVP, no valor de 7,6 milhões de euros, que permite ao hospital voltar a receber doentes do SNS, fazendo cirurgias em várias áreas e rastreio de cancro de mama. Este acordo estava suspenso desde 2011, depois de o Tribunal de Contas o ter posto em causa, por não se saber se a capacidade instalada dos hospitais públicos estava esgotada.
O novo protocolo esteve já para ser assinado no início deste ano, mas o ministro da Saúde decidiu pedir uma análise da capacidade instalada no SNS. O Bloco de Esquerda questionou, entretanto, “em que necessidades por satisfazer se fundamenta o protocolo”.
A Cruz Vermelha Portuguesa (CVP) vai disponibilizar no seu hospital em Lisboa consultas da especialidade a 25 euros e urgências a 30 euros, além de cirurgias e exames a “preços especiais” e “sem espera”.
Anunciada esta terça-feira em conferência de imprensa, esta campanha da CVP é justificada com “o actual momento de crise” em que o país se encontra e com as “responsabilidades humanitárias” da instituição.
“São preços muito mais baratos do que os praticados pelos hospitais privados”, destaca o presidente da CVP, Luís Barbosa, lembrando que nas cirurgias e exames são os mesmos que a instituição cobra ao Estado.
Para ter acesso a estes serviços low cost, os interessados terão de tornar-se associados da CVP, pagando dois euros por mês (o “chefe de família”) e um euro por cada elemento do agregado, até ao máximo de seis.
Intitulado Membro CVP+ Hospital, este programa vai ser alargado a todos os interessados a nível nacional, mas os preços acima referidos já estavam a ser praticados “há dois ou três meses”, afirma Luís Barbosa.
Sublinhando que está a ser mesmo estudada a possibilidade de permitir o pagamento a prestações aos doentes, o presidente da CVP defende que este programa só traz benefícios porque, além de responder às necessidades da população, vai “ajudar o Serviço Nacional de Saúde [SNS]”. Como? “Libertando o SNS de um peso”, responde.
Luís Barbosa não consegue precisar quantas cirurgias e consultas poderá o hospital fazer, mas lembra que, no Governo anterior, quando foi necessário dar resposta ao problema das listas de espera no tratamento das cataratas, o Hospital da CVP disponibilizou “seis mil consultas e três mil cirurgias”. Destaca ainda a capacidade da instituição na cirurgia cardiotorácica pediátrica, notando que em dois anos fizeram 800 intervenções deste tipo em Angola.
O Hospital da CVP e é detido em 45% pela Parpública e em 55% por esta instituição, que tem tutela do Ministério da Defesa.
Na semana passada, foi publicado em Diário da República o novo acordo firmado entre o Estado e a CVP, no valor de 7,6 milhões de euros, que permite ao hospital voltar a receber doentes do SNS, fazendo cirurgias em várias áreas e rastreio de cancro de mama. Este acordo estava suspenso desde 2011, depois de o Tribunal de Contas o ter posto em causa, por não se saber se a capacidade instalada dos hospitais públicos estava esgotada.
O novo protocolo esteve já para ser assinado no início deste ano, mas o ministro da Saúde decidiu pedir uma análise da capacidade instalada no SNS. O Bloco de Esquerda questionou, entretanto, “em que necessidades por satisfazer se fundamenta o protocolo”.
20.2.12
Tavira: Cruz Vermelha inicia campanha de rua
in Algarve Notícias - Rádio Horizonte
O Gabinete de Acção Social da Delegação de Tavira da Cruz Vermelha Portuguesa, no âmbito da resposta social de Atendimento e Acompanhamento Social, iniciou uma campanha de rua no auxílio aos sem-abrigo e mais carenciados, com o objectivo de colmatar as necessidades básicas, como falta de agasalhos, vestuário e alimentação.
Neste sentido, irá realizar-se semanalmente, diversas visitas aos casos sinalizados como prioritários a efectuar uma intervenção de apoio e encaminhamento no combate contra a pobreza e a exclusão social no concelho de Tavira.
De acordo com a análise deste gabinete, são cada vez mais frequentes casos de pobreza extrema, em que os indivíduos não recorrem de própria iniciativa, aos recursos existentes para colmatar este tipo de carências.
Após a sinalização de diversos casos extremos, decidiu este gabinete, ir ao encontro das necessidades básicas das pessoas em situação de extrema carência, que por vezes se conformam a essa realidade.
O Gabinete de Acção Social da Delegação de Tavira da Cruz Vermelha Portuguesa, no âmbito da resposta social de Atendimento e Acompanhamento Social, iniciou uma campanha de rua no auxílio aos sem-abrigo e mais carenciados, com o objectivo de colmatar as necessidades básicas, como falta de agasalhos, vestuário e alimentação.
Neste sentido, irá realizar-se semanalmente, diversas visitas aos casos sinalizados como prioritários a efectuar uma intervenção de apoio e encaminhamento no combate contra a pobreza e a exclusão social no concelho de Tavira.
De acordo com a análise deste gabinete, são cada vez mais frequentes casos de pobreza extrema, em que os indivíduos não recorrem de própria iniciativa, aos recursos existentes para colmatar este tipo de carências.
Após a sinalização de diversos casos extremos, decidiu este gabinete, ir ao encontro das necessidades básicas das pessoas em situação de extrema carência, que por vezes se conformam a essa realidade.
13.2.12
Cruz Vermelha faz hoje 147 anos e lembra os desafios constantes
in Público on-line
A Cruz Vermelha Portuguesa comemora neste domingo 147 anos, mas como “a ocasião não é para ostentações”, o programa deste ano é “modesto” e com as atenções viradas para o envelhecimento activo, tema do Ano Europeu 2012.
Para hoje está prevista uma visita à exposição que guarda objectos e momentos do passado da instituição. “Numa altura em que temos tantas interrogações sobre o futuro, é capaz de ser muito positivo recordar o passado e perceber até que ponto o passado nos pode trazer algum esclarecimento sobre a evolução futura”, disse Luís Barbosa, presidente da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP).
Em matéria de desafios a curto prazo, o presidente da CVP apontou que, internacionalmente, a Cruz Vermelha tem “uma batalha permanente” tanto ao nível da pobreza como das catástrofes. Já a nível nacional, considerou que as atenções estão viradas para a sustentabilidade do actual modelo social. “Situações que nós nos habituámos a ver nas últimas décadas resolvidas pelo Estado e pelos recursos que o Estado dispunha, neste momento há uma redefinição desse modelo social que nesta altura não está claro”, defendeu.
Uma situação que, na opinião de Luís Barbosa, vai obrigar a que o apoio humanitário seja maior. “Se as pessoas no passado contavam com esse apoio do Estado e ele surgia sempre que necessário ou com a frequência necessária para não criar situações dramáticas, neste momento as dívidas subsistem e por isso o apoio humanitário não pode diminuir”, apontou.
No que diz respeito às medidas anunciadas pelo Governo de aumento do número de vagas tanto em creches como em lares de idosos, Luís Barbosa alertou “que não se pode ir além de certos limites”. “A partir daí também se perde a qualidade e entra-se numa atitude que é desumana ou até de uma certa violência para com as pessoas, sejam idosos ou crianças”, defendeu.
Um dos projectos de apoio aos mais idosos da CVP é a teleassistência, onde cerca de 80% dos utilizadores são pessoas idosas que muitas vezes utilizam a linha telefónica da CVP para combater a solidão. De acordo com informação da CVP, o serviço “tem vindo a crescer, verificando-se uma grande adesão por parte da terceira idade. Mais do que a saúde e a segurança do utente é a solidão que constitui o principal motivo para a subscrição do serviço”.
Disponível desde 2008, o serviço de teleassistência recebe cerca de 10.000 chamadas telefónicas por ano, permitindo acompanhar regularmente a vida de muitos idosos, monitorizando o seu estado de saúde, segurança e solidão.
Outro exemplo de apoio aos que mais precisam de ajuda é o projecto “Pronto a Comer -- Pronto a Ajudar”, que vai permitir oferecer refeições a 15 famílias carenciadas do concelho de Tavira, com a colaboração de cinco restaurantes da cidade. A iniciativa surge porque com a crise económica e a alta taxa de desemprego que se verifica no Algarve, a Cruz Vermelha de Tavira tem assistido a “um aumento de mais de 100% nos pedidos de ajuda por parte da população e assiste já cerca de 500 famílias carenciadas com distribuição de alimentos e entre 30 a 40 pessoas, diariamente, no refeitório social”, segundo um responsável local.
No âmbito do aniversário, a CVP promove também um seminário subordinado ao tema “A Cruz Vermelha Portuguesa e a Saúde no primeiro quartel do século XX”.
A Cruz Vermelha Portuguesa comemora neste domingo 147 anos, mas como “a ocasião não é para ostentações”, o programa deste ano é “modesto” e com as atenções viradas para o envelhecimento activo, tema do Ano Europeu 2012.
Para hoje está prevista uma visita à exposição que guarda objectos e momentos do passado da instituição. “Numa altura em que temos tantas interrogações sobre o futuro, é capaz de ser muito positivo recordar o passado e perceber até que ponto o passado nos pode trazer algum esclarecimento sobre a evolução futura”, disse Luís Barbosa, presidente da Cruz Vermelha Portuguesa (CVP).
Em matéria de desafios a curto prazo, o presidente da CVP apontou que, internacionalmente, a Cruz Vermelha tem “uma batalha permanente” tanto ao nível da pobreza como das catástrofes. Já a nível nacional, considerou que as atenções estão viradas para a sustentabilidade do actual modelo social. “Situações que nós nos habituámos a ver nas últimas décadas resolvidas pelo Estado e pelos recursos que o Estado dispunha, neste momento há uma redefinição desse modelo social que nesta altura não está claro”, defendeu.
Uma situação que, na opinião de Luís Barbosa, vai obrigar a que o apoio humanitário seja maior. “Se as pessoas no passado contavam com esse apoio do Estado e ele surgia sempre que necessário ou com a frequência necessária para não criar situações dramáticas, neste momento as dívidas subsistem e por isso o apoio humanitário não pode diminuir”, apontou.
No que diz respeito às medidas anunciadas pelo Governo de aumento do número de vagas tanto em creches como em lares de idosos, Luís Barbosa alertou “que não se pode ir além de certos limites”. “A partir daí também se perde a qualidade e entra-se numa atitude que é desumana ou até de uma certa violência para com as pessoas, sejam idosos ou crianças”, defendeu.
Um dos projectos de apoio aos mais idosos da CVP é a teleassistência, onde cerca de 80% dos utilizadores são pessoas idosas que muitas vezes utilizam a linha telefónica da CVP para combater a solidão. De acordo com informação da CVP, o serviço “tem vindo a crescer, verificando-se uma grande adesão por parte da terceira idade. Mais do que a saúde e a segurança do utente é a solidão que constitui o principal motivo para a subscrição do serviço”.
Disponível desde 2008, o serviço de teleassistência recebe cerca de 10.000 chamadas telefónicas por ano, permitindo acompanhar regularmente a vida de muitos idosos, monitorizando o seu estado de saúde, segurança e solidão.
Outro exemplo de apoio aos que mais precisam de ajuda é o projecto “Pronto a Comer -- Pronto a Ajudar”, que vai permitir oferecer refeições a 15 famílias carenciadas do concelho de Tavira, com a colaboração de cinco restaurantes da cidade. A iniciativa surge porque com a crise económica e a alta taxa de desemprego que se verifica no Algarve, a Cruz Vermelha de Tavira tem assistido a “um aumento de mais de 100% nos pedidos de ajuda por parte da população e assiste já cerca de 500 famílias carenciadas com distribuição de alimentos e entre 30 a 40 pessoas, diariamente, no refeitório social”, segundo um responsável local.
No âmbito do aniversário, a CVP promove também um seminário subordinado ao tema “A Cruz Vermelha Portuguesa e a Saúde no primeiro quartel do século XX”.
Subscrever:
Mensagens (Atom)


