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13.6.22

Empresas manifestaram interesse na semana de quatro dias, revela ministra do Trabalho

in CM

Segundo Ana Mendes Godinho, "o passo seguinte será mesmo o estudo"
A ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho, disse esta sexta-feira que "várias empresas" já manifestaram vontade de fazer parte dos projetos-piloto relativos à semana de quatro dias de trabalho.

"Na sequência de se ter falado deste estudo, várias empresas vieram manifestar a sua vontade em poderem participar em projetos-piloto", contou a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, escusando-se a dar mais pormenores sobre estas empresas.

Segundo a governante, "o passo seguinte será mesmo o estudo", para "definir os requisitos, os parâmetros", e depois "se poder avançar para projetos-piloto".

"Vamos aguardar pelo estudo para definir os parâmetros, até porque nós queremos que os próprios parâmetros e os requisitos definam logo tipologias de empresas onde as várias soluções possam ser testadas e setores de atividade, para termos maior representatividade", acrescentou.

Ana Mendes Godinho frisou que o Governo tem "70 medidas da agenda de trabalho para implementar", estando a trabalhar nelas, "que são muito transversais".




Na quinta-feira, Ana Mendes Godinho disse que o Governo vai desenvolver com os parceiros sociais a realização de um estudo no qual serão definidos requisitos e condições para os projetos-piloto sobre a semana dos quatro dias.




O desenvolvimento dos projetos-piloto, segundo a ministra, será feito com empresas "numa base voluntária", o que permitirá "testar alguns modelos" de novas formas de organização de tempo de trabalho, "tendo sempre em conta a preocupação da garantia de proteção dos trabalhadores".






"O princípio é garantir que os modelos que sejam desenvolvidos sejam numa lógica de avanços da qualidade de vida e capacidade de conciliação da vida profissional e familiar", precisou.

17.5.22

Agenda do Trabalho Digno: Governo leva à Concertação Social matérias laborais "que não foram discutidas anteriormente"

in  Expresso

Esta quarta-feira há reunião da Concertação Social e o Governo não indicou ainda se irá manter as alterações laborais aprovadas na anterior legislatura ou se haverá margem para alterar alguns pontos
A Agenda do Trabalho Digno volta esta quarta-feira à mesa da Concertação Social e serão levadas à discussão "matérias que não foram discutidas anteriormente" com os parceiros sociais, disse fonte oficial do Ministério do Trabalho à Lusa.

A Agenda do Trabalho Digno volta esta quarta-feira à mesa da Concertação Social e serão levadas à discussão "matérias que não foram discutidas anteriormente" com os parceiros sociais, disse fonte oficial do Ministério do Trabalho à Lusa.

"Relativamente à Agenda do Trabalho Digno, serão trazidas à discussão na CPCS [Comissão Permanente de Concertação Social] as matérias que não foram discutidas anteriormente na CPCS e um ponto de situação na sequência da consulta pública", disse o gabinete da ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, em resposta à Lusa.

Questionada sobre se as matérias em causa incluem medidas aprovadas pelo Governo na anterior legislatura, negociadas no parlamento com vista à viabilização do Orçamento do Estado para 2022 (que acabou chumbado), a mesma fonte não respondeu, remetendo a informação para a reunião desta quarta-feira da Concertação Social.

Segundo os parceiros sociais contactados pela Lusa, o Governo não indicou até ao momento se irá manter as alterações laborais aprovadas na anterior legislatura ou se haverá margem para alterar alguns pontos.

O pacote de medidas aprovado em Conselho de Ministros, em 21 de outubro de 2021, na anterior legislatura, incluía o aumento do valor das horas extraordinárias e das indemnizações por despedimento, o que levou a protestos das confederações patronais e à suspensão da sua participação nas reuniões da Concertação Social.

Na altura, as quatro confederações patronais com assento na CPCS afirmaram que as medidas não tinham sido discutidas com os parceiros sociais e acusaram o Governo de associar a discussão da Agenda do Trabalho Digno à negociação política do Orçamento do Estado para 2022 que decorria com os partidos à esquerda do PS.

No dia seguinte, o primeiro-ministro, António Costa, afirmou que tinha apresentado um pedido de “desculpas” às confederações patronais, pelo facto de o Governo ter aprovado duas medidas na área do trabalho sem antes as ter apresentado em Concertação Social.

Em causa estava o alargamento da compensação para 24 dias por ano em cessação de contrato a termo ou termo incerto e a reposição parcial dos valores de pagamento de horas extraordinárias em vigor até 2012 a partir das 120 horas anuais, sendo a primeira hora extra em dias úteis paga com acréscimo de 50%, a segunda hora com 75% e em dias de descanso e feriados 100%.

ACORDO DE RENDIMENTOS EM CIMA DA MESA

Além da Agenda do Trabalho Digno, fazem parte da ordem de trabalhos da reunião da Concertação Social o acordo de rendimentos e competitividade e o acordo de parceria PT2030.

A discussão sobre um acordo de rendimentos e competitividade chegou a estar na mesa da Concertação Social antes da pandemia de covid-19, mas ficou, entretanto, suspensa, sendo agora retomada, numa altura em que se regista uma escalada da inflação e perda de poder de compra.

A conclusão do acordo de rendimentos estava inicialmente prevista para julho, mas o primeiro-ministro, António Costa, já indicou que afinal só no outono deverá ficar fechado, justificando o adiamento com o processo de repetição do ato eleitoral no ciclo da Europa.

As linhas gerais do acordo de rendimentos foram apresentadas ainda no final de 2019 pelo então ministro da Economia, Pedro Siza Vieira, que defendeu um referencial para aumentos salariais tendo em conta a evolução da inflação, do PIB, do emprego e da produtividade, com o objetivo de fazer convergir o peso dos salários no PIB com a média da União Europeia.

13.4.22

60 segundos Resultados Legislativas 2022 Programa do Governo Ministra da Segurança Social quer mais prestações sociais automáticas

Enzo Santos, in JN

A Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, Ana Mendes Godinho, falou pela primeira vez nesta legislatura e colocou o foco da sua intervenção na modernização e digitalização da Segurança Social. A ministra saudou a maior confiança das pessoas no sistema e deixou uma provocação à Direita: desapareceram do discurso público as soluções "milagrosas de privatização da Segurança Social".

"É essencial, é crucial continuar a revolução digital na Segurança Social", tornando-a mais apta para os "desafios que enfrentamos". Uma urgência exposta pela pandemia, afirmou.

O Governo quer tornar o sistema mais "simples e eficaz", anunciou a ministra. O objetivo a alcançar é uma "Segurança Social das pessoas", criando mecanismos de reforma a tempo parcial, procurar dar novas respostas ao envelhecimento ativo e tornar as prestações sociais automáticas e imediatas, disse. Para a ministra, é importante captar "nómadas digitais" e atrair trabalhadores para Portugal, "sem complexos".

Ana Mendes Godinho destaca a importância de tornar a Segurança Social um sistema inclusivo para qualquer pessoa que escolha Portugal para viver. Algo que tem sido possível com a atribuição do número de Segurança Social na hora, que já permitiu trazer para, dentro do sistema, cerca de 300 mil pessoas que "já cá estavam", mas que se encontravam à "margem".

O Governo enfrentou, nos últimos dois anos, o desafio mais "interpelante", a pandemia, que "precisou de respostas fortes do Estado Social" - nunca antes testadas, nunca antes experimentadas, disse a ministra.

Mendes Godinho saudou o "caminho certo" que o Governo tem seguido, reforçado pela maioria absoluta concedida pelos portugueses. Dois anos depois do início da pandemia, disse, foi possível atingir um "valor mínimo histórico de 6% na taxa de desemprego".

A pandemia não impediu "reformas estruturantes", como o aumento do salário mínimo. "Pasme-se a Direita, não provocou aumento do desemprego", resultou no maior número de sempre de trabalhadores a contribuir para a Segurança Social, disse.

Outra grande prioridade do Governo é o apoio à infância, com foco na "igualdade de oportunidades". O Executivo tem como prioridade retirar 170 mil crianças da situação de pobreza ou exclusão até 2030, reforçar o abono de família e fazer chegar a gratuitidade das creches a todas as crianças.

A ministra assumiu, também, como prioridades do Governo incluir os jovens no mercado de trabalho e a reconciliação da vida pessoal, profissional e familiar dos trabalhadores - matéria em que Portugal é pioneiro no debate, disse. Aumentar o peso das remunerações no PIB também faz parte das prioridades anunciadas pela ministra, para reequilibrar o peso dos salários na riqueza nacional, anunciou.

"Já perdemos demasiado tempo com interrupções". É urgente implementar a Agenda do Trabalho Digno, disse a ministra, em resposta à intervenção dos deputados. A mensagem foi dirigida aos antigos parceiros da geringonça, BE e PCP, que não aprovaram o Orçamento do Estado (OE) apresentado. "É essencial garantir que o OE entra rapidamente em vigor".

22.11.21

Aviso de 220 milhões para "alargar respostas" ao envelhecimento

Por Notícias ao Minuto

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social anunciou hoje que o Governo vai lançar na segunda-feira um aviso para "alargar as respostas" ao envelhecimento, com um valor global de 220 milhões de euros.

"Vamos lançar na segunda-feira um aviso, com 220ME, um aviso dedicado às respostas ao envelhecimento, sendo fundamental que consigamos garantir que esta alocação destes recursos tenha a capacidade de responder e acelerar as respostas estruturais que precisamos de fazer", disse Ana Mendes Godinho, em Albufeira, no distrito de Faro.

Ao intervir na cerimónia do lançamento do novo Observatório Nacional do Envelhecimento, que decorreu no Inatel, em Albufeira, a ministra afirmou que Portugal "precisa, claramente, de dar saltos significativos nas respostas e na forma como se olha para o envelhecimento".

"Temos a mobilização, temos a legitimidade social para o fazer e temos os recursos, seja no programa PT 2030 ou no PRR [Plano de Recuperação e Resiliência] no seu conjunto. Temos instrumentos significativos e precisamos da capacidade de fazer bem nesta mobilização de recursos que estamos a fazer", sublinhou.

De acordo com Ana Mendes Godinho, face aos recursos que estão disponíveis "de forma inédita, o grande desafio que se coloca, é encontrar soluções disruptivas e inovadoras que respondam de forma eficaz às expectativas que as pessoas têm".

"Face ao que ficou evidente durante a pandemia, conseguimos ser inovadores nas respostas ao atuarmos em conjunto e não através de 'capelinhas'. Só em conjunto conseguimos ter uma visão integrada e articulada que responda em plenitude aos desafios que temos como sociedade", apontou.

A ministra considerou que, com o Observatório Nacional do Envelhecimento, Portugal "vai poder ter instrumentos fidedignos, científicos, que permitam ter indicadores para agir de forma eficaz e que responda às necessidades reais das pessoas, promovendo o envelhecimento ativo e saudável".

O Observatório Nacional do Envelhecimento vai ficar instalado na Aldeia de Alte, no interior do concelho algarvio de Loulé, e será coordenado pelo Algarve Biomedical Center (ABC), integrando 14 entidades públicas e privadas.

"O objetivo é identificar as necessidades do ponto de vista de respostas sociais, através de equipas de acompanhamento e de combate ao isolamento, para mobilização dos vários instrumentos financeiros que neste momento temos à disposição", referiu a ministra.

Por seu turno, o coordenador do ABC, Nuno Marques, indicou que o observatório, que deverá entrar em funcionamento em julho de 2022, pretende recolher, analisar e disponibilizar indicadores estatísticos que permitam a monitorização da população ao longo do ciclo de vida em todo o território nacional, dispondo de grande capacidade computacional para gerir dados em diversas áreas, como do desemprego, trabalho, saúde e ação social.

"O observatório terá um grande desafio e responsabilidade a nível nacional de promover o conhecimento científico nesta área, pois a sua missão é fazer o levantamento, identificar as áreas chave com dinamismo populacional e avaliar as políticas públicas e privadas de resposta ao envelhecimento", avançou.

O responsável adiantou que até março de 2022, "terá de ser bem definido o que este observatório vai fazer", prevendo que o primeiro relatório possa sair até ao final do próximo ano".

"Estes são os 'timings' definidos para este projeto de colaboração entre os centros de investigação das várias instituições públicas, privadas e da sociedade civil na área do envelhecimento ativo e saudável, criando parcerias nacionais e também internacionais", concluiu Nuno Marques.


Leia Também: Ministra realça valor internacional do Instituto do Envelhecimento

20.5.21

"Economia da sabedoria". Envelhecimento deve visto como oportunidade

Por Notícias ao Minuto

A Ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social afirmou hoje que o envelhecimento da população deve ser visto como "oportunidade de investimento na economia da sabedoria" e devem ser encontradas novas respostas para que seja "ativo e saudável".

"Vejo aqui uma oportunidade para olhamos para o envelhecimento como uma oportunidade de investimento na economia da sabedoria, no fundo, transformarmos este desafio numa oportunidade de investimento económico, encontrando novas respostas na dimensão da saúde, social ou de novos serviços económicos e na atração de pessoas para trabalhar na área do envelhecimento ativo e saudável", disse Ana Mendes Godinho à Lusa em Vilamoura, Loulé, no final de uma reunião que juntou pela primeira vez os quatro centros de referência do envelhecimento ativo e saudável do país - Porto4Ageing, Ageing@Coimbra, Lisboa AHA e Algarve Active Ageing.

Num país com "cerca de 22% da população com mais de 65 anos", a pandemia demonstrou a necessidade de criar "novas respostas e novos equipamentos" que promovam a "autonomia das pessoas" nomeadamente através de "novas formas de teleassistência e apoio ao domicílio de uma forma mais integrada", apontou a ministra.

No final da reunião - em que foram discutidas as respostas necessárias para uma população a envelhecer, adaptação de apoios sociais, relacionamento intergeracional, adaptação das habitações, acessibilidades e transportes, transformação digital e saúde e bem-estar - os centros apresentaram algumas conclusões à governante que passam pela criação de um "modelo para adaptação das habitações" que promova a autonomia, de um "observatório para o envelhecimento e soluções inovadoras" ou ainda um serviço de apoio domiciliário (SALVA 4.0 -- serviço de apoio à longevidade e vida autónoma) que faça uso das "novas técnicas para acompanhar os idosos nas suas casas".

Ana Mendes Godinho manifestou "orgulho pelo trabalho e criação da rede nacional" dos centros de referências, afirmando que passam a ser parceiros na "construção de uma estratégia nacional para o envelhecimento" e a sua "implementação" e para a "definição e mobilização" dos investimentos dedicados a novas respostas sociais e equipamentos sociais para o envelhecimento, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), onde estão identificados "cerca de 420 milhões de euros" para esta temática.

Nuno Marques, presidente do Algarve Biomedical Center (ABC), que integra o Algarve Active Ageing, revelou à Lusa que transmitiram à ministra as ideias em "traços gerais" nas quais irão "continuar a trabalhar" para preparar uma "proposta de plano" com medidas concretas a apresentar ao Governo para que possa tomar as decisões baseadas no "conhecimento científico atual".

6.4.21

Vão ser investidos "420 milhões em equipamentos de apoio a idosos"

Por Notícias ao Minuto

A ministra do Trabalho, Ana Mendes Godinho, disse hoje que o plano de recuperação e resiliência (PRR) prevê 420 milhões de euros para a requalificação e novos equipamentos sociais de apoio a idosos.

"Temos de ter novas respostas para o perfil demográfico que a sociedade portuguesa tem. Temos que acelerar todos os investimentos relativamente à forma como olhamos para o envelhecimento de uma forma cada vez mais ativa", disse Ana Mendes Godinho durante uma sessão 'online' sobre respostas ao envelhecimento da população organizada pelo grupo informal de trabalho "Pro Envelhecimento Feliz" para debater o Livro Verde sobre o Envelhecimento, lançado pela Comissão Europeia em 27 de janeiro.

Para melhorar a vida autónoma dos idosos com mais de 65 anos, que representam cerca de 22% da população, a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social referiu que está prevista "uma área dedicada a novas respostas e requalificação das respostas existentes", estando previstos investimentos de cerca de 420 milhões de euros na requalificação e novos equipamentos sociais para idosos, no âmbito do PRR.

De acordo com Ana Mendes Godinho, está a ser preparado um plano de ação para a promoção do envelhecimento ativo e saudável que visa garantir a qualidade de vida dos idosos e a sua participação plena na sociedade.

Para a ministra garantir a transversalidade, em que em todas as dimensões da intervenção pública o envelhecimento esteja sempre presente, é uma prioridade.

As novas respostas, disse a ministra, podem passar por "uma nova geração do apoio domiciliário visto de uma perspetiva mais transversal" que inclua novas dimensões, além das refeições e limpezas, tenha também aulas ou outras atividades à distância através do digital.

De acordo com Ana Mendes Godinho, também o programa "radar social", iniciado em Lisboa como projeto piloto, com o objetivo de identificar e combater situações de isolamento está a ser preparado para arrancar em pleno.

17.2.21

"Trabalhador pode optar pelo apoio à família em vez do teletrabalho"

Por Cátia Carmo, in TSF

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social confirmou que o Governo está a preparar apoios para os pais que têm dificuldade em conciliar o trabalho com as crianças em casa.

O apoio à família vai ser alargado a pessoas que estão em teletrabalho. A confirmação foi dada esta quarta-feira por Ana Mendes Godinho, ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social, que revelou que o Governo vai possibilitar um maior apoio aos casos em que é difícil conciliar os filhos com o teletrabalho.

"O trabalhador pode optar pelo apoio à família em vez do teletrabalho. O que fizemos foi concretizar com os parceiros relativamente às situações em que o teletrabalho é de difícil conciliação com a assistência às crianças", explicou Ana Mendes Godinho após uma reunião com os parceiros sociais.

No caso das famílias monoparentais, o rendimento será assegurado a 100%, com a diferença de que, nessas situações, será "assegurado pela Segurança Social".

Pais podem trocar teletrabalho por apoio aos filhos. Suspensa contratação de enfermeiros estrangeiros


A medida será discutida na quinta-feira, em Conselho de Ministros. Depois poderá ser aprovada e entrar em vigor.

"Os detalhes ficarão para depois, até porque o objetivo que temos é que a matéria seja discutida amanhã em Conselho de Ministros. A medida entrará em vigor logo que publicada", acrescentou a ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social.

Os apoios estão previstos para famílias monoparentais, pais com filhos até ao fim do primeiro ciclo e pais de filhos com deficiência.

25.11.20

Ana Mendes Godinho assina financiamento de apartamentos partilhados para sem-abrigo no Algarve

in Região Sul

A ministra do Trabalho, Solidariedade e Segurança Social preside hoje, terça-feira, 24, à cerimónia de assinatura de três protocolos para o financiamento de projetos de apartamentos partilhados para pessoas em situação de sem-abrigo no Algarve.

Ana Mendes Godinho será acompanhada pelo gestor executivo da Estratégia Nacional para a Integração das Pessoas em Situação de Sem-Abrigo (ENIPSSA), Henrique Joaquim.

A sessão realiza-se no auditório do Centro Distrital de Faro da Segurança Social, em Faro.