Por: Tvi24
O presidente da União das Misericórdias diz que «não se pode meter no mesmo saco» quem não pode trabalhar e quem pode, mas não tem trabalho
O presidente da União das Misericórdias considera que atribuir o rendimento de inserção é «assalariar a exclusão». É preciso pôr os pontos nos is e «não meter tudo no mesmo saco», ou seja, fazer a distinção entre «quem não pode trabalhar» e quem tem «um prazo de reinserção, devendo fazer um trabalho qualquer».
Manuel Lemos explicou que é preciso «distinguir entre quem não pode trabalhar mesmo, porque tem uma deficiência, porque é muito idoso, porque tem uma grande dependência e a sociedade tem obrigação de garantir a essa pessoa a cidadania e o mínimo de dignidade, e quem tem um prazo para se reinserir outra vez». Neste último caso, essa pessoa «tem que fazer um trabalho qualquer, porque quem não trabalha habitua-se a não trabalhar».
Manuel Lemos falou na audição que o CDS-PP está esta terça-feira a promover no Parlamento, no âmbito do dia da Segurança Social, segundo a Lusa.


